Psicóloga Juliana Aguiar

Psicóloga Juliana Aguiar Gestalt-terapeuta| Neuropsicóloga
Presencial e online 🇧🇷🌍
📍Nova Iguaçu, RJ

Por muito tempo pensei que amadurecer fosse me afastar da menina que fui.Hoje entendo que foi justamente o contrário.Qua...
22/06/2026

Por muito tempo pensei que amadurecer fosse me afastar da menina que fui.

Hoje entendo que foi justamente o contrário.

Quanto mais a vida acontece, mais percebo que ela continua aqui na forma como me emociono, cuido, me interesso pelo mundo e sigo tentando, mesmo sem todas as respostas.

A vida trouxe marcas, encontros, despedidas e recomeços.
Mas também me mostrou algo essencial: a menina que fui e a mulher que me tornei nunca estiveram separadas.
Crescer não foi deixá-la para trás.
Foi aprender a caminhar ao lado dela.

Hoje não celebro apenas o tempo, mas tudo o que ele construiu em mim.
Com mais gentileza.
Mais verdade.
Mais presença.

Hoje celebro a minha vida, com Deus em cada passo. ♥️

18/06/2026

Temos a tendência de sermos os nossos piores críticos. Olhamos para o que ainda falta, para o que não deu certo, para o próximo desafio.
Mas e se, por um instante, você olhasse para a sua vida pelos olhos de quem você era anos atrás?
As dores que superamos e as batalhas que vencemos nem sempre são visíveis para os outros. Mas uma parte de nós sabe exatamente o quanto custou chegar até aqui. ♥️

O que a sua versão do passado diria sobre o adulto que você é hoje?

Sentir tristeza profunda após uma perda não significa que você está doente. Significa que você está vivendo.Que algo (ou...
03/06/2026

Sentir tristeza profunda após uma perda não significa que você está doente. Significa que você está vivendo.

Que algo (ou alguém) era importante demais pra passar despercebido.
O luto é uma resposta natural à ausência de algo que fazia parte de quem você é e essa dor, por mais desconfortável que seja, tem sentido.

Em um mundo que corre, que exige performance, que evita o silêncio, sentir “por muito tempo” pode ser visto como fraqueza.

Mas o luto não tem prazo. Não precisa ser medicado só porque incomoda.

Nem interrompido só porque as pessoas ao redor já “seguiram em frente”. O que você sente é válido. E merece espaço.

Patologizar o luto é tentar encurtar um processo que precisa ser vivido por inteiro. Nem toda dor precisa de cura.

Algumas só precisam de escuta, presença e tempo. Negar o que sente pra se encaixar na pressa dos outros é uma forma de se abandonar.

Porque algumas ausências não deixam de doer de uma hora para outra. Elas apenas aprendem, aos poucos, a ocupar um lugar diferente dentro de nós. 🤍

01/06/2026

Tem dias em que a gente vai assumindo tantas responsabilidades, tentando cuidar de tantas pessoas e resolver tantas coisas, que acaba esquecendo de olhar para si.

Aos poucos, o cansaço se acumula. O corpo sente. A mente sente. E aquela sensação de que precisamos dar conta de tudo começa a pesar mais do que deveria.

Mas nem tudo está sob o nosso controle. Nem tudo é nossa responsabilidade.

Reconhecer os próprios limites não é fraqueza. Pedir ajuda não é incapacidade. E cuidar de si não é egoísmo.

Às vezes, o que precisamos não é tentar carregar mais peso, mas aprender a dividir a carga.

Você também merece o mesmo cuidado, acolhimento e compreensão que oferece aos outros. 🤍

Quando as pessoas pensam em avaliação neuropsicológica, geralmente pensam apenas em te**es.Mas, na prática, é muito mais...
21/05/2026

Quando as pessoas pensam em avaliação neuropsicológica, geralmente pensam apenas em te**es.

Mas, na prática, é muito mais profundo do que isso.

Nenhum teste, sozinho, explica uma pessoa.

Existe uma história por trás de cada resultado.
Existe alguém que talvez tenha passado anos tentando entender por que tudo parecia mais difícil.
Alguém que ouviu que era “desatento”, “desorganizado”, “preguiçoso” ou “sensível demais”.

