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Drwilliampatezgineco Ter uma boa saúde em todas as etapas da vida é fundamental! 🚺
Ginecologista
CRM/PA: 8477 | RQE: 6902

19/06/2026

Muitas mulheres se assustam quando iniciam um novo método contraceptivo seja uma injeção como a Daiva ou pílulas orais e percebem que o fluxo reduziu drasticamente para três dias, ou que a menstruação simplesmente "encurtou". A dúvida é imediata: "Doutor, para onde está indo esse sangue? Isso é normal?"

Para entender o que acontece, precisamos decodificar o raciocínio clínico por trás da ação hormonal.

O que você vivencia ao tomar um contraceptivo não é uma menstruação propriamente dita, mas sim um sangramento por privação. O medicamento atua diretamente no endométrio a camada interna do útero que se descama mensalmente. Sob o efeito da medicação, o estímulo para que esse tecido cresça é significativamente menor.

Endométrio mais fino se traduz, clinicamente, em:

Menos dias de sangramento.

Fluxo consideravelmente mais leve.

Redução expressiva das cólicas, uma vez que a produção de prostaglandinas (substâncias inflamatórias que causam a dor) diminui.

Portanto, se o seu fluxo reduziu de sete ou dez dias para apenas três, não há acúmulo de sangue no seu organismo e nenhuma complicação metabólica em curso. É apenas o reflexo de um endométrio poupado e controlado pelo método. Fique tranquila, observe os próximos ciclos e compreenda que a diminuição do fluxo, neste contexto, é um efeito esperado e seguro.

Se esse esclarecimento mudou a forma como você enxerga as reações do seu próprio corpo, compartilhe este conteúdo. Informação clínica de qualidade liberta a mulher de preocupações desnecessárias.

A pressa para realizar uma laqueadura após o parto é um sentimento compreensível, mas a anatomia humana impõe regras ríg...
17/06/2026

A pressa para realizar uma laqueadura após o parto é um sentimento compreensível, mas a anatomia humana impõe regras rígidas que determinam a segurança de qualquer cirurgia.

Muitas mulheres acreditam que a laqueadura periumbilical aquela feita com um corte minúsculo no umbigo é uma opção a qualquer momento. Clinicamente, não é assim que funciona. Esse acesso simplificado só existe no pós-parto normal imediato (nas primeiras 48 a 72 horas), momento em que o útero ainda está expandido e o seu fundo atinge a linha do umbigo, deixando as trompas perfeitamente acessíveis por aquela via.

Se você passou por uma cesariana e já está em casa há um mês, o relógio biológico da involução uterina correu. O útero diminuiu e desceu de volta para a sua posição anatômica original, bem guardado dentro da pelve. Tentar um corte no umbigo agora não alcançaria as trompas de forma segura. Uma nova cirurgia exigirá reabrir a cicatriz da cesárea anterior ou utilizar a videolaparoscopia.

Além da barreira anatômica, existe o fator fisiológico e humano: a amamentação. Submeter o corpo a um novo estresse cirúrgico, anestesia e internação hospitalar nos primeiros meses de vida do bebê quebra a rotina do aleitamento materno exclusivo desnecessariamente.

A conduta médica mais prudente e equilibrada é aguardar o marco dos 6 meses do bebê. O útero estará completamente restabelecido, os riscos inflamatórios da primeira cirurgia minimizados e a introdução alimentar iniciada, permitindo que a mãe planeje sua esterilização definitiva com segurança e sem prejuízos ao desenvolvimento do filho.

O planejamento familiar seguro é feito com paciência e critério técnico, nunca com pressa.

Você já conhecia essa diferença anatômica entre o pós-parto imediato e o tardio? Escreva sua dúvida aqui nos comentários.

12/06/2026

Muitas mulheres ficam assustadas quando precisam tomar antibiótico na gestação, mas a verdade é uma só: a infecção urinária não tratada é a primeira causa de parto prematuro e ab**to. Portanto, se houver necessidade real e indicação médica, você deve tomar o medicamento sim!

Se o obstetra prescreveu Amoxicilina com Clavulanato, use exatamente como ele orientou. Um erro muito comum que vejo no consultório é a paciente errar os horários. Preste atenção:

Se o remédio é de 6 em 6 horas, você precisa tomar 4 vezes por dia.

Se for de 8 em 8 horas, são 3 vezes por dia.

Tomar menos vezes do que o prescrito torna o tratamento insuficiente e não resolve o problema, colocando a gestação em risco. Quem define a sua medicação é o médico — não a vizinha, a avó ou a comadre. Cuide de você e do seu bebê seguindo a receita à risca!

✈️ Compartilhe este alerta! Muitas grávidas deixam de tratar a infecção por medo e correm um risco desnecessário.

10/06/2026

Cuidado!
Se você está na reta final da gestação e começou a sentir um desejo incontrolável de mastigar gelo, raspas da geladeira ou até arroz cru, preste muita atenção: isso faz mal e não é um simples "desejo de grávida".

Na medicina, esse comportamento tem nome: Pica ou Alotriofagia, que é a vontade de comer substâncias que não são alimentos. Na enorme maioria das vezes, esse sintoma é o seu corpo disparando um sinal de alerta para uma anemia severa ou uma deficiência grave de ferro e outros nutrientes.

Mastigar arroz cru pode trazer problemas digestivos e infecções, e o gelo pode machucar seus dentes, mas obaques de verdade é o que está faltando no seu sangue.

Se esse desejo apareceu por aí, o passo principal é relatar imediatamente ao seu obstetra para pedir exames de sangue, avaliar a sua ferritina e fazer a suplementação correta. Tratar a anemia é fundamental para a sua segurança e a do seu bebê na hora do parto.

