Marcia Bulgarelli

Marcia Bulgarelli Psicanalista e Consultora Sistêmica + de 9 anos de experiencia com + de 4000 clientes em 8 países. Especialista no cuidado e fortalecimento da mulher!

Se a gente olha para o dinheiro a partir do pensamento psicanalítico, ele deixa de ser apenas algo material e passa a oc...
08/04/2026

Se a gente olha para o dinheiro a partir do pensamento psicanalítico, ele deixa de ser apenas algo material e passa a ocupar um lugar simbólico na nossa vida.

O dinheiro serve à vida, ele não é só para ser ganho, acumulado ou guardado.
Ele é um meio de expressão daquilo que nos move, dos nossos desejos, das nossas faltas e também das nossas tentativas de controle.

No olhar sistêmico, entendemos que a forma como cada pessoa se relaciona com o dinheiro não é neutra. Ela carrega marcas da história, das experiências da infância, das referências familiares e das emoções que foram sendo associadas a ele ao longo do tempo.

Para alguns, guardar dinheiro pode representar segurança.

Para outros, gastar pode ser uma forma de sentir prazer ou pertencimento.

E, em muitos casos, o dinheiro pode até ocupar o lugar de algo que falta: reconhecimento, amor, validação.

Por isso, quando o dinheiro f**a apenas acumulado, parado, ele muitas vezes está a serviço de um medo: medo de faltar, de perder, de não ter controle.

Mas quando ele entra em movimento, quando ele serve à vida, às necessidades reais, aos projetos, aos vínculos, ele também ganha um novo signif**ado.

Ele deixa de ser um fim e volta a ser meio.
Um meio de sustentar a vida como ela é hoje.

No fundo, a pergunta não é só “para que serve o dinheiro?”, mas “o que o dinheiro representa para você?”

Porque é nessa resposta que você começa a entender se ele está a serviço da sua vida ou se, de alguma forma, é você que está a serviço dele. 🫣

Te Desejo Bem1❤️

Existe uma diferença profunda entre ser consciente com o dinheiro e viver em constante contenção. Quando o dinheiro deix...
31/03/2026

Existe uma diferença profunda entre ser consciente com o dinheiro e viver em constante contenção. Quando o dinheiro deixa de ser um recurso e passa a ser um fim em si mesmo, algo se perde no caminho: a experiência de viver.

Economizar a vida é quando você começa a se negar pequenas e grandes vivências, a viagem que nunca acontece, o prazer que sempre é adiado, o cuidado consigo que f**a para depois. É quando o medo de gastar se torna maior do que o desejo de viver.

Sob uma perspectiva psíquica, isso muitas vezes revela uma relação marcada pela escassez interna. Não importa quanto dinheiro exista, a sensação é sempre de falta. E, para tentar controlar essa insegurança, a pessoa restringe, segura, evita… mas, com isso, também bloqueia o fluxo da própria vida.

Prosperidade não é apenas acumular. É conseguir usufruir, circular, permitir-se viver o que o dinheiro pode proporcionar sem culpa, sem medo, sem excessos, mas com presença.

Porque, no fim, não é sobre quanto você guarda.
É sobre o quanto você se permite viver.

Salve esse post para lembrar que viver também é uma forma de prosperar.

25/03/2026

A ideia de “economizar a vida” parece, à primeira vista, algo prudente… mas, na prática, pode ser uma forma sutil de não viver.

Muitas pessoas aprendem, ainda na infância, que é preciso guardar, evitar riscos, não gastar energia “à toa”. Esse padrão, que muitas vezes começou com o dinheiro, se expande: a pessoa passa a economizar sentimentos, experiências, desejos.

Evita se envolver demais, evita se arriscar, evita escolher tudo para não “perder”.

Só que, ao tentar não perder, também deixa de ganhar.

Na lógica psíquica, isso está muito ligado ao medo: medo da falta, do erro, da frustração.

E no olhar sistêmico, pode ser uma repetição de histórias familiares em que viver plenamente não foi possível, então, inconscientemente, a pessoa também se limita.

Economizar a vida é viver no mínimo.
É estar sempre se segurando.
É trocar intensidade por segurança.

Mas viver, de fato, exige movimento.
Exige escolha.
Exige, muitas vezes, abrir mão do controle.

Porque a vida não é algo para ser poupado.
É algo para ser vivido.

Te Desejo Bem!❤️

Você não começou do zero.Antes de você existir, já existia uma história sendo construída com dores, escolhas, perdas, co...
23/03/2026

Você não começou do zero.

Antes de você existir, já existia uma história sendo construída com dores, escolhas, perdas, conquistas e formas de sobreviver.

E, de alguma forma, tudo isso chegou até você.

No pensamento sistêmico, entendemos que muitos dos nossos comportamentos não são “só nossos”.
Eles carregam marcas do sistema familiar ao qual pertencemos.

