05/06/2026
Você pode não conhecer nenhum estrupador, mas conhece vários “Welingtons”, pessoas que nunca reconhecem suas responsabilidades porque temem muito se reconhecer e se vilnerabilizar.
Na clínica, tem inúmeros casos com a mesma dinâmica.
Desde mulheres que sofrem com seus parceiros pegos na cama com outra mulher, que são perdoados porque a narrativa de culpa de vários outros fatores, até das próprias parceiras, é forte, menos a responsabilidade de quem decide tr***ar com outra, é claro.
Até outras coisas que parecem bobas e de menor peso, só que não! Porque não tem essa roupagem explícita, e estão embutidas em brincadeiras que te incomodam, pedidos amorosos, conselhos de como se portar, o famigerado “gratiluz”, foco no positivo por você poder isso, aquilo. A água que entra em gota no seu barco, se acumulada, tem a força de afundá-la.
E até também, o próprio manipulador que chega na terapia de maneira rara, não buscando se reconhecer e se vulnerabilizar, muitas vezes buscando garantias que está certo, uma vez que todo mundo se afastou alegando quase a mesma coisa, uma chatice. E apesar disso, ele continua lá, forte e f**a, sem precisar mesmo de ninguém. Aliás, quase sempre nos perguntamos, juntos na sessão, o porquê então de terapia dado essa autossuficiência (des)humana.
É muito importante que nós mulheres não nos encolhamos nas relações como culturalmente nos foi ensinado, só para…. (preencha a lacuna). A gota d’água cotidiana é potente.
Que você possa saber o que lhe é importante, se comunicar a partir disso, delimitar limites, ter clareza dos acontecimentos, se posicionar e então construir relações profundas e saudáveis.
Me manda um direct com a palavra RECONEXÃO e bora juntas♥️