29/12/2025
Há dores que não são nossas, mas que escolhemos curar.
Ciclos que começaram antes de nós em avós, bisavós, e nas vozes silenciosas das mulheres e homens que vieram antes e que agora, através da consciência, encontram em nós um ponto final sagrado.
Quando uma alma desperta, ela não desperta só por si desperta por toda a linhagem.
Cada lágrima acolhida, cada perdão oferecido, cada abraço que substitui o grito... é uma ferida ancestral sendo costurada com fios de luz.
Honrar os que vieram antes não é carregar o peso é devolver a eles o amor.
É olhar para trás com compaixão e dizer: "Eu vejo sua dor. Eu entendo o que você viveu.
Honrar os que vieram antes não é carregar o peso é devolver a eles o amor.
É olhar para trás com compaixão e dizer:
"Eu vejo sua dor. Eu entendo o que você viveu. Mas agora, deixo que a luz continue o caminho."
Curar-se é libertar.
E quando uma mulher ou um homem escolhe romper o ciclo, o universo inteiro se inclina em reverência.
Porque naquele instante, séculos de dor encontram repouso.
E a paz, que parecia impossível, finalmente nasce.
Bert Hellinger nos lembra:
"O amor cego une, o amor consciente liberta."