A forma como você se relaciona,
como lida com dinheiro,
com amor, com limites…

pode ter raízes em dinâmicas que começaram muito antes da sua consciência.

E é por isso que olhar para a história da sua família não é sobre viver no passado.

É sobre parar de repetir no automático.

Porque aquilo que não é visto,
tende a ser repetido.

Mas aquilo que é reconhecido,
pode ser ressignif**ado.

No fim, não se trata de culpa.
Trata-se de consciência.

E consciência te dá escolha.

E você… já parou para olhar com mais profundidade para a sua história familiar?

Te Desejo Bem!❤️

Quando pensamos em dinheiro, é comum associá-lo diretamente ao trabalho ou à vida profissional. Muitas pessoas acreditam...
18/03/2026

Quando pensamos em dinheiro, é comum associá-lo diretamente ao trabalho ou à vida profissional.

Muitas pessoas acreditam que prosperar signif**a apenas ganhar mais, crescer na carreira ou conquistar estabilidade financeira.

Mas, se olharmos com mais atenção, o dinheiro pode revelar algo muito mais profundo.

Ele pode funcionar como um termômetro da forma como estamos vivendo.

A maneira como lidamos com o dinheiro frequentemente reflete padrões internos: nossa relação com merecimento, com segurança, com troca e até com prazer.

Algumas pessoas conseguem ganhar dinheiro, mas não conseguem usufruir dele.

Vivem acumulando, economizando a própria vida, como se aproveitar aquilo que conquistaram fosse perigoso ou errado.

Outras até alcançam ganhos financeiros, mas percebem que isso não se transforma em sensação de abundância.

Falta leveza nas relações, falta presença na vida, falta espaço para desfrutar o que foi construído.

Isso acontece porque dinheiro e prosperidade não são exatamente a mesma coisa.

O dinheiro pode ser apenas o primeiro passo.

A partir dele, podemos observar outras dimensões: nossos relacionamentos, nossa saúde emocional, nossa capacidade de viver experiências, de compartilhar e de construir vínculos.

Na perspectiva psíquica e relacional, prosperidade tem mais a ver com expansão de vida do que apenas com números.

Ela aparece quando existe circulação: de recursos, de afeto, de experiências e de possibilidades.

Por isso, olhar para o dinheiro pode ser um começo importante.

Não como um fim em si mesmo, mas como uma porta de entrada para compreender como estamos nos relacionando com a vida.

Porque prosperar não é apenas ter mais dinheiro.

É poder viver a vida com mais presença, mais troca e mais abundância.

Te Desejo Bem!❤️

Essa é uma das questões que mais aparecem dentro dos relacionamentos.Mas, na maioria das vezes, a discussão não é realme...
12/03/2026

Essa é uma das questões que mais aparecem dentro dos relacionamentos.
Mas, na maioria das vezes, a discussão não é realmente sobre dinheiro.

Cada pessoa chega à relação com uma história:
Com o que aprendeu na própria família, com medos, crenças e formas diferentes de lidar com segurança, falta e abundância.

Enquanto um pode ter aprendido a economizar para se sentir seguro, o outro pode ter aprendido que gastar é uma forma de aproveitar a vida.

Quando essas histórias não são vistas, o dinheiro vira campo de conflito.

No olhar sistêmico, compreender de onde vem a forma como cada um se relaciona com o dinheiro pode mudar completamente a dinâmica do casal.

Porque muitas vezes, antes de organizar as finanças, é preciso compreender as histórias que cada um carrega sobre elas.

Desde pequenos, aprendemos a lidar com o mundo observando não apenas ouvindo. Aprendemos a falar, comer, amar, reagir… e...
03/03/2026

Desde pequenos, aprendemos a lidar com o mundo observando não apenas ouvindo.

Aprendemos a falar, comer, amar, reagir… e também a nos relacionar com o dinheiro.

Mesmo sem ninguém nos ensinar diretamente, absorvemos o modo como nossos pais e avós tratavam o dinheiro: se havia escassez ou abundância, medo ou confiança, sacrifício ou prazer.

Essas vivências vão se tornando padrões internos, muitas vezes inconscientes, que moldam nossa forma de agir na vida adulta.

Pela lente do pensamento sistêmico, o dinheiro também faz parte do fluxo de trocas dentro da família.

Quando há desequilíbrio por exemplo, quando alguém carrega o peso financeiro de outros ou repete a escassez dos antepassados, o sistema tenta restaurar a ordem.

Já na visão psicanalítica, o dinheiro se conecta a aspectos emocionais mais profundos: desejo, culpa, merecimento, autonomia. Ele deixa de ser apenas um recurso e passa a simbolizar afetos, reconhecimentos e limites.

Por isso, melhorar sua relação com o dinheiro não é apenas aprender sobre finanças é revisitar suas origens, compreender os signif**ados herdados e permitir-se construir uma nova forma de se relacionar com ele: mais consciente, livre e saudável.