Por isso, avaliar exige cuidado.
Exige estudo.
Exige olhar para além dos números.

Porque estamos lidando com pessoas reais, histórias reais e sofrimentos que muitas vezes ninguém vê.

E talvez uma das partes mais importantes da avaliação seja justamente essa: ajudar alguém a finalmente compreender o próprio funcionamento com mais clareza e menos culpa.

Quando as pessoas pensam em avaliação neuropsicológica, geralmente pensam apenas em te**es.Mas, na prática, é muito mais...
21/05/2026

Quando as pessoas pensam em avaliação neuropsicológica, geralmente pensam apenas em te**es.

Mas, na prática, é muito mais profundo do que isso.

Nenhum teste, sozinho, explica uma pessoa.

Existe uma história por trás de cada resultado.
Existe alguém que talvez tenha passado anos tentando entender por que tudo parecia mais difícil.
Alguém que ouviu que era “desatento”, “desorganizado”, “preguiçoso” ou “sensível demais”.

Por isso, avaliar exige cuidado.
Exige estudo.
Exige olhar para além dos números.

Porque estamos lidando com pessoas reais, histórias reais e sofrimentos que muitas vezes ninguém vê.

E talvez uma das partes mais importantes da avaliação seja justamente essa: ajudar alguém a finalmente compreender o próprio funcionamento com mais clareza e menos culpa.

Hoje é um dia feliz.E eu acho importante começar por isso.Existem mães presentes, encontros reais, mesas cheias, abraços...
10/05/2026

Hoje é um dia feliz.
E eu acho importante começar por isso.

Existem mães presentes, encontros reais, mesas cheias, abraços demorados, almoços em família e filhos vivendo a alegria simples de ainda poder ocupar esse lugar de filho. E isso é bonito. Muito bonito.

Mas hoje eu também pensei em como essa data pode atravessar cada pessoa de uma maneira diferente.

Há um tempo, minha mãe já não consegue ocupar o lugar que ocupou a vida inteira.
Hoje, ela precisa de cuidados.
E, aos poucos, eu fui deixando de viver apenas o papel de filha para também me tornar responsável por ela em muitos sentidos.

Inclusive hoje.

Não porque faltou amor.
Mas porque a vida, às vezes, muda a forma como esse amor aparece.

E talvez uma das partes mais difíceis e mais silenciosas seja perceber quando os papéis começam a se inverter.
Quando filhos também passam a sustentar, acompanhar, decidir, proteger.
Quando, de algum modo, nos tornamos um pouco mães das nossas próprias mães.

Por isso, hoje, eu pensei também nas pessoas que vivem esse dia de outras formas.
Nos filhos que sentem saudade.
Nos que nunca foram cuidados como precisavam.
Nos que carregam exaustão junto com amor.
E nos que estão apenas tentando atravessar a data sem desmoronar.

O DIA DAS MÃES continua sendo um dia bonito.
Mas ele também pode ser complexo, sensível e profundamente humano.

E talvez acolher todas essas versões da data seja uma forma mais honesta de falar sobre amor. 🤍

Às vezes a gente esquece…mas até quem trabalha com saúde mental também tropeça nos próprios sentimentos.Entre um atendim...
27/04/2026

Às vezes a gente esquece…
mas até quem trabalha com saúde mental também tropeça nos próprios sentimentos.

Entre um atendimento e outro,
entre acolher e orientar,
eu também me encontro nas minhas contradições.
E tudo bem.

A verdade é que ninguém é coerente o tempo inteiro.
Ninguém aplica 100% do que sabe.
Ninguém acerta todos os dias.

A vida real escapa pelos cantos…
no almoço corrido,
no choro que chega sem aviso,
nas comparações silenciosas,
na culpa que insiste em voltar.

Escrevo isso porque sei que, do outro lado,
tem muita gente tentando dar conta de tudo
e achando que só ele se sente assim.

Não é só você.

A perfeição é uma ilusão.
Pra mim, pra você… pra qualquer um de nós.

Se em algum pedaço daqui você se reconheceu,
já valeu.

Porque se ver já é um começo. 🤍

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