20/08/2026
A primeira é não saber o que fazer. A maioria das mulheres vai à ginecologista quando tem um sintoma, não como rotina de rastreamento. E enquanto espera o sintoma aparecer, algumas condições avançam em silêncio.
A segunda é achar que ainda é cedo. Alterações no colo do útero aparecem a partir dos 20 anos. Rastreamento de tireóide e metabolismo precisa começar antes dos 40 em quem tem fatores de risco. Mamografia tem indicação a partir dos 40 para a população geral, mas antes disso em quem tem histórico familiar.
A terceira é achar que exame normal dispensa o retorno. Normal hoje não garante normal daqui a dois ou três anos. Rastreamento é processo contínuo, não evento único.
Em 2026, um guia de exames personalizado para cada fase da vida é parte do que uma boa consulta ginecológica deveria oferecer.
Se você não sabe quais exames fazer agora e com qual frequência, me manda uma mensagem. Vamos montar esse cronograma juntas.