18/06/2026
O que o vídeo não teve tempo de contar:
O fígado é um dos órgãos mais afetados pela resistência insulínica. Enquanto muita gente acredita que o diabetes atinge apenas a glicose, o excesso de gordura pode começar a se acumular silenciosamente nas células do fígado, favorecendo o desenvolvimento da esteatose hepática.
O mais preocupante é que, na maioria das vezes, esse processo não causa dor nem sintomas evidentes. O fígado continua funcionando e a pessoa segue sua rotina sem imaginar que existe uma inflamação em andamento.
Com o passar do tempo, esse quadro pode evoluir para formas mais graves de comprometimento hepático. E tudo isso pode começar anos antes do diagnóstico ou mesmo quando a glicose parece "sob controle".
A boa notícia é que agir na causa do problema faz diferença. Buscar a remissão do diabetes tipo 2 e interromper a resistência insulínica é uma forma de proteger também a saúde do fígado.
Segue aqui para não perder o próximo episódio da série Diabetes dos pés à cabeça.
💬 Você já tinha ouvido falar sobre a relação entre diabetes tipo 2 e gordura no fígado? Conta nos comentários.