Psicóloga Cassiane Destri

Psicóloga Cassiane Destri ... "Ame o que faz... e não terás que trabalhar um minuto sequer na vida."... Contudo, Senhor, aceite-me como seu ajudante. Obrigado, Senhor!

Senhor,

Só Você conhece em profundidade a criatura humana
Só Você é verdadeiro psicólogo. Ensine-me as técnicas, oriente-me para não errar,
E quando eu falhar - sei que isso acontecerá -
venha depressa, Senhor, sanar o mal que fiz. Dê-me um entranhado amor e respeito
pela criatura humana. Não permite que a rotina, o cansaço
torne-me frio e indiferente ao outro. Dê-me bastante humildade para aceit

ar meus erros,
perdoa as ofensas e ajuda-me a
atribuir os êxitos a Você. Que no fim de cada dia, ao fazer minha revisão,
eu possa dizer em verdade:
Hoje fiz tudo quando dependeu de mim para
ajudar ao meu irmão.

Tem gente que entra num relacionamento querendo amar. Mas tem gente que entra querendo ser salva. E isso muda toda direç...
25/05/2026

Tem gente que entra num relacionamento querendo amar. Mas tem gente que entra querendo ser salva. E isso muda toda direção…
Porque quando o vazio emocional vem de feridas antigas… o relacionamento deixa de ser encontro e vira tentativa de sobrevivência.
A pessoa não busca apenas companhia. Busca anestesia para o abandono, alguém que silencie a insegurança, que confirme valor o tempo inteiro e que nunca vá embora.
Só que nenhum relacionamento consegue sustentar sozinho aquilo que a própria pessoa ainda não consegue construir dentro de si.
E é aí que o amor começa a adoecer. O medo do abandono vira controle. A insegurança vira ciúme. A necessidade de conexão vira cobrança constante. E qualquer silêncio parece rejeição.
Na teoria do apego, isso já foi amplamente discutido por Cindy Hazan e Phillip Shaver: quando crescemos sem segurança emocional suficiente, levamos para os relacionamentos adultos o medo de não sermos escolhidos, vistos ou permanentes.
E sem percebe, começamos a pedir para o outro curar dores que nasceram muito antes dele existir.
Mas relacionamento saudável não é resgate emocional. É construção. É duas pessoas emocionalmente responsáveis tentando criar segurança sem transformar o outro em remédio para as próprias feridas.
John Gottman afirma que relações saudáveis dependem de capacidade de comunicação, reparação emocional e autorregulação — não da ausência de conflitos.
Porque amar alguém não elimina automaticamente inseguranças internas. Às vezes… o relacionamento apenas revela aquilo que estava escondido.
E talvez uma das maiores maturidades emocionais seja entender que outro pode oferecer amor, mas não pode construir por você a estabilidade emocional que faltou aprender a desenvolver.
Quem entra numa relação esperando ser salvo… quase sempre transforma amor em dependência emocional.
Mas quem aprende a se sustentar emocionalmente… consegue viver o amor sem transformar o outro em prisão, medo ou necessidade desesperada de validação.
Porque relacionamento não foi feito para preencher buracos emocionais. Foi feito para compartilhar inteireza.

“Quando o relacionamento vira a única fonte de valor emocional… qualquer distância parece abandono.”

Porque nem tudo que você insiste em manter… sustenta o propósito que Ele preparou.Tem caminhos que parecem atraso, mas s...
24/05/2026

Porque nem tudo que você insiste em manter… sustenta o propósito que Ele preparou.

Tem caminhos que parecem atraso, mas são proteção. Tem portas que se fecham não como castigo… mas como livramento. E tem momentos em que Deus permite o caos não para destruir tua vida — mas para reorganizar aquilo que você tentou carregar sozinho por tempo demais.

A gente sofre porque olha a quebra. Mas Deus olha a reconstrução.

Enquanto você tenta entender o porquê da perda, da mudança, da espera ou da bagunça… Deus já está olhando para a versão sua que vai nascer depois disso tudo.

Porque existem fases da vida em que continuar igual seria muito mais perigoso do que precisar recomeçar.

E talvez hoje você não consiga compreender totalmente… mas um dia vai perceber que algumas dores impediram destruições maiores.

Nem toda bagunça é fim. Às vezes, é Deus tirando você de um caminho que já estava te afastando daquilo que realmente importa.

