Bárbara Roxo

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A vida de uma mulher é atravessada por diferentes ciclos.Menstruação, gestação, maternidade, puerpério, climatério e men...
25/08/2026

A vida de uma mulher é atravessada por diferentes ciclos.

Menstruação, gestação, maternidade, puerpério, climatério e menopausa envolvem mudanças no corpo, mas também podem mobilizar emoções, identidade, autoestima, relacionamentos e projetos de vida.

Nem tudo o que sentimos é causado pelos hormônios.

Mas também não podemos ignorar o quanto as transformações do corpo atravessam nossa experiência emocional.

Às vezes, uma mulher chega à terapia dizendo que está ansiosa, irritada, cansada ou que já não se reconhece.

Ao longo do processo, começa a perceber que não está vivendo apenas uma mudança física.

Está atravessando uma passagem.

Uma fase que termina.

Um papel que já não cabe.

Um corpo que pede outra forma de cuidado.

Uma identidade que precisa se reorganizar.

Nos próximos meses, quero abrir mais espaço para conversarmos sobre a saúde emocional da mulher em suas diferentes fases — sem reduzir nossas experiências aos hormônios, mas sem separar o corpo da nossa história.

Falaremos sobre ciclo menstrual, corpo, autoestima, maternidade, sobrecarga, climatério, menopausa, relações, perdas e recomeços.

Porque, em cada fase da vida, o corpo muda.

E a mulher também precisa ser escutada.

Atendo presencialmente em Porto Alegre e Novo Hamburgo e também de forma on-line.

Qual fase da vida feminina você gostaria de compreender melhor?

Maternidade # ProjetoReencontro

Ontem foi dia de inaugurar um novo espaço — e também novas possibilidades. ✨Participei da inauguração do Instituto Renov...
23/08/2026

Ontem foi dia de inaugurar um novo espaço — e também novas possibilidades. ✨

Participei da inauguração do Instituto Renova Ser, no Centro de Porto Alegre, em um encontro de conversas, trocas e experiências.

Foi muito especial compartilhar um pouco sobre as Barras de Access e viver, junto com tantas pessoas, momentos de presença, cuidado e conexão através das trocas de Barras.

E esse dia também marca uma novidade importante no meu trabalho:

Agora também estou atendendo no Centro de Porto Alegre. 💜

Um novo espaço para receber quem deseja olhar para si com mais profundidade, compreender seus processos e construir novos caminhos através da psicoterapia e das práticas corporais que integram o meu trabalho.

Atendimentos:
• Psicoterapia Analítica
• Barras de Access
• Processos Corporais

📍 Centro de Porto Alegre
📅 Agenda aberta para novos atendimentos

📲 WhatsApp: (51) 99958-6361

Com carinho,
Ba ✨

Hoje é dia de carta. 💌E esta nasceu na transformação de Vicky.Ao longo de Invejosa, acompanhamos uma mulher que chegou à...
21/08/2026

Hoje é dia de carta. 💌

E esta nasceu na transformação de Vicky.

Ao longo de Invejosa, acompanhamos uma mulher que chegou à terapia tentando compreender aquilo que sentia ao olhar para a vida das amigas.

Mas a inveja não era toda a história.

Era uma porta.

Por trás dela estavam as ausências, as esperas, o desejo de ser escolhida, o medo de não pertencer e as formas que Vicky encontrou para tentar conquistar seu lugar no mundo.

A terapia não fez com que ela se tornasse outra pessoa.

Vicky continuou intensa, contraditória e imperfeita. Mas começou a reconhecer de onde vinham algumas de suas reações e a experimentar novas maneiras de se relacionar consigo e com os outros.

Seu corte de cabelo tornou visível algo que já estava acontecendo internamente.

Não como uma transformação mágica ou um ponto final, mas como um pequeno ritual de passagem: uma mulher começando a se enxergar de outra maneira.

Talvez seja isso que um processo terapêutico possa nos oferecer.

Não uma vida sem conflitos, medos ou repetições, mas a possibilidade de perceber quando estamos sendo conduzidas por uma história antiga — e escolher como desejamos caminhar a partir de agora.

Vicky continuará fazendo terapia.

Porque compreender uma parte da nossa história não significa que todas as outras já foram elaboradas.

Algumas mudanças chegam silenciosamente.

Primeiro, alguma coisa se move dentro de nós.

Depois, um limite, uma escolha, uma conversa ou até uma mudança na nossa aparência revela:

eu ainda sou eu — mas já não sou exatamente a mesma.

🔑 Invejosa: da ferida ao pertencimento
Carta da semana | Projeto Reencontro
Onde os símbolos se transformam em consciência.

