03/08/2026
“Meu Deus, eu tenho dedo podre.”
No começo, ele parecia diferente.
Você acreditou que, dessa vez, seria diferente.
Depois vieram as mesmas desculpas, a mesma ausência e aquela sensação conhecida de estar dando muito para receber tão pouco.
Então, você olha para a própria história e conclui:
“O problema sou eu.”
Mas repetir um padrão não signif**a que você escolheu sofrer — muito menos que merece aquilo que viveu.
Às vezes, o rosto muda, mas alguma coisa naquela relação parece familiar.
E o familiar pode ser confundido com amor, química, intensidade ou esperança.
A psicanálise não vai dizer quem você deve escolher. Mas pode ajudar você a compreender por que algumas histórias chamam tanto a sua atenção, o que faz você permanecer nelas e por que certos finais parecem tão conhecidos.
Quando a repetição ganha palavras, ela deixa de ser apenas “dedo podre” e começa a ganhar sentido.
Quer se conhecer e encerrar padrões que se repetem, me chama.
Aproveita, salve este post e envie para aquela amiga que sempre diz: “Eu tenho dedo podre.”
Vamos juntas assumir o protagonismo de nossas vidas.
Angela Mello
Psicanálise para a vida real
Atendimentos online.
Agendamentos pelo link da bio.