E Ele é claro quando diz: “Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês, diz o Senhor, planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro.”
— Jeremias 29:11

Se Obediente e, entenderás…

No Dia Nacional de Conscientização sobre a Esquizofrenia, precisamos falar sobre algo urgente: o preconceito ainda machu...
24/05/2026

No Dia Nacional de Conscientização sobre a Esquizofrenia, precisamos falar sobre algo urgente: o preconceito ainda machuca mais do que o diagnóstico.

A esquizofrenia não é “falta de força”, “fraqueza”, “loucura” ou “frescura”. É um transtorno mental sério, que precisa de cuidado, acompanhamento e acolhimento — não de abandono, medo ou julgamento.

E quanto mais cedo os sinais forem identificados, maiores podem ser as possibilidades de estabilização, autonomia e qualidade de vida.

Muitas vezes, antes do diagnóstico, alguns sinais já apareciam silenciosamente:

• Isolamento intenso;
• mudanças bruscas de comportamento;
• Desconfiança excessiva;
• Falas desconectadas da realidade;
• Dificuldade de organização do pensamento;
• Alterações importantes no sono e no funcionamento emocional;
• Perda progressiva do contato social e afetivo.

Em algumas famílias, também pode existir histórico de transtornos mentais que nunca foram compreendidos ou tratados adequadamente.

Por isso, informação salva.
Conscientização protege.
E o olhar atento pode mudar destinos.

Mas existe algo que também precisa ser dito: a família adoece junto quando não recebe orientação.

Porque viver ao lado do sofrimento psíquico sem compreensão gera medo, culpa, exaustão e impotência emocional.

Por isso, tratar esquizofrenia não é cuidar apenas do sintoma. É cuidar da dignidade humana. É fortalecer vínculos. É oferecer suporte à família. É construir possibilidades de vida em liberdade, com acompanhamento correto e respeito.

Diagnóstico não é sentença. Com tratamento adequado, suporte emocional e cuidado contínuo, muitas pessoas conseguem reconstruir vínculos, rotina, autonomia e sentido de vida.

E talvez uma das maiores formas de amor seja parar de olhar alguém apenas pelo transtorno… e voltar a enxergar a pessoa que existe ali.

Informação reduz preconceito.
Acolhimento reduz sofrimento.
E tratamento pode transformar histórias.

💚 Compartilhe esta publicação. Falar sobre saúde mental também salva vidas.

23/05/2026

“O amor tenta aproximar. As feridas tentam proteger.”

Quando o apego ansioso encontra o apego evitativo, o relacionamento pode virar um campo de sobrevivência emocional.

Enquanto um busca conexão, presença e segurança… o outro se afasta tentando não se sentir sufocado, invadido ou vulnerável demais.

E então começa uma dança dolorosa:
quanto mais um busca… mais o outro foge.
Quanto mais um insiste… mais o outro se fecha.

Pelas lentes da Terapia do Esquema, muitos conflitos não acontecem por falta de amor — mas pelas feridas emocionais que cada um aprendeu a proteger ao longo da vida.

O ansioso teme abandono.
O evitativo teme vulnerabilidade.

E muitas vezes nos conectamos justamente com pessoas que ativam dores antigas, porque o cérebro reconhece aquilo como familiar — mesmo que seja doloroso.

Isso é chamado de “química esquemática”.

Mas relações saudáveis não são feitas por pessoas sem feridas.
São construídas por pessoas que desenvolvem consciência emocional suficiente para não deixar suas feridas comandarem o amor.

✨ O Adulto Saudável aprende:
• conversar sem atacar;
• pedir sem exigir;
• colocar limites sem abandonar;
• permanecer sem sufocar.

Porque amor saudável não é guerra emocional.
É construção de segurança, consciência e regulação juntos.

21/05/2026

Ser psicóloga, para mim, nunca foi apenas exercer uma profissão. É carregar com honra a oportunidade de participar da reconstrução emocional de vidas inteiras.
E hoje, eu também quero agradecer.

A cada paciente que confiou em mim suas dores, suas histórias, seus medos e suas vulnerabilidades… obrigada. Obrigada por permitirem que eu caminhe com vocês em processos tão profundos e tão humanos.

Vocês também transformam a minha vida.

E aos pacientes que ainda virão… que encontrem aqui um espaço de acolhimento, consciência, reconstrução e verdade. Que encontrem um lugar seguro para voltar a si mesmos.

Porque no fim… não é apenas sobre terapia.

Com Amor, Psicóloga Cassiane🌹

A ansiedade muitas vezes é um sistema de alerta tentando sobreviver ao excesso que você normalizou. Tô ansiosa do nada…”...
21/05/2026

A ansiedade muitas vezes é um sistema de alerta tentando sobreviver ao excesso que você normalizou.