Que mudança aparentemente simples marcou o início de uma nova fase na sua vida?

Salve esta carta para reler quando sentir que ainda não mudou o suficiente. Algumas transformações já começaram — apenas ainda não ganharam nome.


Em Invejosa, Vicky encontra em Matías algo que desejou durante muito tempo: um homem emocionalmente disponível, que a en...
20/08/2026

Em Invejosa, Vicky encontra em Matías algo que desejou durante muito tempo: um homem emocionalmente disponível, que a enxerga e permanece.

Mas ser escolhida não faz desaparecer, automaticamente, a parte de nós que aprendeu a esperar pelo abandono.

Vicky não chega a essa relação apenas como a mulher adulta que é hoje. Ela também carrega as marcas da menina que precisou esperar, perder, adaptar-se e conquistar seu lugar.

Por isso, mesmo quando Matías permanece, seu corpo pode continuar preparado para a partida.

O medo do abandono nem sempre aparece como medo.

Pode surgir como ciúme, controle, cobranças, desconfiança, te**es ou necessidade constante de confirmação:

“Você continuará aqui se eu mostrar quem realmente sou?”

Essas atitudes não significam, necessariamente, falta de amor. Às vezes, revelam a dificuldade de acreditar que o amor possa existir sem ser conquistado continuamente.

Mas Matías também é uma pessoa inteira.
Acolher Vicky não significa aceitar tudo. Ele pode amá-la e dizer “não”, permanecer e estabelecer limites.

Um vínculo saudável não exige que uma pessoa desapareça para que a outra se sinta segura.
Matías pode oferecer presença, afeto e uma experiência diferente. Mas não pode elaborar por Vicky aquilo que sua história deixou.

O amor acompanha. Não substitui o processo de autoconhecimento.

A terapia pode ajudar a reconhecer quando reagimos ao que está acontecendo agora — e quando ainda estamos tentando nos proteger de uma história antiga.

Talvez confiar não seja ter a garantia de que nunca seremos abandonadas.

Talvez seja aprender a não nos abandonar para impedir que o outro vá embora.

🔑 Invejosa: da ferida ao pertencimento
Vicky e Matías — Bloco 2
Histórias | Projeto Reencontro

Quanto de você ainda precisa desaparecer para se sentir segura dentro de uma relação?

Salve para reler quando perceber que está tentando conquistar um lugar que já deveria poder ocupar.

Compartilhe com alguém que também esteja aprendendo a permanecer sem se abandonar.

Em Invejosa, Matías conhece Vicky sem que ela precise esconder sua intensidade, seus exageros e suas contradições.Ele nã...
20/08/2026

Em Invejosa, Matías conhece Vicky sem que ela precise esconder sua intensidade, seus exageros e suas contradições.

Ele não ama apenas uma versão idealizada dela. Também não tenta corrigi-la ou transformá-la em alguém mais fácil de amar.

Para Vicky, essa experiência é significativa.
Durante muito tempo, ela buscou ser escolhida por pessoas emocionalmente indisponíveis. Nesses vínculos, amar parecia exigir esforço: agradar, competir, convencer, esperar e provar que merecia um lugar.

Com Matías, a dinâmica é diferente.

Ela não precisa persegui-lo para ser vista. Ele está presente, olha para ela e se relaciona com a mulher real que encontra.

Mas receber um amor disponível também pode causar estranhamento.

Quando aprendemos que precisamos cuidar, agradar ou oferecer algo para merecer amor, ser acolhidas sem precisar conquistar esse lugar pode despertar desconfiança.

Na perspectiva junguiana, podemos projetar sobre o outro a esperança de reparar uma ferida antiga:
“Se essa pessoa finalmente me escolher, talvez eu prove que sempre fui digna de amor.”

Matías oferece a Vicky uma experiência afetiva diferente. Mas ele não a salva, não apaga sua história e não cura automaticamente suas feridas.

Um vínculo saudável pode nos mostrar que outra forma de amar é possível. Ainda assim, cabe a cada pessoa reconhecer suas defesas, sustentar a intimidade e aprender a receber aquilo que antes parecia desconhecido.

Talvez o amor não precise ser o lugar onde provamos nosso valor.

Talvez possa ser o lugar onde descobrimos que não precisávamos prová-lo.

🔑 Invejosa: da ferida ao pertencimento
Vicky e Matías — Bloco 1
Histórias | Projeto Reencontro

Você consegue reconhecer um amor disponível — ou ainda confunde amor com o esforço necessário para ser escolhida?

