Dr. Juan Távora Mello

Dr. Juan Távora Mello Título de Especialista em Cirurgia Geral CBC 2015. Membro Associado da Sociedade de Cirurgia Bariátrica e Metabólica SBCBM 2015.

Muita gente descobre que tem pedra na vesícula depois de perceber um padrão: a dor aparece logo após determinadas refeiç...
04/08/2026

Muita gente descobre que tem pedra na vesícula depois de perceber um padrão: a dor aparece logo após determinadas refeições.

Isso acontece porque alguns alimentos estimulam a vesícula a se contrair para liberar bile e ajudar na digestão. Quando existem cálculos, essa contração pode desencadear a crise. 🥴

Os principais gatilhos costumam ser alimentos ricos em gordura, como frituras, carnes mais gordurosas, embutidos, fast food, molhos, queijos amarelos e sobremesas com alto teor de gordura.

Mas não existe uma lista universal. Algumas pessoas apresentam sintomas após refeições muito volumosas, enquanto outras percebem desconforto mesmo com quantidades menores.

A crise geralmente se manifesta como uma dor intensa na parte superior direita do abdômen, podendo irradiar para as costas ou para o ombro direito. Náuseas e vômitos também podem ocorrer.

É importante lembrar que evitar determinados alimentos pode reduzir as crises, mas não elimina as pedras. Quando a vesícula já está causando sintomas, a alimentação ajuda no controle, mas não resolve a causa do problema.

Se a dor vem se repetindo após as refeições, vale a pena investigar. Muitas vezes, o corpo está mostrando um padrão antes que surjam complicações.

Você se identificou com esses sinais? Não espere e agende uma consulta! 🩺
Dr. Juan Távora
Cirurgião Geral
CRM/RJ 52.85713-0 | RQE 24862

Nem toda pedra na vesícula exige cirurgia imediata. Mas quando ela já está causando sintomas, adiar o tratamento pode tr...
30/07/2026

Nem toda pedra na vesícula exige cirurgia imediata. Mas quando ela já está causando sintomas, adiar o tratamento pode trazer consequências.

A dor pode até desaparecer após uma crise, mas isso não signif**a que o problema foi resolvido. As pedras continuam presentes e novas crises podem acontecer a qualquer momento.

Além do desconforto recorrente, existe o risco de complicações. A vesícula pode inflamar, levando à chamada colecistite aguda, um quadro que geralmente exige internação e tratamento mais urgente.

Em algumas situações, uma pedra pode migrar para os canais biliares e provocar obstrução, icterícia (pele e olhos amarelados) ou até pancreatite, uma condição potencialmente grave. 😷

Por isso, quando o paciente já apresenta sintomas relacionados às pedras, a retirada da vesícula costuma ser o tratamento mais indicado. O objetivo não é apenas aliviar a dor, mas evitar complicações futuras.

A decisão deve ser individualizada e baseada na avaliação médica. Mas uma coisa é importante entender: quando a vesícula começa a dar sinais de que algo não vai bem, esperar nem sempre é a melhor estratégia.

Dr. Juan Távora
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Sim, em alguns casos as canetas emagrecedoras podem ser utilizadas após a cirurgia bariátrica. Mas isso não signif**a qu...
24/07/2026

Sim, em alguns casos as canetas emagrecedoras podem ser utilizadas após a cirurgia bariátrica. Mas isso não signif**a que sejam indicadas para todos os pacientes.

Embora a bariátrica seja uma das ferramentas mais ef**azes no tratamento da obesidade, alguns pacientes podem apresentar perda de peso abaixo do esperado ou recuperar parte do peso ao longo dos anos. Nessas situações, a medicação pode ser considerada como parte da estratégia de tratamento.

A decisão depende de uma avaliação individual. É importante entender o motivo do reganho de peso, os hábitos atuais, a alimentação, a prática de atividade física e a presença de outras condições de saúde.

Outro ponto importante é que a caneta não substitui o acompanhamento pós-bariátrico. O sucesso do tratamento continua dependendo de fatores como alimentação adequada, suplementação, acompanhamento nutricional e consultas regulares.

