André Nunes Psicólogo

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André Nunes Psicólogo Além de ser o fundador do Programa Superação com Amor, destinado ao apoio aos familiares que enfrentam a dependência química em suas casas. e 4º.

Formação de Psicologia pela Universidade Mogi das Cruzes, há mais de 20 anos venho trabalhando na recuperação de dependentes químicos e no apoio e orientação das famílias. Meu nome é André Nunes, sou formado em Psicologia, pela Universidade Mogi das Cruzes – (UMC) de Mogi das Cruzes, SP, registrado no CRP-6ª.Região (Conselho Regional de Psicologia). Trabalho na recuperação de dependentes químicos e no apoio de seus familiares desde os anos 2000 através de Clínica de Recuperação e Consultório , me dedicando a melhor atender as famílias levando a muitas superarem e vencerem o grande desafio da dependência química, e além de proporcionar a centenas de pessoas mudança na sua qualidade de vida. Sou mentor de profissionais da área da dependência química que atuam em comunidades terapêuticas. Ministro palestras e faço atendimento individual e de grupos familiares em consultório. Participei de vários congressos e seminários na temática da Dependência Química, para aperfeiçoamento de meus conhecimentos, tal como o 3º. Congresso Freemind, além de cursos com o renomado médico psiquiatra, psicoterapeuta, pesquisador e escritor, Dr. Augusto Cury.

05/10/2026

Querer uma vida nova é um começo. Mas a recuperação é construída nas escolhas de todos os dias.

Quando alguém diz que quer viver limpo, estar perto dos filhos e reconstruir a própria história, essa vontade pode ser genuína.

Mas, na dependência química, querer precisa caminhar junto com mudança de rotina, tratamento, responsabilidade e decisões que protejam a recuperação.

Existem situações, ambientes e comportamentos para os quais será necessário aprender a dizer NÃO.

A recuperação é possível. Mas não acontece apenas na promessa de uma vida diferente.

Acontece quando essa promessa começa a aparecer nas atitudes.

Siga meu perfil para aprender mais sobre dependência química e como ajudar alguém que você ama.

04/10/2026

A droga entrou na vida do filho. Mas, aos poucos, também começou a tomar a vida da mãe.

Ela não dorme.
Vigia. Liga. Implora.
Tenta controlar cada passo.
E vive o dia inteiro pensando em como impedir o próximo uso.

Até que, sem perceber, ela deixa de viver a própria vida para viver a vida do filho.

Antes de ser mãe, você também é uma mulher que precisa dormir, cuidar da saúde, ter paz e continuar vivendo.

Cuidar de você não signif**a abandonar seu filho.

Signif**a se fortalecer para não adoecer junto com ele.

Você não precisa chegar ao fundo do poço para tentar tirá-lo de lá.

Se você precisa aprender a ajudar seu filho sem deixar de cuidar de você, siga meu perfil.

03/10/2026

Internar, sozinho, não resolve aquilo que continua igual depois da alta.

Muitas famílias depositam toda a esperança na internação e acreditam que o dependente voltará para casa “curado”.

Mas se ele não constrói uma recuperação e a família continua agindo da mesma maneira, o ciclo pode se repetir:

internação → volta para casa → recaída → nova internação.

E a cada repetição vem mais frustração, culpa e desgaste.

A internação pode fazer parte do tratamento, mas não pode ser o único plano.

O dependente precisa mudar.
E a família também precisa aprender a agir diferente.

Sem mudança, o ciclo continua.

01/10/2026

A manipulação costuma atingir exatamente o ponto em que a família é mais sensível.

Para uma mãe, poucas coisas mexem tanto quanto ouvir:
“Eu estou com fome.”

E é justamente por isso que você precisa aprender a separar ajudar de facilitar.

Se a necessidade é comida, você pode oferecer comida.
Se é remédio, pode providenciar o remédio.

Mas você não precisa entregar dinheiro e depois carregar a culpa de ter acreditado novamente.

Ajude dentro de critérios. Coloque limites. E aprenda a reconhecer quando existe manipulação.

É esse caminho que ensino às famílias: sair da manipulação e começar a agir com direção.

30/09/2026

Nem toda manipulação vem em forma de ameaça.

Às vezes ela aparece em uma frase que desperta culpa, em uma tentativa de fazer você duvidar do que está vendo ou até em uma proposta de troca.

E quando a família não reconhece esses comportamentos, acaba cedendo sem perceber.

