Cleo Lima Terapeuta e Mentora

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12/08/2026

Talvez você não esteja precisando de férias. Talvez esteja precisando de árvores. Hoje vim recarregar minhas energias em meio ao verde, ao silêncio e à presença da natureza.
Não é terapia.
Mas é terapêutico.
Porque nem tudo que cuida da gente acontece dentro de um consultório. Às vezes, o corpo pede pausa. A mente pede espaço. E a alma pede simplesmente… presença.

Estar aqui me lembra que desacelerar não é parar a vida. É voltar para si antes de continuar.

Que você também encontre, hoje, um lugar onde não precise produzir, resolver ou sustentar nada.
Só respirar. Só estar. Só se permitir recarregar.

E você, quando foi a última vez que fez algo que não era terapia, mas foi profundamente terapêutico?

#ᴄᴜɪᴅᴀᴅᴏᴇᴍᴏᴄɪᴏɴᴀʟ #ᴀᴜᴛᴏᴄᴜɪᴅᴀᴅᴏ CleoLima

12/08/2026

Talvez você não esteja precisando de mais férias…, será?

Hoje vim recarregar minhas energias em meio ao verde, ao silêncio e à presença da natureza.
Não é terapia. Mas é terapêutico.

Porque nem tudo que cuida da gente acontece dentro de um consultório. Às vezes, o corpo pede pausa. A mente pede espaço. E a alma pede simplesmente… presença.

Estar aqui me lembra que desacelerar não é parar a vida. É voltar para si antes de continuar.
Que você também encontre, hoje, um lugar onde não precise produzir, resolver ou sustentar nada.
Só respirar. Só estar. Só se permitir recarregar.

E você, quando foi a última vez que fez algo que não era terapia, mas foi profundamente terapêutico?

l l l idado CleoLima

Nem toda procrastinação nasce da falta de disciplina. Algumas pessoas estudam muito, fazem curso atrás de curso, acumula...
06/08/2026

Nem toda procrastinação nasce da falta de disciplina. Algumas pessoas estudam muito, fazem curso atrás de curso, acumulam certificados, sonham, planejam… e ainda assim não conseguem ocupar o próprio lugar na vida.

Foi exatamente assim que essa mulher chegou até mim. Ela acreditava que seu problema era a procrastinação. Mas, durante a Constelação Familiar, emergiu uma realidade muito mais profunda. Em seu sistema havia mulheres que foram silenciadas, traídas, maltratadas e desvalorizadas. Mulheres que aprenderam que existir significava suportar.

Muitas vezes, por amor inconsciente ao sistema familiar, repetimos destinos que nem sequer percebemos. Não porque queremos sofrer, mas porque pertencimento é uma das forças mais poderosas da vida.

Quando essa dinâmica foi reconhecida, ela pôde olhar para essas mulheres com respeito, honrar suas histórias e, ao mesmo tempo, compreender que não precisava continuar vivendo o mesmo destino para continuar pertencendo.

Esse é um dos movimentos mais transformadores que vejo acontecer em consultório. Às vezes, aquilo que você chama de procrastinação pode ser apenas a forma que sua história encontrou para pedir que alguém finalmente a enxergue.

Você já se perguntou se a dificuldade de viver plenamente a sua vida realmente começou em você?

Nem toda doença ou conflito surge do seu agora… Às vezes, eles nascem do excesso de pesos invisíveis que carregamos por ...
01/08/2026

Nem toda doença ou conflito surge do seu agora… Às vezes, eles nascem do excesso de pesos invisíveis que carregamos por anos. Lealdades familiares, culpas que nunca foram nossas, responsabilidades assumidas cedo demais e histórias que o corpo continua sustentando, mesmo quando a mente já deseja seguir em frente.

Esses depoimentos me emocionam porque descreve exatamente o que acontece quando a consciência começa a ocupar o lugar do automatismo.

A terapia sistêmica não apaga o passado. Ela reorganiza a relação que você tem com ele.

