Psicóloga Denize Ribeiro

Psicóloga Denize Ribeiro Denize Ribeiro é graduada em psicologia na UNESP e possui especialização pelo ITCR.

Especializada em atendimento infantil, de pais, gestantes, pós-parto e materno.

Nosso bem maior ♥️Nossa família ❤️
25/12/2024

Nosso bem maior ♥️
Nossa família ❤️

Entrei na trend com moderação, é claro 😂Vá até o final e veja o meu último post desse carrossel. Os sentimentos não são ...
14/12/2024

Entrei na trend com moderação, é claro 😂

Vá até o final e veja o meu último post desse carrossel. Os sentimentos não são uma constância, inclusive a tristeza e a alegria podem até coexistir frente a uma única situação, perder e ganhar é viver. Não existe alegria sem tristeza.

Muitas das situações que eu vivi esse ano me trouxeram alegrias, mas também tristeza. Por exemplo, o fato da minha filha ter se formado no infantil me deixou super feliz, mas me senti triste em alguns momentos por ver que a infância da minha filha, primeira filha, já se passou metade 🥹

Se permita viver a vida em sua intensidade ❤️

Amamentar é um comportamento aprendido. Aprendemos por observação, por várias tentativas e muitos erros. Não é instintiv...
03/08/2024

Amamentar é um comportamento aprendido. Aprendemos por observação, por várias tentativas e muitos erros. Não é instintivo, coisa de mamífero e tal. É por insistência, tanta persistência que pode chegar a exaustão. Da mãe e do bebê. Outras vezes, é desistência. Da mãe e do bebê. Desistir também pode ser saudável: para a mãe e pro bebê. Justamente porque não é fácil saber que todo o sustento do seu filho depende de você. As vezes é como estar no paraíso. Às vezes é estar em uma prisão.

Amamentar é doar. As vezes na dor, muitas vezes no amor. Mas dói. É dor física, as vezes dor de alma. Chega a ser lindo e chega a ser perturbador na madrugada.

Amamentar é sentir tudo ao mesmo tempo. Quando a gente pega o “jeitão” f**a mais fácil, mas a gente cansa. E é feliz. E cansa. Se irrita. Comemora. Sente falta.
Amamentar é confusão de opostos.
É difícil e fácil. Pode ser lindo e feio. Pode ser satisfatório e infeliz. Pode ser prazeroso e pode ser esquisito.
Amamentar é individual. Cada mulher sente de um jeito. Cada uma com sua história. Todas histórias são de luta.

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Feliz natal 🧑🏻‍🎄🎅🏻❤️
25/12/2023

Feliz natal 🧑🏻‍🎄🎅🏻❤️

27 de Agosto-dia do psicólogo. Há 13 anos eu me formava pela Unesp de Bauru.Eu tive o privilégio de escolher meu curso e...
27/08/2023

27 de Agosto-dia do psicólogo.
Há 13 anos eu me formava pela Unesp de Bauru.
Eu tive o privilégio de escolher meu curso e de também ter me encontrado nele. Saí cru da universidade e nem sabia o que me esperava pela frente. Através de muito esforço, muitas batalhas foram vencidas e ainda tenho muitas por vencer.
Espero continuar por toda minha vida essa trajetória de ajudar pessoas e famílias, que não é nem um pouco fácil, nem perfeito, mas é possível quando se tem um propósito como profissão ❤️

Tenho me dado conta que o tempo está passando muito rápido. Uma com quase 5, a outra chegando aos 2. Sempre que encontro...
22/07/2023

Tenho me dado conta que o tempo está passando muito rápido. Uma com quase 5, a outra chegando aos 2. Sempre que encontro um desafio de rotina na criação das duas, eu tento me conectar com esse sentimento sobre o tempo. Não é receita pra ninguém. Mas tem me ajudado muito. Não tomar a dose toda. Ser mais paciente. Pensar mais à frente me fez ter mais autocontrole. Projetar meus pensamentos acerca do tempo me fez melhor mãe para as duas. É lógico que não elimina o cansaço e nem as dores da maternidade, mas traz leveza para atravessar os obstáculos e curtir o momento. O tempo passa. Voa mesmo. As horas, os dias, os anos se vão e eu quero curtir o máximo que der essas minhas pequenas enquanto são pequenas.
Amo vocês, minhas meninas. No estresse e na calmaria, eu tento todo dia ser o que vocês precisam❤️