👉 Nem todo reganho de peso signif**a falha da cirurgia. Nem todo paciente que fez bariátrica precisará usar medicação.

O mais importante é entender que obesidade é uma doença crônica. Em alguns casos, o tratamento pode precisar ser ajustado ao longo do tempo, combinando diferentes ferramentas para manter os resultados e preservar a saúde.

Compartilhe com quem também precisa saber disso. ✅

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As canetas emagrecedoras revolucionaram o tratamento da obesidade, mas como qualquer medicamento, também exigem acompanh...
14/07/2026

As canetas emagrecedoras revolucionaram o tratamento da obesidade, mas como qualquer medicamento, também exigem acompanhamento e avaliação médica.

Uma das dúvidas mais comuns é sobre a relação entre essas medicações e a pancreatite, que é a inflamação do pâncreas.

Embora seja um evento incomum, existem relatos de pancreatite em pacientes que utilizam medicamentos dessa classe. Por isso, qualquer sintoma sugestivo deve ser avaliado rapidamente.
➡️ Os principais sinais de alerta incluem dor intensa na parte superior do abdômen, que pode irradiar para as costas, além de náuseas e vômitos persistentes. Esses sintomas não devem ser ignorados, especialmente durante o uso da medicação.

É importante lembrar que a pancreatite também pode ter outras causas frequentes, como pedras na vesícula e consumo excessivo de álcool. Nem todo caso em um paciente que usa caneta emagrecedora está necessariamente relacionado ao medicamento.

Antes de iniciar o tratamento, o médico avalia o histórico clínico, fatores de risco e possíveis contraindicações. Durante o acompanhamento, qualquer sintoma novo deve ser comunicado.

As canetas emagrecedoras são ferramentas importantes no tratamento da obesidade, mas seu uso deve ser feito com orientação médica, monitoramento adequado e expectativas realistas sobre benefícios e possíveis efeitos adversos.
Converse com seu médico. 🩺

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Muitas pessoas convivem por anos com a ideia de que precisam conseguir emagrecer sozinhas. Tentam dietas, programas de e...
08/07/2026

Muitas pessoas convivem por anos com a ideia de que precisam conseguir emagrecer sozinhas. Tentam dietas, programas de exercícios, medicamentos e enfrentam sucessivos ciclos de perda e recuperação de peso.

Quando a cirurgia bariátrica entra na conversa, não é raro surgir um sentimento de culpa, como se a decisão representasse uma desistência ou um “atalho”. Mas não é assim que a medicina enxerga a obesidade.

A obesidade é uma doença complexa, influenciada por fatores genéticos, hormonais, metabólicos, comportamentais e ambientais. Por isso, nem sempre esforço e disciplina são suficientes para alcançar e manter uma perda de peso signif**ativa a longo prazo.

A bariátrica não elimina a necessidade de mudanças de hábitos. Pelo contrário. Ela é uma ferramenta que ajuda no tratamento, mas continua exigindo acompanhamento, comprometimento e participação ativa do paciente. 😌

Optar pela cirurgia não é sinal de fraqueza. É reconhecer que existe uma doença que precisa ser tratada com a estratégia mais adequada para cada caso.

Buscar ajuda, avaliar opções e tomar uma decisão baseada em critérios médicos é um ato de cuidado com a própria saúde, não de desistência. 😉

Dr. Juan Távora
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08/07/2026
Essa é uma das perguntas mais comuns no consultório e a resposta direta é: não existe “o melhor” de forma geral.👉 O bypa...
30/06/2026

Essa é uma das perguntas mais comuns no consultório e a resposta direta é: não existe “o melhor” de forma geral.

👉 O bypass gástrico e a gastrectomia sleeve são técnicas diferentes, com mecanismos distintos e indicações específ**as.
O bypass, além de reduzir o tamanho do estômago, também altera parte do trajeto do intestino. Isso costuma ter um efeito metabólico mais intenso, sendo uma opção importante, por exemplo, em pacientes com diabetes tipo 2.

👉 Já o sleeve envolve a redução do estômago, sem desvio intestinal. É uma técnica mais simples do ponto de vista anatômico e pode ser indicada em diferentes perfis de pacientes.