E quando isso acontece, algo muito bonito surge: a pessoa volta a enxergar a própria potência.

Perceba uma frase que me marcou nesse relato: “a cada sessão eu me liberto um pouco mais dos pesos para ver minha potência.”

É exatamente isso. O objetivo é retirar tudo aquilo que foi sendo colocado sobre quem você realmente é.

Quando a mente encontra clareza, quando o corpo deixa de carregar o que não lhe pertence e quando a história é ressignificada, surgem novas escolhas, novas percepções e uma forma mais leve de existir.

Se você sente que está sempre cansada, pesada ou vivendo no automático, talvez o problema não seja falta de força ou “as viroses”.

Talvez você apenas esteja sustentando um peso que nunca deveria ter sido seu.

E essa é uma transformação que nenhuma estratégia superficial consegue oferecer. Ela começa quando existe coragem para olhar para a raiz.

Se você sente que está sempre cansada, doente, sobrecarregada ou vivendo no automático, talvez seu corpo esteja tentando contar uma história que sua consciência ainda não ouviu.

Escreva “RECOMEÇAR” nos comentários ou me envie uma mensagem. Será um prazer caminhar com você nesse recomeço.

26/06/2026

Você já parou para pensar no impacto que as suas palavras têm na vida de outras pessoas?

Minha sobrinha de 13 anos me ouviu chamar minhas clientes de Fênix tantas vezes que decidiu gravar este vídeo para elas. Quando ela me mostrou, eu me emocionei.

Naquele instante percebi que a identidade de uma comunidade vai muito além de um nome.

Ser Fênix nunca foi sobre parecer forte o tempo todo. É sobre renascer depois de dias difíceis.
É sobre continuar mesmo quando ninguém vê. É sobre lembrar que nenhuma dor precisa ser o capítulo final da nossa história.

Talvez ela, pela pouca idade, nem tenha percebido, mas conseguiu traduzir em poucos segundos aquilo que tantas mulheres estão vivendo enquanto aprendem a voltar para si.

Se este vídeo também tocou você, talvez exista uma Fênix aí dentro esperando apenas ser lembrada.

Escreva “Eu sou uma Fênix porque…” nos comentários. Quero ler cada uma de vocês.

Existe uma dor que você sente, mas talvez ainda não saiba o nome.Ela não é física.Ela atravessa o corpo, a história e o ...
12/06/2026

Existe uma dor que você sente, mas talvez ainda não saiba o nome.

Ela não é física.

Ela atravessa o corpo, a história e o jeito que você ocupa o mundo hoje.
É a dor do desenraizamento.

No Rio Grande do Norte, milhares de pessoas cresceram assim:
Longe da própria ancestralidade.
Sem acesso à história que explica o próprio rosto.
Sem saber, exatamente, de onde vieram.

O resultado disso é uma sensação constante de desconexão.

Um vazio que a gente tenta preencher, mas nunca completa.

Isso tem um peso.
Quando você cresce afastado das suas raízes, você vive sem uma referência interna de quem é.

É como se uma parte da sua existência nunca tivesse conseguido se organizar.

F**a um “ruído” na identidade.
Por isso, o resgate da ancestralidade não é só militância ou cultura.
É um movimento psíquico de cura.
É uma reconstrução interna.
É criar, finalmente, a ponte entre o seu passado e o seu agora.

Saber de onde você veio muda o modo como você se percebe.

Organiza a sua narrativa.
Fortalece a sua presença no mundo.

Porque a história pode até ser silenciada por gerações. Mas ela nunca deixa de pulsar em quem você é.
O pertencimento é a única coisa que o apagamento não consegue destruir por completo.
É a sua dignidade de volta.
Viva o nosso povo originário!

06/06/2026
03/06/2026

Workshop de Constelações e desenvolvimento humano com Cleo
Lima.
Realizado em 17.05.2026 (Natal/RN).
Tema: Lealdade Materna - A mãe que você teve ainda decide a pessoa que você é?