Te Desejo Bem!❤️

Honrar é um movimento profundo de reconhecimento.Não se trata de colocar os que vieram antes em um pedestal, mas de reco...
24/02/2026

Honrar é um movimento profundo de reconhecimento.

Não se trata de colocar os que vieram antes em um pedestal, mas de reconhecer que deles veio a vida e que, sem eles, nós não existiríamos.

No pensamento sistêmico, honrar signif**a respeitar a ordem da hierarquia: compreender que quem veio antes é maior, porque foi quem abriu caminho para que a vida chegasse até nós.

Ao honrar, nos colocamos no nosso lugar certo dentro da ordem. E isso é maturidade.

É entender que nossos pais fizeram o melhor que puderam dentro da consciência que tinham, e que cabe a nós fazer diferente, não por orgulho, mas por amor à vida.

Quando passamos a honrar, reconhecemos essa herança, o que veio de bom e o que doeu e deixamos de ser prisioneiros dela.

Honrar, nesse sentido, é tomar a história como nossa, mas sem deixá-la nos dominar, mas podendo fazer um pouco diferente dela. É permitir que o passado pertença sem ser negado, nem perpetuado.

Honrar é um ato de reconciliação interna.

É olhar para trás com respeito, para poder olhar para frente com liberdade e leveza.

Porque só quando reconhecemos de onde viemos é que realmente podemos escolher para onde vamos.

Te Desejo Bem!❤️

Essa pergunta nos convida a olhar para algo muito profundo nas relações: o equilíbrio entre dar e receber. Dentro das Le...
19/02/2026

Essa pergunta nos convida a olhar para algo muito profundo nas relações: o equilíbrio entre dar e receber.

Dentro das Leis Sistêmicas, esse equilíbrio é essencial para que o amor possa fluir.

Quando um dos parceiros dá demais, seja atenção, cuidado, afeto ou até perdão e o outro apenas recebe, a relação começa a perder sua harmonia.

Aos poucos, o vínculo se torna pesado, e o amor deixa de nutrir para começar a cobrar.

Pelo olhar psicanalítico, esse desequilíbrio muitas vezes revela algo inconsciente: repetimos padrões aprendidos lá atrás, nas primeiras relações com nossos pais e cuidadores.
Às vezes, quem se doa demais tenta reparar algo do passado, busca ser reconhecido, amado ou visto não apenas pelo parceiro, mas por figuras antigas que deixaram marcas afetivas.

Quando entendemos isso, conseguimos olhar para o relacionamento com mais consciência.

O amor maduro não é sobre salvar o outro, mas sobre construir uma troca onde ambos crescem.

Dar e receber é o que mantém o vínculo vivo, saudável e verdadeiro.

Te Desejo Bem!❤️

Na maternidade, a cobrança pela perfeição pesa tanto para a mãe quanto para o filho.A ideia de que é preciso dar conta d...
05/10/2025

Na maternidade, a cobrança pela perfeição pesa tanto para a mãe quanto para o filho.

A ideia de que é preciso dar conta de tudo, nunca errar e estar sempre disponível cria frustração, culpa e até distância emocional.
Na psicanálise, Winnicott nos traz o conceito da “mãe suficientemente boa”:

Aquela que atende às necessidades do bebê de forma consistente, mas que, ao mesmo tempo, permite pequenas frustrações que fazem parte do desenvolvimento saudável.

Ou seja, uma mãe não precisa ser perfeita até porque isso é impossível. O que ela precisa é estar presente de forma real, humana e afetiva.

Ser suficientemente boa é:
• Cuidar com amor, mas sem se anular.
• Errar, aprender e reparar.
• Permitir que o filho entenda que a vida também tem limites.
• Mostrar-se como um ser humano, não uma super-heroína.

A perfeição adoece. A suficiência humaniza.

Você já tinha ouvido falar da mãe suficientemente boa?

Outubro é o mês de conscientização sobre o câncer de mama.Mais do que lembrar da importância do autocuidado físico, esse...
01/10/2025

Outubro é o mês de conscientização sobre o câncer de mama.

Mais do que lembrar da importância do autocuidado físico, esse momento também nos convida a refletir sobre o cuidado emocional.

Muitas vezes, o corpo fala aquilo que a alma tenta silenciar. O medo, a negação ou a dificuldade em olhar para si podem nos afastar do cuidado preventivo. Mas o amor-próprio também se expressa em gestos de atenção: no toque, no exame, na consulta de rotina.

Cuidar da saúde é também cuidar da história que se quer continuar escrevendo.

Por isso, lembre-se: fazer o autoexame e manter os exames em dia é um ato de amor por você e por sua historia.

🎀

Endereço

Passo Fundo, RS

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00
Sábado 09:00 - 17:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Marcia Bulgarelli posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Categoria