Isis Pottker - Psicóloga

Isis Pottker - Psicóloga Olá! Seja muito bem-vindo! Se você busca isso, está no lugar certo!

Meu objetivo aqui é oferecer ajuda e conhecimento, para que você possa desenvolver suas competências e expandir suas potencialidades de forma descomplicada, inovadora e dinâmica! Como psicóloga, eu busco oferecer intervenções sérias, modernas e baseadas em evidências, que atendam a este novo perfil de público que tem procurado a psicoterapia atualmente: pessoas que precisam resolver seus problemas de forma focada, humana e com resultados aparentes de curto a médio prazo!

Era para você ser o gato do Tonho.Mas você tinha outros planos.Você me escolheu.E passou quase nove anos fazendo questão...
30/06/2026

Era para você ser o gato do Tonho.

Mas você tinha outros planos.

Você me escolheu.

E passou quase nove anos fazendo questão de me lembrar disso.

Você me seguia pela casa, conversava comigo todas as manhãs, puxava a coberta para dormir no meu braço e tinha a mania mais bonita do mundo: sempre encontrava um pedacinho de mim para encostar a cabeça.

A gente brincava que você era um “gato tóxico”, porque eu mudava de lugar e, poucos minutos depois, lá estava você de novo.

Você só queria estar pertinho de mim.

Você mudou completamente a minha ideia sobre gatos. Passei a vida ouvindo que eles eram independentes e distantes. Você passou quase nove anos tentando provar exatamente o contrário.

Tudo o que você me deu foi carinho.

Tudo o que você me deu foi amor.

No nosso último dia, você fez exatamente o que sempre fazia quando queria se sentir seguro.

Arranhou a porta do quarto.

Entrou.

Dormimos juntos debaixo das cobertas mais uma vez.

Na clínica, segurei a sua patinha até o último segundo. Fiz carinho. Disse que te amava. Desejei uma boa viagem.

Você foi embora ronronando.

A doença venceu o seu corpo.

Mas ela nunca venceu a vida que nós construímos enquanto você ainda estava aqui.

Você foi o gato que me ensinou a amar gatos.

E esse vai ser, para sempre, o seu maior legado.

Boa viagem, meu Mimão.

No meu coração, vou guardar você exatamente como apareceu no meu sonho desta noite: grandão, faceiro, correndo por um campo bem verdinho atrás de uma borboleta azul!

Te amaremos pra sempre!

♥️

Hoje é Dia das Mães.E talvez essa seja uma carta para as mulheres que, assim como eu, escolheram não ser mães.Não por tr...
10/05/2026

Hoje é Dia das Mães.

E talvez essa seja uma carta para as mulheres que, assim como eu, escolheram não ser mães.

Não por trauma.
Nem por egoísmo.
Tão pouco por “medo de responsabilidade”.
Menos ainda porque “ainda não encontraram a pessoa certa”.

Mas simplesmente porque não querem.

E tudo bem existir uma vida inteira fora da maternidade.

Existe uma violência muito silenciosa em crescer ouvindo que o nosso corpo já nasceu com um destino traçado. Como se toda mulher carregasse, obrigatoriamente, um instinto esperando para despertar.

Como se a maternidade fosse a forma mais elevada (ou única) de amor, de realização, de feminilidade.

E talvez algumas mulheres se encontrem nisso.
Mas algumas de nós, não.

Algumas de nós sonham com outras coisas.
Com liberdade.
Com silêncio.
Com autonomia.

Com uma casa que não precise girar em torno de ninguém. Com uma rotina que pertença somente a si mesmas. Com a possibilidade de existir sem precisar cuidar, sustentar emocionalmente, nutrir ou estar disponível o tempo inteiro.

E não, isso não nos torna frias.
Não nos torna menos femininas.
Não nos torna vazias.

Só nos torna honestas.

Honestas o suficiente para não colocar uma criança no mundo para cumprir uma expectativa social. Honestas o suficiente para admitir que amor também é reconhecer aquilo que não queremos viver.

Porque maternidade não deveria ser obrigação.
Nem destino.
Nem prova de amor.
Nem condição para que uma mulher seja considerada completa.

Existe muita coragem em sustentar uma escolha que o mundo inteiro tenta corrigir.

Em ouvir “você vai mudar de ideia”.
“Um dia o relógio biológico bate.”
“Mas quem vai cuidar de você depois?”
“Você nunca vai conhecer o amor verdadeiro.”

Como se a nossa vida precisasse ser validada pelo útero para ter sentido.

Mas a verdade é que existem muitas formas de viver uma vida bonita.

E uma delas é escolhendo a si mesma.

Sem culpa.
Sem justificativa.
Sem precisar transformar essa decisão em algo poético para ser aceita.

Algumas mulheres querem ser mães.
Outras não.

E talvez a verdadeira liberdade esteja justamente em poder existir dos dois jeitos.

Se você pensa igual, espero que esse texto te encontre com leveza! ✨

Mas então por que é tão difícil sair de relações onde parece que você precisa provar o seu valor o tempo todo?A resposta...
25/04/2026

Mas então por que é tão difícil sair de relações onde parece que você precisa provar o seu valor o tempo todo?