A escolha não é baseada em preferência, e sim em avaliação. Idade, IMC, doenças associadas, histórico clínico, padrão alimentar e até o comportamento do paciente entram nessa decisão.

Por isso, comparar as duas como se uma fosse melhor que a outra pode levar a uma escolha inadequada.
O que existe é a técnica mais indicada para cada caso.

E essa decisão precisa ser individualizada, feita em consulta, com base em critérios médicos, não em comparação genérica.

Quer saber mais? Agende uma avaliação e vamos conversar.
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A esteatose hepática é comum, mas isso não signif**a que seja inofensiva.Em muitos casos, ela não causa sintomas e acaba...
22/06/2026

A esteatose hepática é comum, mas isso não signif**a que seja inofensiva.

Em muitos casos, ela não causa sintomas e acaba sendo descoberta por acaso em exames de rotina. O problema é que pode evoluir. A gordura no fígado pode levar a inflamação, fibrose e, em estágios mais avançados, comprometer a função do órgão.

Está frequentemente associada à obesidade, resistência à insulina, diabetes tipo 2 e colesterol elevado. Ou seja, faz parte de um contexto metabólico que precisa ser tratado como um todo.

Nem todo paciente vai evoluir para formas graves, mas não dá para prever sem avaliação. Por isso, ignorar o diagnóstico não é uma boa estratégia.

O tratamento envolve mudança de hábitos, controle de doenças associadas e, em alguns casos, medicação ou abordagem cirúrgica, dependendo do quadro.

Se apareceu no seu exame, vale investigar e acompanhar.
Comum não é sinônimo de simples.

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Sim, pode afetar e esse é um efeito que muita gente não considera.A perda de peso acelerada aumenta o risco de formação ...
19/06/2026

Sim, pode afetar e esse é um efeito que muita gente não considera.

A perda de peso acelerada aumenta o risco de formação de cálculos na vesícula biliar. Isso acontece por dois motivos principais. Primeiro, dietas muito restritivas (principalmente pobres em gordura) fazem a vesícula esvaziar menos. A bile f**a mais concentrada e favorece a formação de “pedras”.

Segundo, durante o emagrecimento rápido, o corpo mobiliza grandes quantidades de gordura. Parte desse colesterol vai parar na bile, aumentando a chance de cristalização.

Esse cenário é comum em dietas radicais, jejuns prolongados e também após perda de peso rápida, como em alguns pacientes no pós-operatório de cirurgia bariátrica.

Nem todo mundo vai ter sintomas, mas quando aparecem, incluem dor no lado direito do abdômen, náuseas e desconforto após refeições.

Emagrecer é importante — mas a velocidade faz diferença.

Perda de peso gradual, com orientação adequada, reduz o risco de complicações como pedra na vesícula.

Se surgirem sintomas durante o emagrecimento, vale investigar. Agende um consulta.
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A gordura visceral se acumula ao redor dos órgãos, dentro do abdômen, e pode estar presente mesmo em quem não parece aci...
10/06/2026

A gordura visceral se acumula ao redor dos órgãos, dentro do abdômen, e pode estar presente mesmo em quem não parece acima do peso.

O problema é que ela é metabolicamente ativa. Está associada a resistência à insulina, diabetes tipo 2, hipertensão, alterações no colesterol e maior risco cardiovascular. Ou seja, não é só uma questão estética.

Muita gente olha o peso na balança e acha que está tudo bem. Mas a distribuição da gordura faz diferença. É possível ter um peso “normal” e, ainda assim, apresentar excesso de gordura visceral.

Sinais indiretos podem levantar suspeita, como aumento da circunferência abdominal, exames alterados ou histórico familiar de doenças metabólicas.

A avaliação não se baseia apenas no peso. Exames, medidas corporais e análise clínica ajudam a entender o risco real.

Tratar gordura visceral não é só emagrecer. É ajustar hábitos, melhorar a composição corporal e, em alguns casos, associar tratamento medicamentoso ou cirúrgico.

O que não aparece no espelho também precisa de atenção. 😉
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