29/05/2026
Muita gente recebe o diagnóstico de fissura e já associa imediatamente à cirurgia.
Mas, na prática, o que mais vejo são pacientes que chegam sem orientação adequada, tentando resolver sozinhas algo que precisava de acompanhamento desde o início.
E é justamente aí que o quadro costuma piorar.
Porque a fissura não depende só da lesão em si, depende do funcionamento do intestino, do padrão evacuatório e do tempo que aquele tecido permanece sendo machucado repetidamente.
Quando o tratamento acontece cedo e de forma correta, as chances de resolução clínica são muito maiores.