26/08/2026
Hoje, a escola ruidosa e alegre ficou triste . A cidade parou.
E cada um de nós se sentiu impotente diante da morte, do sofrimento humano e das dores que, muitas vezes, são silenciadas por dentro.
A depressão, o bullying, a exclusão, as humilhações e as agressões — muitas vezes disfarçadas de “brincadeiras” — deixam marcas profundas.
Por tantas vezes, um comentário que para alguns parece simples, para quem o recebe pode ser ofensivo, doloroso e inesquecível. Palavras machucam. Atitudes ferem. O que é motivo de riso para um pode ser uma dor que ninguém consegue enxergar.
Precisamos olhar mais para os nossos jovens. Ouvir mais. Observar mais. Acolher mais.
Aos pais, deixo também um chamado: eduquem, conversem, acompanhem, imponham limites e façam as correções cabíveis quando necessário. A proteção e a saúde emocional dos nossos filhos não dependem apenas de acolhimento, mas também de responsabilidade, valores e limites.
Não esperemos que uma “brincadeira” se transforme em crueldade, violência ou, no futuro, em um crime. Educar hoje é também prevenir a dor de amanhã.
Que essa tragédia nos faça refletir, não apenas sobre quem sofreu, mas sobre o que cada um de nós — famílias, escolas e sociedade — precisa fazer para impedir que outras histórias tenham o mesmo desfecho.
🖤 Bullying não é brincadeira. E o silêncio nunca pode ser a única resposta.