Tô ansiosa do nada…”

Mas talvez não seja do nada.

Talvez seja o seu cérebro tentando acompanhar uma rotina que já ultrapassou os limites emocionais do seu corpo faz tempo.

A neurobiologia da ansiedade mostra que o cérebro humano foi programado para detectar ameaças e manter você viva.

O problema é que ele não diferencia muito bem um perigo real… de um estado constante de pressão, cobrança, excesso de responsabilidade, hipervigilância emocional e esgotamento.

Então o corpo reage.

Coração acelerado.
Mente inquieta.
Dificuldade de desligar.
Cansaço extremo.
Irritação.
Sensação constante de que algo ruim vai acontecer.

E muitas vezes você nem entende o motivo… porque já se acostumou a viver sobrecarregada.

Pelas lentes da Terapia do Esquema, pessoas que cresceram precisando ser fortes o tempo inteiro costumam ignorar os próprios limites emocionais.

Aprendem a funcionar cansadas.
A performar mesmo destruídas.
A continuar mesmo sem recursos internos.

E o corpo começa a falar aquilo que a mente tentou silenciar por tempo demais.

A ansiedade não aparece apenas por fraqueza emocional. Muitas vezes ela aparece porque o sistema nervoso está tentando sobreviver ao acúmulo.

E é importante entender: TERAPIA não tira suas responsabilidades.

Mas ajuda você a reconhecer limites, compreender suas feridas emocionais e identificar o que existe por trás dessa sensação constante de alerta.

Porque viver em estado de sobrevivência não deveria ser considerado normal.

➡️ E talvez o primeiro passo da cura seja justamente parar de chamar de “do nada”… aquilo que o seu corpo vem tentando explicar há muito tempo.

21/05/2026

Existe um momento muito importante no processo de cura emocional: quando quem manipulava percebe que já não encontra mais a mesma fragilidade para controlar.

Porque pessoas emocionalmente dependentes não permanecem apenas por amor. Muitas vezes permanecem por medo de perder, de ficar sozinhas, de não serem suficientes, de não serem amadas novamente.

E é exatamente nisso que relações narcisistas frequentemente se sustentam: na insegurança emocional do outro. No apego frágil. Na culpa. Na necessidade excessiva de validação. Na esperança constante de finalmente receber o amor que nunca chega inteiro.

Pelas lentes da Terapia do Esquema, isso costuma ativar feridas profundas: abandono, defectividade, privação emocional, subjugação e busca de aprovação.

A pessoa passa a confundir intensidade com amor. Ansiedade com conexão. Controle com cuidado. E sofrimento com profundidade emocional.

Mas algo poderoso acontece quando a consciência começa a crescer. A vítima deixa de buscar migalhas emocionais… e começa a enxergar o próprio valor.

E é aí que o manipulador estranha.

Porque agora: o silêncio já não desespera, a ausência já não destrói, a culpa já não controla, e o medo de perder já não faz aceitar qualquer coisa.

O que antes era apego inseguro começa a dar espaço para clareza emocional.

E clareza muda tudo.

Porque a pessoa finalmente entende: amor saudável não aprisiona, não confunde, não desorganiza emocionalmente para depois oferecer alívio.

O nome disso não era amor maduro. Era sobrevivência emocional tentando não ser abandonada.

E talvez uma das maiores conquistas da cura seja essa: quando alguém para de implorar por amor…e começa a selecionar aquilo que não fere mais sua dignidade.

Se o seu coração sentiu paz… talvez a escolha tenha sido certa.E eu sei que isso pode parecer estranho para quem passou ...
20/05/2026

Se o seu coração sentiu paz… talvez a escolha tenha sido certa.

E eu sei que isso pode parecer estranho para quem passou muito tempo vivendo em prisão emocional.

Porque quando alguém vive por tempo demais em ambientes de tensão, dor, medo, instabilidade ou sobrevivência… o sofrimento acaba virando familiar.

E o familiar, mesmo machucando, muitas vezes parece mais seguro do que a liberdade. Por isso, seguir adiante pode trazer culpa.

Culpa por voltar a respirar.
Culpa por sentir leveza.
Culpa por perceber que a vida pode continuar sem o peso que antes parecia inevitável.

Mas existe uma reflexão importante aqui: sentir paz depois de sair de um lugar que te adoecia… não faz de você alguém frio. Faz de você alguém que sobreviveu.

