06/08/2026
Quantas vezes a gente continua funcionando, cumprindo papéis, cuidando de tudo e de todos... enquanto por dentro nos sentimos completamente desmoronar?
Por fora, tudo parecia sob controle: cuidando da casa, dos estudos, do trabalho, dos filhos, das perdas e do luto. Mas a exaustão mais dolorosa é essa, a invisível — aquela que acontece quando continuamos fazendo tudo para o mundo, menos cuidando de nós mesmas. Vivendo no piloto automático: sem prazer, sem presença e sem alegria.
Por muito tempo, me deixei por último e me abandonei... Acreditava que tinha algo de errado comigo, até entender que eu só estava desconectada de mim.
A virada não é mágica, nem acontece do dia para o noite. Ela começa nos pequenos passos do processo terapêutico e da reconexão diária: escutar os próprios limites, acolher a própria dor, cuidar do corpo e se escolher — mesmo quando o sentimento de culpa insiste em aparecer.
Hoje eu entendo: não era sobre dar conta de tudo. Era sobre não me perder de mim.
Se esse relato ressoou no seu coração e você sente que se perdeu pelo caminho, saiba que o resgate é possível. Cuidar da sua saúde mental é o primeiro passo para voltar a viver de verdade.
Você tem se colocado em qual lugar da sua lista de prioridades ultimamente?
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