O primeiro passo para sair desse ciclo é identif**ar a manipulação antes de responder a ela.

Você não precisa agir pela culpa, pela pressão ou pelo medo da reação do dependente.

Precisa aprender a responder com firmeza e direção.

Compartilhe este vídeo com alguém que também precisa aprender a reconhecer essas manipulações.

29/09/2026

“Mãe, me manda um dinheiro para eu comer?”

Para uma mãe, negar comida a um filho mexe profundamente com o emocional. E o dependente pode saber exatamente onde tocar para conseguir aquilo que quer.

Por isso, diante da dúvida, existe uma forma simples de agir:

Se ele precisa de comida, ofereça comida. Não dinheiro.

Peça uma marmita, faça uma compra no mercado ou mande entregar o que ele precisa.

Você acolhe uma necessidade real sem abrir uma porta para a facilitação.

E observe a reação dele. Se a necessidade era comida, por que somente o dinheiro serve?

Continue seguindo meu perfil para aprender a lidar com a dependência química com mais firmeza e direção.

28/09/2026

“Mas o problema dele não era o álcool…”

Esse é um pensamento que pode colocar a recuperação em risco.

Para quem tem histórico de dependência química, não basta apenas abandonar a droga que trouxe os maiores problemas. O álcool também pode funcionar como gatilho e aumentar o risco de recaída.

E a família precisa entender isso.

Não é sobre testar se ele “consegue se controlar”. É sobre não transformar situações de risco em algo normal dentro da recuperação.

Recuperação também é aprender a proteger aquilo que foi conquistado.

Siga meu perfil para aprender como ajudar quem você ama a construir uma recuperação mais segura.

25/09/2026

“André, meu filho tem 25 anos e está namorando há cerca de dois meses. A namorada é bem firme e coloca muitos limites. A psicóloga dele disse que ela não deveria ser tão proibitiva. Como eu devo agir?”

O que eu faria no seu lugar?

Primeiro, eu separaria as relações.

Seu filho é adulto e está vivendo um relacionamento. A namorada tem o direito de dizer aquilo que aceita e aquilo que não aceita dentro dessa relação.

E ele também tem o direito de decidir se quer permanecer nesse relacionamento.

Como mãe, eu não entraria no meio dessa dinâmica.

Não tentaria convencer a namorada a mudar.
Não tentaria resolver os conflitos entre os dois.
E não assumiria a responsabilidade de administrar o namoro do meu filho.

Ele precisa aprender a conversar, lidar com limites, expor aquilo de que não gosta e ouvir aquilo que a outra pessoa também não aceita.

Nem todo problema do seu filho precisa se transformar em um problema seu.

Deixe que ele assuma a responsabilidade pelas próprias relações e pelas escolhas que faz dentro delas.

Feliz aniversário, Brother ❤️Mais do que irmãos, somos parceiros de vida. Já dividimos histórias, desafios, conquistas, ...
24/09/2026

Feliz aniversário, Brother ❤️

Mais do que irmãos, somos parceiros de vida. Já dividimos histórias, desafios, conquistas, sonhos e tantos momentos que só nós sabemos o valor. Ter você caminhando ao meu lado é um privilégio.

Que esse novo ciclo te traga saúde, felicidade e muitas conquistas. Seguimos juntos, como sempre. Te amo

23/09/2026

“Mãe, eu preciso de dinheiro para comprar comida.”

Essa é uma situação que deixa muitas famílias confusas.

Afinal, você não quer imaginar seu filho passando fome. E é justamente aí que o sentimento de dó pode fazer você tomar uma decisão que acaba facilitando o uso.

Se ele está dizendo que precisa de comida, você pode ajudar com comida.

Peça uma marmita pelo aplicativo.
Ligue para um restaurante.
Faça o pedido e mande entregar.

Mas você não precisa mandar dinheiro.
Não precisa fazer Pix.

Percebe a diferença?

Você está acolhendo uma necessidade sem entregar um recurso que pode ser usado para outra finalidade.

Muitas manipulações funcionam porque o dependente sabe exatamente onde a família f**a mais vulnerável emocionalmente.

Por isso, antes de agir movida pela dó, pense:

Ele está pedindo comida? Então ofereça comida. Não dinheiro.

Acolher não signif**a facilitar.

Endereço

Rua Santana, 335 Sala 145
Mogi Das Cruzes, SP
08710610

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