Terapeuta Rosane M Ritter

Como chegar

Terapeuta Rosane M Ritter Eu ajudo você a se libertar de memórias de dor do passado,crenças limitantes que impedem ser feliz

21/10/2026

As mulheres mais magnéticas e seguras que eu conheci tinham em comum não deixavam outras pessoas decidirem como elas iriam se sentir.

O autoconhecimento transforma a maneira como você se enxerga, se posiciona e se relaciona com o mundo. ✨

Quando você reconhece seus valores, compreende suas emoções e fortalece o respeito por si mesma, deixa de depender tanto da aprovação dos outros e começa a fazer escolhas mais alinhadas com quem você é.

A mulher segura e magnética que você deseja ser começa a ser construída de dentro para fora. ❤️

E se, em vez de tentar mudar a forma como os outros tratam você, o primeiro passo fosse descobrir o que precisa mudar na sua relação consigo mesma? ✨

07/10/2026

✨ A voz que fazia com que ela tivesse dificuldade de cobrar pelo seu trabalho.

Ela chegou à constelação trazendo uma dificuldade que parecia estar relacionada apenas ao dinheiro: cobrar pelo próprio serviço.

Mas, ao olhar para sua história, percebeu que havia uma voz por trás disso. Uma voz que dizia: “mulher e gato devem f**ar em casa.”

Para ela, durante muito tempo, essa frase soava como controle. Como se ser mulher signif**asse não poder trabalhar, ganhar o próprio dinheiro ou ocupar determinados espaços.

E foi quando olhamos para a história do pai que uma nova perspectiva pôde surgir.

Na infância, ele havia visto o próprio pai — avô da cliente — colocar suas filhas para trabalhar muito cedo. As irmãs dele passaram por situações difíceis e experiências que deixaram marcas.

Anos depois, aquele pai parecia repetir, à sua maneira, uma tentativa de evitar que a filha passasse pelo que ele havia visto acontecer com as próprias irmãs.

Isso não apaga a forma como ela viveu aquela experiência. Nem transforma o controle que ela sentiu em algo que deixou de ser doloroso.

Mas, ao conhecer um pouco mais da história por trás daquele comportamento, ela pôde enxergar o pai por outro lugar.

O que antes era visto somente como “ele quer me impedir”, pôde também ser compreendido como “ele estava tentando me proteger daquilo que conhecia como sofrimento.”

E, nesse movimento, ela conseguiu transformar parte da raiva que carregava em um olhar mais amoroso para o pai — sem precisar continuar carregando aquela crença como uma regra para a própria vida.

🌿 Na constelação, muitas vezes, o movimento não é justif**ar o que aconteceu, mas ampliar o olhar sobre a história.

Porque quando conseguimos separar a intenção do outro daquilo que vivemos, podemos reconhecer nossa história sem precisar permanecer presos a ela.

E talvez seja aí que comece a liberdade de escrever uma nova história.

06/10/2026

Você sente que sempre acaba se envolvendo com os mesmos tipos de homens?

Ou percebe que, nos seus relacionamentos, tudo parece terminar no mesmo lugar?

Você não se sente vista, valorizada ou cuidada pelo parceiro.
Sofre com ansiedade, insegurança e aquele medo constante de ser abandonada.

Mas e se eu te dissesse que isso não acontece por acaso?

Existe um padrão oculto que pode estar te prendendo a ciclos de frustração — e muitas vezes, ele começou muito antes dos seus relacionamentos.

Na infância.

Mais especif**amente, na relação que você teve com seu pai.

A falta de afeto, o abandono, a rejeição ou até mesmo a ausência emocional de um pai podem deixar marcas profundas na forma como você se relaciona, escolhe e se posiciona e atrai o amor.

E enquanto essa história não for compreendida, você pode continuar tentando encontrar no parceiro aquilo que um dia faltou.

No meu processo, você vai descobrir como essas experiências podem ter moldado a sua forma de se relacionar — e, principalmente, o que fazer para começar a mudar esse padrão.

