Marcia Bulgarelli

Marcia Bulgarelli Psicanalista e Consultora Sistêmica + de 9 anos de experiencia com + de 4000 clientes em 8 países. Especialista no cuidado e fortalecimento da mulher!

04/09/2026

Você pode estar dando, ajudando e fazendo por todos o tempo inteiro… e ainda assim sentir que o dinheiro não permanece na sua vida.

Na visão sistêmica, existe uma relação entre a compulsão por dar e a compensação.

Quanto mais profunda é essa necessidade de compensar, mais distante você pode ficar da própria vida e também da possibilidade de receber.

Porque prosperidade não é apenas sobre quanto você consegue dar.

Também é sobre quanto você consegue receber, sustentar e permitir que permaneça com você.

Neste trecho da terceira aula do O Legado Familiar, eu aprofundo essa relação entre compensação, escassez e dinheiro.

Talvez a pergunta não seja apenas:
“Por que o dinheiro não chega?”

Mas também:
“O que eu estou tentando compensar?”

Assista ao corte e me conte: essa reflexão fez sentido para você?

02/09/2026

Essa pode ser uma pergunta difícil de responder.

Porque, quando falamos de dinheiro, normalmente pensamos naquilo que queremos conquistar: ganhar mais, ter mais liberdade, viver com mais tranquilidade.

Mas e quando, inconscientemente, permanecer onde você está também sustenta alguma coisa?

Na dinâmica dos ganhos secundários, podemos encontrar vantagens pessoais que nem sempre conseguimos enxergar.

Às vezes, a falta de dinheiro pode manter uma pessoa em um lugar conhecido.

Pode sustentar uma identidade.

Pode manter um vínculo.

Pode preservar o lugar de “quem ficou”, de “quem cuida”, de “quem precisa”, de “quem não pode ir além”.

Na aula, vimos o exemplo da pessoa que permanece próxima da mãe e, por ocupar esse lugar privilegiado dentro da família, mantém o dinheiro apenas no nível da sobrevivência.

Também vimos que, em algumas situações, a pobreza pode se transformar na bandeira de uma causa.

Por isso, vale perguntar:

A quem a sua pobreza honra?

Qual identidade ela sustenta?

Como ela te favorece?

Não se trata de culpar você pela sua condição financeira.

Trata-se de olhar para aquilo que pode estar acontecendo de maneira inconsciente e perceber o que você recebe ou sustenta através dessa posição.

Porque, enquanto não enxergamos o que existe por trás de um padrão, podemos continuar repetindo-o sem perceber.

Primeiro, eu vejo.

Depois, eu reconheço.

E então posso começar a escolher diferente.

Por isso, algumas pessoas chegam perto de prosperar e recuam.Conquistam, mas não sustentam.Ganham mais, mas aumentam os ...
01/09/2026

Por isso, algumas pessoas chegam perto de prosperar e recuam.

Conquistam, mas não sustentam.
Ganham mais, mas aumentam os gastos.
Começam algo, mas abandonam.
Crescem e depois encontram uma maneira de voltar ao conhecido.

A questão talvez não seja:
“Por que eu não consigo prosperar?”
Mas:
“O que eu acredito que preciso fazer para continuar pertencendo?”

Você não precisa rejeitar sua família para fazer diferente.

Pode honrar a história que veio antes
sem precisar repetir o mesmo destino.

Essa é uma das bases do curso O Legado Familiar:
Diferenciar-se não é romper ou rejeitar; é reconhecer o que veio antes e escolher o que fará com aquilo.

Não basta força de vontade é necessário um movimento interno.

29/08/2026

Ser doador não é dar tudo.
Não é sustentar todo mundo.
Não é resolver tudo.
E muito menos se sacrificar para continuar sendo amado.

Na perspectiva sistêmica, o verdadeiro movimento de ser doador começa quando eu consigo ocupar o meu lugar de adulto.

Isso significa assumir minhas escolhas, meus limites, minhas consequências, meus desejos e, principalmente, o custo do meu próprio caminho.

O adulto deixa de perguntar:
“Quem vai fazer por mim?”

E começa a perguntar:
“O que eu posso fazer com aquilo que tenho?”

A maturidade não está em apenas dar ou receber.

Está em aprender a receber quando é hora de receber e dar quando é hora de dar.

Esse é um dos temas que aprofundamos na Aula 2 do curso O Legado Familiar.

26/08/2026

O tomador está aguardando que alguém pague uma conta emocional.

Uma conta que ficou aberta por muito tempo.

O reconhecimento que não veio.
O pedido de desculpas.
A reparação por algo que aconteceu.
O amor que você sentiu que faltou.
A compensação por tudo o que precisou suportar.

E, sem perceber, você pode continuar esperando que a vida devolva aquilo que alguém, um dia, não conseguiu oferecer.

Esse é um dos movimentos do tomador: permanecer olhando para trás, esperando receber algo que acredita que ainda lhe é devido.

Mas chega um momento em que é preciso olhar para essa conta e perguntar:

Ela ainda pertence a alguém? Ou você continua esperando da vida aquilo que precisa, agora, escolher tomar para si?

