31/03/2026
Vamos falar sobre Pai?
Para alguns, "personagem" difícil na nossa história para, outros nem tanto... Porém, um dos mais importantes.
Por mais difícil que possa ser olhar para a figura paterna, depois dessa narrativa, vc vai compreender de uma outra maneira o julgamento que fazemos embasados na nossa vivência.
Peço que mentalmente vá para um ponto interno de neutralidade, respire e se abra para essa nova forma de olhar para o primeiro homem da sua vida.
Ele é o princípio masculino que vc conhece quando vem ao mundo, mesmo que vc nunca tenha tido contato com seu pai, ele está em vc,50% dele está no seu DNA. Graças a ele vc é quem vc é. Sem julgamentos, ele te deu a vida, e isto por si só basta. Vc toma a vida que chega a vc e segue. Aí se encontra a força. Quando vc para e olha pro passado cobrando, se queixando, exigindo, não sai do lugar... mas quando vc olha pra tudo, e quando eu digo tudo,é tudo mesmo: as faltas, as broncas,a ausência, a dor... a presença, o carinho, o apoio... tudo isso é importante quando vc olha buscando cura, e não permanecendo na zona de conforto, na vítima... Tratar um ferimento, pede limpar, zelar, curar, e... isso dói. E tudo bem! É preciso doer as vezes para curar.
É o Pai que nos apresenta o mundo, que nos mostra caminhos, segundo Bert Hellinger, é o princípio masculino que através do qual ganhamos força para irmos para a vida e para o mundo.
Como tomar o pai e td que vem dele?
Tudo que vem é benção, como a vida!! Os defeitos existem e são para ser trabalhados, simples assim. Quando não os trabalhamos, é sinal de que estamos emaranhados com essa questão. Algo para lidarmos. Então, nesse fluir, aceito o Pai, como o homem certo, sem julgamentos, no julgamento me emaranho, sem ele vc não existiria. Então, olho para a história de vida dele e percebo que ele fez o melhor que podia com o que teve, por que normalmente, recebemos mais do que eles tiveram, quando isso não acontece, é por que há emaranhamento com os avós. Isso já faz com que seu olhar mude radicalmente, o que torna vc mais compassivo e isso te leva a uma frequência diferenciada, de onde começa a entender que pode escolher como olhar para sua própria história.