28/04/2026
✨ Para você que ainda sente dor ao olhar para sua mãe…
Quando eu falo mal da minha mãe…
isso me aproxima dela ou me afasta?
Muitas vezes, sem perceber, a gente começa a olhar para a nossa mãe através de rótulos…
das críticas…
das dores que ficaram.
E, com isso, a gente deixa de enxergar o ser humano que existe por trás dessa mulher.
Uma mulher que…
antes de ser mãe, foi filha.
Foi criança.
Foi adolescente.
E também tem uma história.
Uma história do que ela recebeu…
e, muitas vezes, do que faltou.
A sua mãe não é perfeita.
Mas ela é profundamente humana.
Assim como você.
E, para que exista cura dentro de você…
vai ser preciso começar a olhar para essa humanidade.
Na visão sistêmica, a gente aprende a olhar para o essencial:
a vida.
E isso nos liberta.
Porque quando eu paro de rotular…
quando eu diminuo as críticas…
eu começo, de fato, a enxergar.
E quanto mais eu enxergo o outro como humano,
maior é o meu movimento de cura.
E isso não vale só para a sua mãe…
mas é com ela que tudo começa.
Talvez você tenha sido muito criticada…
muito cobrada…
muito exigida.
Mas, olha com carinho…
muito provavelmente, essa também foi a história dela.
E talvez… até mais difícil do que a sua.
Porque ninguém entrega aquilo que não tem dentro.
Uma pessoa só transborda o que carrega.
Então hoje…
eu quero te fazer um convite:
Pare.
Respira.
E comece, aos poucos, a olhar para sua mãe além dos rótulos.
Olhe para a história dela.
Para a infância dela.
Para as dores silenciosas que ela carrega.
Para as lealdades que, talvez, ela nem percebe que vive.
E entenda…
Quando você permanece julgando a sua mãe,
você ainda está no lugar de criança.
Naquele lugar que exige…
que espera…
que queria que fosse diferente.
Mas a cura começa…
quando você consegue ver além disso.
Quando você reconhece a grandeza do que ela te deu:
A vida.
E, a partir daí…
algo dentro de você começa, finalmente, a descansar.
Se precisar de ajuda no processo, me chama no direc