Salve para reler e compartilhe com alguém que também esteja aprendendo que amor não precisa ser conquista.

20/08/2026

Neste sábado, espero vocês no Instituto RenovaSer! 💚

Às 11h30, vou conversar sobre Barras de Access — e também teremos atendimentos durante o evento.

Quer saber mais ou ficou com alguma dúvida? Me chamem por aqui! ✨



20/08/2026

Em dias de chuva, o corpo também pode pedir uma pausa. 🌧️

Um café quentinho, um ambiente acolhedor e uma sessão de Barras de Access para desacelerar a mente, relaxar o corpo e abrir espaço para mais leveza. ☕✨

Atendimentos presenciais.
Agende o seu momento de cuidado. 💜

Em Invejosa, Vicky conversa com as amigas sobre seus relacionamentos, suas frustrações e aquilo que sente estar faltando...
19/08/2026

Em Invejosa, Vicky conversa com as amigas sobre seus relacionamentos, suas frustrações e aquilo que sente estar faltando em sua vida.

Elas a conhecem há muitos anos. Percebem seus exageros, reconhecem suas repetições e, algumas vezes, dizem verdades desconfortáveis.

Então, por que falar com uma terapeuta se podemos conversar com nossas amigas?

Porque são vínculos importantes, mas com funções diferentes.

A amizade oferece afeto, memória compartilhada e pertencimento. Uma amiga pode nos aconselhar a partir da própria história, preocupar-se conosco e desejar nos proteger.

A terapia oferece um espaço no qual não precisamos corresponder às expectativas do outro para preservar o vínculo.

Fernanda não decide por Vicky, não entrega respostas prontas e não tenta salvá-la. Ela observa não apenas o que Vicky conta, mas também suas contradições, seus silêncios e os padrões que reaparecem.

Na perspectiva junguiana, aquilo que se repete pode estar tentando revelar uma parte da história que ainda precisa ser reconhecida e integrada.

Por isso, compreender racionalmente um padrão nem sempre é suficiente para transformá-lo.

A terapia pode ajudar a perceber por que determinado modo de agir foi necessário, quando ele retorna e quais novas escolhas começam a se tornar possíveis.

As amigas podem permanecer ao nosso lado durante a travessia. A terapeuta oferece um espaço para enxergarmos como estamos atravessando — e o que continuamos carregando sem perceber.
Talvez a pergunta não seja apenas:
“Por que eu falaria dos meus problemas com uma pessoa que não conheço?”

Mas também:
“O que consigo contar às minhas amigas, mas ainda não consegui escutar em mim?”

Se você percebe que compreende muitas coisas sobre si, mas continua vivendo as mesmas repetições, a terapia pode ser um próximo passo.

Atendo presencialmente em Porto Alegre e Novo Hamburgo e também de forma on-line. Para conhecer meu trabalho, envie TERAPIA pelo direct.
Salve esta reflexão para reler e compartilhe com alguém que ainda acredita que terapia é apenas um espaço para desabafar.

Terapia SaúdeEmocional

O que você já compreendeu sobre si, mas ainda continua repetindo?Talvez você já saiba que escolhe pessoas emocionalmente...
19/08/2026

O que você já compreendeu sobre si, mas ainda continua repetindo?

Talvez você já saiba que escolhe pessoas emocionalmente indisponíveis.

Que se responsabiliza por todos.

Que aceita menos do que deseja.

Que tenta ser indispensável para não ser abandonada.

Ou que continua buscando no presente o reconhecimento que faltou em outra etapa da vida.
Compreender um padrão é importante. Mas algumas repetições não permanecem por falta de informação. Elas foram construídas como formas de proteção, pertencimento e sobrevivência emocional.

Por isso, nem sempre conseguimos transformá-las apenas dizendo: “Eu já sei por que faço isso.”
A terapia oferece um espaço para aprofundar esse conhecimento, reconhecer o que o padrão ainda tenta proteger e construir outras formas de se relacionar consigo e com o mundo.

A terapeuta não salva, não decide por você e não oferece respostas prontas. Mas pode ajudá-la a enxergar aquilo que, sozinha, ainda não consegue nomear — e permanecer ao seu lado enquanto você experimenta fazer diferente.

Se você sente que já compreendeu muitas coisas sobre si, mas continua presa às mesmas repetições, talvez seja o momento de iniciar ou retomar um processo terapêutico.

Atendo presencialmente em Porto Alegre e Novo Hamburgo e também on-line.

Para saber como funciona, envie a palavra TERAPIA pelo direct. 🔑

Endereço

Novo Hamburgo, RS

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