Talvez prosperar também seja fechar algumas contas emocionais.

Qual conta você ainda está esperando que alguém pague?

24/08/2026

Essa pergunta pode parecer simples, mas ela carrega um movimento profundo.

Tomar a vida não significa dizer que tudo o que aconteceu foi bom.
Não significa negar as dores.
Não significa justificar aquilo que nos feriu.

Significa reconhecer:

“Esta é a vida que chegou até mim.”

Com a história que existe.
Com as alegrias e as dores.
Com aquilo que foi possível e também com aquilo que faltou.

Porque, enquanto lutamos contra a vida que recebemos, podemos permanecer presos ao que aconteceu.

Tomar a vida é parar de gastar energia tentando mudar o passado e começar a olhar para o que podemos fazer a partir dele.

É dizer sim à vida como ela foi recebida, não para permanecer no passado, mas para poder seguir adiante.

Esse é um pequeno trecho da nossa segunda aula do curso O Legado Familiar.

E talvez essa pergunta também seja para você:

Você já tomou a vida que chegou até você?

21/08/2026

Quando você pensa em dinheiro, o que aparece primeiro?

Segurança?
Medo?
Ansiedade?
Culpa?
Liberdade?
Pressão?
Ou talvez uma sensação difícil até de explicar?

Antes de ser números, dinheiro pode carregar significados.

Para algumas pessoas, ele representa segurança.
Para outras, pode representar poder, reconhecimento, pertencimento ou até conflito.

E muitas dessas associações não começaram na vida adulta.

Foram sendo construídas ao longo da nossa história, nas experiências que vivemos, nas frases que ouvimos e também na forma como nossa família se relacionava com dinheiro.

Por isso, talvez a pergunta não seja apenas:

“Quanto dinheiro eu quero ter?”

Mas também:

“O que o dinheiro significa para mim?”

Porque compreender essa relação pode ser o primeiro passo para construir uma relação mais consciente com a prosperidade.

20/08/2026

Quando falamos sobre as 3 Leis Sistêmicas, o pertencimento é uma delas — e talvez seja também uma das que mais nos faz olhar para a nossa própria história.

Porque pertencer não é simplesmente fazer parte de uma família.

Nós carregamos vínculos, histórias e lealdades que muitas vezes atuam de forma inconsciente nas nossas escolhas.

E, às vezes, podemos repetir padrões, permanecer em determinados lugares ou até dificultar a própria prosperidade como uma forma de continuar pertencendo ao nosso sistema familiar.

No curso O Legado Familiar, eu aprofundei esse olhar para que você possa compreender melhor como essas heranças invisíveis podem estar presentes na sua vida.

Esse vídeo é um pequeno recorte dessa aula.

E eu deixo uma pergunta para você:

Será que, em algum aspecto da sua vida, você está abrindo mão de si mesma para continuar pertencendo?

Observe. Essa resposta pode revelar muito.

Você pode até saber exatamente o que fazer com o seu dinheiro.Organizar.Economizar.Investir.Trabalhar mais.Mas, ainda as...
19/08/2026

Você pode até saber exatamente o que fazer com o seu dinheiro.

Organizar.
Economizar.
Investir.
Trabalhar mais.

Mas, ainda assim, sentir que existe alguma coisa que não fecha.

Porque dinheiro não é apenas matemática.

A forma como você ganha, recebe, gasta, guarda e desfruta também pode estar atravessada por emoções, crenças e experiências que foram construídas muito antes da sua vida adulta.

Por isso, essas 5 perguntas não são sobre certo ou errado.

São um convite para você observar.

O que aparece em você quando pensa em ter muito dinheiro?
E quando imagina ficar sem ele?
Você se permite receber?
Consegue desfrutar?
Consegue sustentar o que conquista?

Talvez a resposta esteja menos na quantidade de dinheiro que você tem e mais na relação que você construiu com ele.

E essa relação pode ser olhada, compreendida e transformada.

Qual das 5 perguntas mais te fez pensar? Conta aqui nos comentários.

18/08/2026

Você sabe o que precisa mudar.
Mas, mesmo assim, continua fazendo igual.

Já percebeu isso?

Você sabe que precisa se posicionar.
Colocar limites.
Mudar sua relação com o dinheiro.
Fazer escolhas diferentes.

Mas, quando percebe, está novamente no mesmo lugar.

E talvez isso não seja falta de força de vontade.

Existem padrões que foram construídos ao longo da nossa história e que podem continuar influenciando nossas escolhas — muitas vezes sem que a gente perceba.

Por isso, antes de tentar mudar um padrão, precisamos compreender o que existe por trás dele.

No O Legado Familiar, vamos olhar para essas heranças invisíveis, compreender como elas podem estar presentes na sua vida e abrir espaço para novas escolhas.

Porque transformar não é simplesmente fazer diferente.

É compreender para poder escolher conscientemente.

Se você sente que está na hora de parar de repetir e começar a construir uma história diferente, O Legado Familiar é para você.

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