Nem toda saudade significa que você deveria voltar. Nem toda dor significa amor. E nem toda permanência é lealdade. Às vezes, continuar insistindo em um cenário que aprisiona é apenas uma forma silenciosa de abandonar a si mesmo.

Pelas lentes da Terapia do Esquema, muitas pessoas aprendem desde cedo que amar é suportar, tolerar, sacrificar, permanecer apesar da dor.

Então quando finalmente escolhem a própria saúde emocional… o sistema emocional acusa como se fosse errado.

Mas talvez não seja egoísmo. Talvez seja o Adulto Saudável começando a entender que viver não deveria significar sobreviver em sofrimento constante.

E talvez a paz que chegou depois da escolha seja justamente a prova que o seu coração estava cansado de pedir socorro em silêncio. Porque quando a alma sai da prisão… no começo até a liberdade assusta.

Mas depois… ela ensina o corpo inteiro a respirar de novo.

19/05/2026

A gente subestima o quanto as coisas mudam o tempo todo.

O gelo vira água em silêncio.
Sem anúncio.
Sem pedir permissão.
Sem alarde.

E talvez a vida seja exatamente assim.

Enquanto tentamos controlar tudo, impedir mudanças, congelar fases, pessoas, versões e sentimentos… a existência continua seguindo seu curso.

Mudando.
Transformando.
Desconstruindo.
Reconstruindo.

E talvez uma das maiores dores do ser humano seja justamente essa: a dificuldade de aceitar que fomos feitos para viver passagens… e não permanências.

Queremos estabilidade absoluta em uma vida que é movimento. Queremos perfeição em uma existência que nasceu humana.

E nesse caminho, acabamos subestimando algo profundamente precioso: a beleza da imperfeição.

Porque a identidade original do ser humano nunca foi ser perfeito. Foi ser real. Sensível. Adaptável. Aprendente. Inacabado.

Mas vivemos tentando performar uma versão idealizada de nós mesmos… como se precisar sentir, falhar, recomeçar ou mudar fosse sinal de fracasso.

E talvez não seja. Talvez seja exatamente o contrário.

Talvez o que existe de mais bonito em nós seja essa capacidade de nos transformar sem deixar de existir. Assim como o gelo não deixa de ser água quando muda de forma… você também não perde sua essência quando a vida te transforma.

Você só deixa de ser rígido o suficiente para continuar vivendo.

✨ E talvez a maturidade seja isso: parar de lutar contra as mudanças… e começar a perceber o quanto sobrevivemos, crescemos e florescemos dentro delas.

Créditos - .psi with .repost
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Nietzsche não falava sobre uma felicidade superficial, constante ou perfeita. Ele falava sobre inteireza.E existe uma di...
19/05/2026

Nietzsche não falava sobre uma felicidade superficial, constante ou perfeita. Ele falava sobre inteireza.

E existe uma diferença profunda nisso.

Porque felicidade, muitas vezes, foi vendida como ausência de dor. Como uma obrigação de estar bem. Como um estado permanente de leveza.

Mas a vida humana não funciona assim.

Ser inteiro não significa viver sem sofrimento. Significa não precisar negar partes de si para continuar existindo.

É conseguir reconhecer: A força… sem negar o cansaço. A coragem… sem esconder o medo. O amor… sem apagar as feridas. A luz… sem fingir que a sombra não existe.

Na prática, muitas pessoas passam a vida tentando parecer felizes… enquanto emocionalmente estão fragmentadas.

Desconectadas do que sentem.
Desconectadas das próprias necessidades.
Desconectadas da própria verdade.

E talvez seja por isso que tanta gente vive cansada: porque sustentar personagens esgota mais do que sustentar a própria humanidade.

Pelas lentes da Terapia do Esquema, amadurecer emocionalmente não é eliminar emoções difíceis. É desenvolver um Adulto Saudável capaz de acolher todas as partes internas sem precisar viver dominado por elas.

A Criança Vulnerável não precisa ser silenciada. O medo não precisa ser destruído. A dor não precisa ser negada. Mas também não precisam mais comandar sua vida.

Existe força quando alguém aprende a permanecer inteiro diante da própria história.Porque pessoas inteiras não são aquelas que nunca quebraram. São aquelas que aprenderam a se reconstruir sem abandonar quem realmente são.

✨ Talvez a cura não seja se tornar alguém “feliz o tempo inteiro”. Talvez seja conseguir ser verdadeiro consigo mesmo sem precisar se esconder da própria humanidade.

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