Se você sente que está cansada de viver os mesmos ciclos, **me chama no direct.**
Terei o maior prazer em te ajudar a olhar para isso com mais profundidade. ❤️

29/09/2026

Eu jogo diante de você aquilo que não me agrada, e isso me enfraquece.”

Essa é uma das reflexões de Sofia Hellinger que pode nos fazer olhar para os relacionamentos de um outro lugar.

É muito comum, dentro de uma relação, cada um acreditar que a culpa é do outro.

“Ele me provoca.”
“Ela não me entende.”
“Ele nunca me escuta.”
“Ela sempre faz tudo do jeito dela.”

Mas o que muitas vezes não percebemos é que os relacionamentos também podem revelar partes nossas que ainda precisam ser olhadas.

Aquilo que tanto me incomoda no outro pode tocar uma ferida que já existia em mim muito antes desse relacionamento começar.

Porque eu não chego em uma relação apenas como a adulta que sou hoje.

Eu também chego com a criança que fui.
Com aquilo que vivi.
Com o que faltou.
Com as vezes em que não fui vista, acolhida, protegida ou compreendida.

E quando essa criança ferida assume o comando, o relacionamento deixa de ser vivido por dois adultos e passa a ser atravessado por duas histórias tentando se defender.

É aí que surgem as cobranças, as acusações, o controle, a necessidade de ter razão, o silêncio, as brigas que parecem nunca terminar.

A transformação começa quando eu consigo reconhecer:

“Isso que estou sentindo é meu. Essa dor é antiga. E talvez você não seja a origem dela.”

Ser adulta não signif**a ignorar a criança que um dia fui.

Signif**a acolhê-la.

Cuidar das emoções que f**aram desreguladas.
Reconhecer minhas feridas.
E, principalmente, não exigir que o meu parceiro cure aquilo que pertence à minha história.

Quando a adulta assume o lugar de conduzir a própria vida, a criança pode finalmente ser cuidada — sem precisar comandar o relacionamento.

E um relacionamento saudável começa a ser possível quando dois adultos conseguem assumir a responsabilidade pelas próprias histórias, pelas próprias emoções e pelas próprias escolhas.

Não é sobre encontrar alguém que nunca toque nas nossas feridas.

É sobre aprender a não entregar ao outro o poder de comandá-las.

Talvez a pergunta não seja:
“Por que ele faz isso comigo?”

Mas:
“Por que isso me toca tanto?”

E essa per

23/09/2026

Talvez você seja uma mulher adulta em quase tudo. Você trabalha.
Paga suas contas.
Construiu sua família.
Toma decisões.
Cuida de tanta coisa.
Mas basta seu pai ou a sua mãe desaprovar uma escolha sua para aquela mulher segura desaparecer por alguns instantes.

E você começa a se perguntar:

“ Será que estou fazendo errado? “
“ E se eles não gostarem? “
“ Será que estou sendo egoísta?“
“O que eles vão pensar de mim?“
Você pode ter saído da casa dos seus pais a 20,30 ,40 anos e ainda assim continuar emocionalmente esperando autorização deles para viver e ser feliz

Por que crescer não é apenas sair de casa.

É conseguir sair também do lugar de precisar ser aprovada.
É poder ouvir um “eu não concordo” sem sentir que precisa mudar de caminho.
É aceitar que seus pais podem ter uma visão diferente da sua, e ainda assim, você continuar escolhendo.

Porque, quando você passa a vida tentando não decepcionar seus pais, pode acabar de decepcionando a si mesma.

Escolhe uma profissão que não ama.
Permanecem em relacionamentos que já não fazem sentido.
Adia sonhos.
Sente culpa por prosperar.
Tem medo de ir longe demais.

E, muitas vezes, nem percebe que está repetindo uma vida construída mas para pertencer do que para ser feliz.
Honrar seus pais não signif**a obedecer as escolhas que eles fariam por você.
É reconhecer o que recebeu deles e dizer:

“Pai, mãe, eu honro as a história de vocês.sou grata pela vida que recebi.mas agora eu sou adulta.e a vida que veio através de vocês também precisa seguir através de mim“.