… You are my sunshine, my only sunshine You make me happy when skies are gray You'll never know dear, how much I love yo...
27/03/2023

… You are my sunshine, my only sunshine
You make me happy when skies are gray
You'll never know dear, how much I love you
Please don't take my sunshine away…

Eu não decidi ter um segundo filho por  “ser muito triste” não ter irmãos. Eu não decidi ter um segundo filho por medo d...
04/12/2022

Eu não decidi ter um segundo filho por “ser muito triste” não ter irmãos.
Eu não decidi ter um segundo filho por medo da minha maior não ter com quem contar” nesse mundo.
Eu não decidi ter um segundo filho porque filho único “é mimado”.
Eu não decidi ter um segundo filho porque quero que minha maior aprenda a compartilhar. Nada disso.

Eu decidi um segundo filho porque o sonho era todo nosso e a escolha também. Até porque minha mais velha nunca pediu um irmão.
Eu decidi um segundo filho porque eu queria e estava disposta a passar tudo de novo (as alegrias e os perrengues) com um novo bebê. E passamos, aprendemos e continuamos acreditando na nossa melhor escolha. Eu decidi por mim mesma, baseada no que gostaríamos para nossa família. Porque gosto de crianças, porque gostei de gestar, de parir e queria passar de novo. Porque criar filhos é difícil, mas é possível. Porque fiz umas contas e sei que apertaria orçamento, mas expandiria meu coração. Eu decidi um segundo filho porque quis, simples assim, nada filosófico.

E hoje, vendo essa foto (tirada hoje) de vocês duas, fiquei refletindo que eu não posso escolher por vocês, mas sempre, pra sempre, vou torcer e me comportar estimulando que sejam amigas (sim, as melhores), que sejam parceiras de vida, que briguem, mas se reconciliem, que sigam firmes, juntas, inseparáveis, fortes, felizes e amorosas (como são). Que seja rede, uma da outra, onde quer que estejam.

Amo vocês, minhas pequenas ❤️

[Transformar-se]Tornar-se pai e mãe é aquilo que todo mundo relata como “transformador”. E para quem se “joga” nesse fun...
29/09/2022

[Transformar-se]

Tornar-se pai e mãe é aquilo que todo mundo relata como “transformador”. E para quem se “joga” nesse função e vivencia de verdade tudo que a maternidade e a paternidade é, eu diria que é sim, uma forma de se transformar.

A primeira transformação acontece na rotina. Nada mais obedece um padrão para acontecer. A gente de verdade f**a a mercê daqueles pequenos seres. E vai tentar controlar pra você ver: nem tente, não vai funcionar na maternidade, eu posso garantir.
Me perdoe as mães/pais ansiosos e controladores, a falta de controle é que vira rotina. E a gente passa a viver com novas variáveis, como numa corda mais ou menos bamba, tentando se equilibrar. O sono que antes era rotina, também se transforma, f**a cheio de pausas, pausas longas.

Outra transformação é na relações. O que antes era programa preferido na parte da noite, passa a ter restrições de horário. Tudo que é até as 19:00 agora é bem melhor. Passou disso, f**a mais difícil para quem tem filhos pequenos. E você pode até se achar incompreendido pelos amigos que não tem filhos e ressignif**ar algumas amizades.

Ainda no campo das relações, outra grande mudança é na relação do casal. A comunicação passa a ser a melhor ferramenta de sobrevivência do relacionamento como nunca antes havia sido. O diálogo precisa aumentar a frequência, as falas claras, os combinados bem esclarecidos. Tudo conversado tim-tim por tim-tim.

E a maior de todas as transformações é a interna, é a de ser cuidador, ser responsável por um outro ser humano, é aumentar a probabilidade de criar pessoas boas para um mundo melhor.
É tentar controlar suas emoções quando ao redor tudo é caos e alegria ao mesmo tempo. É aprender esse novo papel, que não é nada romântico, mas te transforma todos os dias, te coloca à prova, te faz sentir um nada e um tudo para alguém do dia pra noite. É choro e risada, é “transformar a dor” em amor.

Autoria: Denize Ribeiro
Psicóloga
CRP:06/100428

Endereço

Monte Aprazível, SP
15150-000

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