A resposta não está no outro.
Está no que você aprendeu sobre amor.

Muitas mulheres cresceram aprendendo, de forma sutil ou explícita, que o amor precisava ser conquistado, sustentado… ou até merecido.

Ao longo da vida isso pode trazer a sensação de nunca ser suficientemente cuidada, um medo constante de perder o outro e a necessidade de colocar o outro sempre na frente de si mesma pra evitar um abandono.

E aí entra algo ainda mais profundo:
você não escolhe qualquer pessoa…

você se conecta com quem confirma aquilo que você já sente!

Por isso, relações com pessoas indisponíveis parecem tão familiares. Não porque são saudáveis… mas porque são conhecidas. Mesmo que você não as queira. Mesmo que você tente evitá-las.

E é assim que nasce o ciclo:
você tenta convencer, se esforça mais, se adapta…
e, no fim, se frustra de novo.

Não porque você não é suficiente.
Mas porque está repetindo um padrão.

E padrões não se resolvem com mais esforço.
Se resolvem com consciência!

💬 Me conta: fez sentido pra você? As vezes isso acontece também em amizades, relações profissionais… você se pega tentando provar o seu valor?

Um ano de casados! Nos casamos ao nascer do sol, na Guarda do Imbaú. Depois de um dia inteiro de chuva, fomos presentead...
03/01/2026

Um ano de casados!

Nos casamos ao nascer do sol, na Guarda do Imbaú. Depois de um dia inteiro de chuva, fomos presenteados com um amanhecer impecável, desses que parecem um sinal silencioso de que estávamos no lugar certo, vivendo o que precisava ser vivido!

Foi um casamento pequeno. Íntimo. Minimalista. Só nós e a nossa família. Algumas pessoas importantes não puderam estar fisicamente, mas estavam ali de outro jeito, na história, no afeto, na sustentação do que somos.

E talvez por isso tudo tenha feito ainda mais sentido.

Porque casamento, na vida real, não é espetáculo.

É presença.
É intenção.
É constância.

Casar não foi sobre o dia. Foi sobre marcar um ciclo. Sobre dizer, com clareza e responsabilidade: “é aqui que eu fico”.

Casamento é feito de conversas difíceis e de silêncios respeitados. De acordos refeitos. De escolhas conscientes, repetidas todos os dias, inclusive nos dias comuns, sem luz bonita, sem café especial, sem cenário perfeito.

É cuidado nos detalhes.
É lealdade quando ninguém está olhando.
É saber que o amor não se sustenta sozinho: ele precisa de manutenção, de escuta, de presença emocional.

Nada em nós foi por impulso.
Nem o amor, nem a história, nem a decisão de formalizar essa união. Tudo foi construído com tempo, diálogo e verdade.

Um ano depois, seguimos acreditando na mesma coisa: amor não é o que promete tudo. Amor é o que permanece, apesar de tudo, além de tudo!

E esse post é só um pedaço da nossa história, mas é, acima de tudo, um agradecimento profundo a quem esteve conosco naquele amanhecer e a quem, de alguma forma, sempre esteve.

♥️

Como terapeuta, eu escuto muitas histórias.Como humana, eu também vivo as minhas.E se tem algo que esse ano me confirmou...
01/01/2026

Como terapeuta, eu escuto muitas histórias.
Como humana, eu também vivo as minhas.

E se tem algo que esse ano me confirmou, dentro e fora do consultório, é que a vida raramente acontece como a gente planeja. Ela acontece como pode.

Vejo muitas pessoas se cobrando por não terem chegado onde gostariam. Por não terem conquistado tudo o que planejaram. Por estarem “atrasadas”.

Mas o que quase ninguém fala é que existem anos em que o maior trabalho não é avançar. É sustentar.

Sustentar decisões difíceis. Sustentar limites novos. Sustentar perdas, mudanças, imprevistos. Sustentar a própria saúde emocional quando o mundo pede correria.

Este ano me ensinou, e confirmou em cada sessão, que continuar também é uma conquista. Mesmo sem grandes anúncios. Mesmo sem fotos bonitas. Mesmo quando ninguém vê.

Mas ele também mostrou algo importante:
não é porque houve dificuldades que nada de bom existiu. Teve aprendizados. Teve vínculos. Momentos simples que sustentaram dias difíceis. Escolhas silenciosas que protegeram o que realmente importa.

Como terapeuta, eu ensino que o caminho está no meio. Entre se exigir demais e se abandonar. Entre achar que tudo foi um fracasso e fingir que tudo foi perfeito.

Se você termina este ano diferente do que imaginou,
saiba: isso não significa que deu errado.

Significa que você viveu!

E viver, quando feito com presença e consciência, já é mais do que suficiente para continuar.

Que 2026 não te exija perfeição. Que ele te permita mais verdade. Mais inteireza. E menos guerra interna.

Com carinho,
de alguém que escuta, orienta,
e também aprende todos os dias.

Feliz (re)começo! 🥂

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