Compartilhe esse alerta com outras gestantes. Esse sinal não pode passar batido!

Ginecologia SaudeDaGestante DesejosNaGravidez

05/06/2026

Dor ou desconforto durante a relação sexual nunca deve ser encarada como algo normal. Sentir dor é um sinal de alerta de que o organismo está manifestando uma disfunção.

No entanto, tentar estabelecer um diagnóstico de forma superficial é clinicamente inviável. A dor na relação sexual pode ter origens diversas: desde infecções pélvicas inflamatórias até patologias mais profundas, como a endometriose, entre outras condições que comprometem a saúde da mulher.

A medicina baseada em evidências exige rigor. Para compreender a causa exata, o primeiro passo indispensável é uma boa anamnese uma entrevista clínica detalhada seguida por um exame físico minucioso em consultório. Só assim conseguimos investigar adequadamente cada suspeita.

Se você tem convivido com esse tipo de incômodo, não ignore o sinal que seu corpo está dando. Busque uma avaliação médica qualificada para investigar a raiz do problema de forma segura.

Ficou claro por que o exame em consultório é insubstituível?

Compartilhe esta informação com uma amiga. O conhecimento clínico acessível ajuda a desmistificar sintomas que muitas mulheres ainda sofrem em silêncio.

03/06/2026

A descoberta de um mioma durante a gestação costuma gerar muita ansiedade, mas a análise clínica precisa ser guiada por fatos e fisiologia, não por desespero.

Os miomas uterinos são tumores benignos formados por tecido muscular. Como eles possuem uma alta dependência de estrogênio para se desenvolver, é perfeitamente esperado que, devido às profundas alterações hormonais da gravidez, eles apresentem algum crescimento ao longo das semanas.

No entanto, o crescimento do mioma não se traduz, necessariamente, em riscos para a evolução da sua gestação.

Na grande maioria dos casos, a gestação segue o seu curso natural. O planejamento do parto seja ele vaginal ou cesariana é definido pelos critérios obstétricos habituais. Além disso, uma regra fundamental de segurança médica: não realizamos a retirada de miomas durante o parto ou a cesariana, devido ao risco aumentado de sangramento num útero que já está altamente vascularizado.

Qualquer abordagem cirúrgica ou tratamento definitivo deve ser postergado e reavaliado somente após o período do pós-parto, com o organismo já restabelecido.

Se você recebeu esse diagnóstico, mantenha a calma e siga o seu acompanhamento pré-natal regularmente.

Compartilhe esta informação com futuros pais que precisam de um direcionamento médico seguro e tranquilo sobre este tema.

29/05/2026

Cefálico ou Pélvico? Se você já abriu o resultado do seu ultrassom e ficou confusa com esses termos, você não está sozinha. Essa é uma das perguntas que mais recebo no consultório.

A explicação é muito mais simples do que parece e diz respeito apenas à posição do bebê dentro do útero:

Apresentação Cefálica: Significa que o bebê está de cabeça para baixo, ou seja, com o crânio voltado para a bacia da mãe. É a posição mais comum para o nascimento.

Apresentação Pélvica: Significa que o bebê está "sentado", com o bu**um ou as perninhas apontadas para baixo.

No ultrassom de apresentação, o médico sempre avalia essa dinâmica. Lembre-se: a posição do bebê pode mudar ao longo da gestação, e cada caso exige uma condução individualizada e segura.

Ficou clara a diferença?

Compartilhe este vídeo com uma gestante que também precisa descomplicar os termos do ultrassom.

28/05/2026

Essa é uma dúvida angustiante e que, infelizmente, assusta muitas mulheres que descobrem a gestação logo após realizarem exames de imagem.

É verdade que o primeiro trimestre até as 8 semanas, completando as estruturas principais por volta das 12 semanas é a fase de maior risco para má-formação do bebê, pois é o período em que tudo está se encaixando nos seus devidos lugares.

Mas o meu recado para você que passou por isso sem saber da gravidez é bem direto: fique tranquila. A medicina nos mostra os riscos, mas a vida real nos ensina a ter serenidade. Se você não fez o exame de forma mal-intencionada, respire fundo e deposite a sua fé em Deus. Quando as coisas são conduzidas sem intenção de prejudicar, nós confiamos que tudo vai dar certo no final. Mantenha o seu acompanhamento pré-natal em dia, cuide da sua saúde e confie no processo.

Conhece alguma gestante ou tentante que precisa ouvir essa palavra de alívio? Compartilhe este vídeo para acalmar o coração de outra mãe!

23/05/2026

Reta final da gestação, por volta das 33 semanas, e começou a acordar no meio da noite com aquela dor incômoda na panturrilha, saiba que isso é muito comum.

Na maioria das vezes, as câimbras nessa fase acontecem por dois motivos principais: falta de água (desidratação) ou baixa de magnésio no organismo.

Para resolver e evitar que elas voltem, a receita é simples e direta:

Beba bastante água ao longo do dia;

Invista em frutas como banana, laranja e melancia, que são ricas em nutrientes;

Converse com seu médico sobre suplementação de magnésio. Duas doses ao dia costumam ajudar muito, principalmente porque o problema costuma piorar no período da noite.

E uma dica prática: se a câimbra te pegar de surpresa na madrugada, peça ajuda ao seu parceiro para massagear o local e fazer um bom alongamento na perna. Isso ajuda a aliviar a dor na hora.

Não sofra à toa! Pequenos ajustes na rotina devolvem o seu bem-estar.

✈️ Conhece alguma gestante que também está sofrendo com câimbras? Compartilhe este vídeo com ela e ajude a aliviar esse incômodo!

Endereço

Parauapebas, PA
68515-000

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