08/03/2026
Dia Internacional da Mulher: garantir direitos, promover saúde mental
Em 8 de março de 1917, operárias de tecelagem na Rússia paralisaram as máquinas para reivindicar trabalho digno, igualdade salarial e direito ao voto. Décadas depois, em 1975, a Organização das Nações Unidas (ONU) oficializou a data como Dia Internacional da Mulher.
O sentido histórico permanece atual. Em um País onde a desigualdade e a violência de gênero seguem produzindo mortes e outras graves violações, garantir direitos é uma exigência ética e política de toda a sociedade – e também uma condição para saúde mental.
Em 2024, ao menos 1.492 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil. A maioria era negra, jovem e assassinada por companheiros ou ex-companheiros. No mesmo período, mais de 51 mil mulheres sofreram violência psicológica e outras 95 mil foram vítimas de stalking.
A violência de gênero não se restringe aos números – e tampouco impacta todas as mulheres do mesmo modo. Raça, classe, território, deficiência, idade e identidade de gênero moldam experiências distintas de violência, exclusão e sofrimento psíquico.
Atenta à dimensão desse desafio, a Psicologia brasileira dispõe de diretrizes e normativas que orientam a atuação profissional nesse campo, inclusive contemplando suas diversas interseccionalidades.
Neste 8 de março, o Conselho Federal de Psicologia reconhece o protagonismo das mulheres no cotidiano da prática e na construção da Psicologia como ciência e reafirma:
- Defender direitos é cuidado.
- Construir igualdade é promover saúde mental.
👉 Acesse o link na bio e acesse diretrizes na área.
Card em fundo roxo com silhuetas de perfis de mulheres ao fundo. No topo esquerdo, lê-se: “8 de março – Dia Internacional da Mulher”. Ao centro, em destaque, a frase: “Defender direitos é cuidado. Construir igualdade é promover saúde mental.” No canto inferior direito está a logomarca do Conselho Federal de Psicologia.