Tivemos a participação especial de com Leitura Sistêmica/dinâmica do livro de Juan Garriga “Onde estão as moedas?”

Algumas transformações não acontecem quando você aprende algo novo. Elas acontecem quando você finalmente sente aquilo que passou anos tentando evitar.

No workshop Lealdade Materna, vivemos muito mais do que uma palestra. Vivemos encontros.

Encontros com histórias de nossas raizes que precisavam ser olhadas. Com emoções que precisavam ser acolhidas. Com partes de nós que, por muito tempo, ficaram esperando reconhecimento.

Entre conversas, café, meditação, constelação, reflexões inspiradas na leitura de “Onde Estão as Moedas?” e depoimentos que tocaram profundamente o coração de todos os presentes, algo ficou claro:

Muitas das dores que carregamos não começaram em nós. Mas a responsabilidade de transformá-las começa.

Minha gratidão a cada pessoa que esteve presente, à querida Lívia Cabral pela contribuição tão sensível, a Clodoaldo pelo apoio logístico e a todos que permitiram que este encontro acontecesse com tanta verdade.

Porque quando uma pessoa compreende sua história sem culpa, ela deixa de sobreviver a ela e, começa a construir um novo destino.

Durante muito tempo, eu achei que o meu problema era cansaço.Eu dormia, descansava, tentava me organizar melhor, mas  na...
01/06/2026

Durante muito tempo, eu achei que o meu problema era cansaço.
Eu dormia, descansava, tentava me organizar melhor, mas nada parecia resolver.

Só depois compreendi que existe um tipo de exaustão que não passa dormindo.

É o cansaço de quem sustenta tudo.
De quem vive em alerta.
De quem resolve a vida de todos, mas se abandonou no processo.

Muitas mulheres chegam até mim achando que o problema é ansiedade, dedo podre, azar, doenças.

Mas, no fundo, estão emocionalmente sobrecarregadas há anos.

Carregando relações difíceis, Padrões repetitivos, culpa, excesso de responsabilidade.
E uma sensação silenciosa de ter se perdido de si mesmas.

A Lupa — Recomeçar nasceu para isso.

Para ajudar mulheres a enxergarem o que está invisível:
os padrões, as lealdades emocionais, os ciclos que se repetem, e tudo aquilo que mantém uma vida inteira em sobrevivência emocional.

Porque chega um momento em que a mulher não quer mais apenas aguentar. Ela quer voltar a viver com verdade, com sentido, com gosto.

💎Você cria seu futuro. Eu ensino o caminho.

📩 Me chama no direct para saber como funciona a mentoria.

E se o problema não fosse você, mas terapias que nunca chegaram na raiz?Por muito tempo eu achei que o problema era comi...
21/05/2026

E se o problema não fosse você, mas terapias que nunca chegaram na raiz?

Por muito tempo eu achei que o problema era comigo.

Porque eu fazia terapia.
Buscava respostas.
Tentava melhorar.
E ainda assim existia um cansaço emocional que nunca passava completamente.

Eu funcionava.
Produzia.
Sustentava pessoas.
Mas em alguns momentos sentia como se estivesse distante de mim mesma.

Até perceber uma coisa difícil:

existem dores que não desaparecem enquanto a raiz continua invisível.

Nem tudo começa na mente.
Algumas dores começam nas lealdades que carregamos sem perceber.
Na necessidade de ser forte o tempo inteiro.
No abandono silencioso de si mesma para conseguir sustentar o mundo ao redor.

E talvez tenha sido por isso que, durante muito tempo, eu senti que nada realmente “chegava no fundo”.

Hoje entendo que transformação não acontece quando aprendemos apenas a suportar melhor a dor.
Ela começa quando finalmente conseguimos enxergar o que sustenta essa dor, de onde verdadeira vem os bloqueios.

Foi isso que mudou minha vida.
E é isso que hoje sustenta meu trabalho.

— Cleo Lima

Endereço

Natal, RN
59000-000

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