Você não precisa deixar de ser filha para se tornar uma mulher inteira.
Precisa apenas parar de pedir, emocionalmente, permissão para ser quem você é.

E talvez exista uma pergunta que você precisa se fazer hoje:

👉 Quanto da vida que você está vivendo é realmente sua… E quanto ainda está sendo escolhido para não desagradar seus pais?

Se você sente que chegou a hora de romper padrões, amadurecer emocionalmente e construir relações mais saudáveis, esse processo pode transformar não apenas os seus relacionamentos, mas também a forma como você vive prospera e realize

21/09/2026

Casamento nem sempre é 50% para cada um. ❤️

Tem dias em que seu parceiro só conseguirá oferecer 20%. E, nesses dias, talvez você precise oferecer os outros 80%.

E amanhã pode ser você quem terá apenas 20%… e ele estará ali para sustentar o que faltar.

Porque casamento não é fazer contas.
Não é medir quem fez mais, quem deu mais, quem cedeu mais.

É entender que existem fases em que um está mais forte e o outro mais cansado. Dias em que um precisa ser cuidado, enquanto o outro cuida. E tudo bem.

O que importa é que ninguém precise carregar o peso sozinho.

Os casamentos mais fortes não são aqueles em que tudo é perfeitamente dividido todos os dias. São aqueles em que, mesmo quando a vida aperta, existe alguém dizendo:

“Hoje eu seguro você. Amanhã, talvez seja você quem me segure.”

Amar também é permanecer presente nas fases difíceis, sem transformar o amor em uma contabilidade de quem fez mais.

Se você acredita que casamento é sobre caminhar lado a lado, mesmo quando um dos dois não consegue caminhar com a mesma força, marque aqui a pessoa com quem você escolheu dividir a vida. ❤️

Nem sempre 50/50. Mas sempre nós dois.💖

01/09/2026

Quando você aconselha ele sem ele pedir, diz como deveria resolver um problema, corrige o tempo todo, lembra o que ele precisa fazer…

Você acredita que está ajudando.

Mas, sem perceber, começa a ocupar um lugar de quem sabe, orienta e precisa ensinar.

E então surge uma dinâmica estranha:

Você lembra cada vez mais, orienta cada vez mais, resolve cada vez mais…

E depois se pergunta:

**“Por que ele parece ter cada vez menos iniciativa?”**

Existe uma coisa sobre o masculino que muitas mulheres não aprenderam:

Um homem precisa se sentir útil para a mulher que ama.
Precisa sentir que consegue contribuir, resolver, proteger e fazer a diferença na vida dela.

Só que f**a difícil ele ocupar esse lugar se você já resolveu o problema, já encontrou a solução e já fez tudo antes mesmo que ele tivesse a oportunidade de agir.

Você se tornou a resolvedora de problemas.

E talvez por isso você viva uma contradição tão dolorosa:

**Você deseja um homem que tome iniciativa, cuide de você e esteja presente… mas construiu uma dinâmica onde você faz cada vez mais e ele cada vez menos.**

Cada vez que você assume tudo, controla tudo e resolve tudo, você vai se afastando da sua energia feminina e ocupando cada vez mais a energia masculina da relação.

E não, isso não signif**a que você precisa deixar de ser forte, independente ou capaz.

Signif**a aprender a **não precisar fazer tudo.**

Porque a devoção de um homem não cresce onde ele se sente controlado, corrigido ou administrado o tempo todo.

Ela cresce quando existe espaço para ele ocupar o lugar dele.

E talvez o que esteja faltando no seu relacionamento não seja ele “agir mais como homem”.

Talvez seja você **voltar para a sua energia feminina.**

Quando você muda o seu lugar dentro dessa dinâmica, a relação também pode começar a encontrar uma nova ordem.

Se você sente que entrou nesse padrão e não sabe como sair, me chama no direct.

Eu posso te ajudar a olhar para a raiz disso e voltar a ocupar o seu lugar de força, na sua energia feminina — para que o masculino também possa encontrar o lugar dele na relação.

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