Psicóloga Janaine Ribeiro

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Psicóloga Janaine Ribeiro Psicoterapia, adolescente, adulto e idoso.

Quando alguém parte, o que fazer com aquilo que ficou?Depois da morte de alguém querido, seus pertences podem ganhar um ...
06/10/2026

Quando alguém parte, o que fazer com aquilo que ficou?

Depois da morte de alguém querido, seus pertences podem ganhar um significado diferente.

Uma roupa, uma fotografia, um objeto cotidiano ou até algo aparentemente simples pode carregar lembranças, afetos e histórias. Por isso, não existe um tempo certo para se desfazer dessas coisas.

No processo de luto, é importante respeitar o próprio tempo e reconhecer que guardar alguns objetos pode ser uma forma de preservar vínculos e memórias.

E, quando chegar o momento de deixar algumas coisas partir, isso não significa esquecer, abandonar ou amar menos.

Alguns objetos podem permanecer. Outros podem ser doados, compartilhados ou ressignificados.

O que importa é que essa escolha aconteça quando houver espaço psíquico para fazê-la e não pela pressão de “precisar organizar tudo” ou “seguir em frente”.

Despedir-se dos pertences não é despedir-se da história vivida.

Porque aquilo que alguém significou para nós não cabe em objetos.
Permanece na memória, nos vínculos e naquilo que foi construído através da relação. 🌷

Quando alguém parte, o que fazer com aquilo que ficou?Depois da morte de alguém querido, seus pertences podem ganhar um ...
06/10/2026

Quando alguém parte, o que fazer com aquilo que ficou?

Depois da morte de alguém querido, seus pertences podem ganhar um significado diferente.

Uma roupa, uma fotografia, um objeto cotidiano ou até algo aparentemente simples pode carregar lembranças, afetos e histórias. Por isso, não existe um tempo certo para se desfazer dessas coisas.

No processo de luto, é importante respeitar o próprio tempo e reconhecer que guardar alguns objetos pode ser uma forma de preservar vínculos e memórias.

E, quando chegar o momento de deixar algumas coisas partir, isso não significa esquecer, abandonar ou amar menos.

Alguns objetos podem permanecer. Outros podem ser doados, compartilhados ou ressignificados.

O que importa é que essa escolha aconteça quando houver espaço psíquico para fazê-la e não pela pressão de “precisar organizar tudo” ou “seguir em frente”.

Despedir-se dos pertences não é despedir-se da história vivida.

Porque aquilo que alguém significou para nós não cabe em objetos.
Permanece na memória, nos vínculos e naquilo que foi construído através da relação. 🌷

Já dizia Nise da Silveira,Não se curem além da contaGente curada demais é gente chata ✨
26/02/2026

Já dizia Nise da Silveira,

Não se curem além da conta
Gente curada demais é gente chata ✨

05/02/2026

Doença crônica também envolve luto.Receber um diagnóstico crônico não impacta apenas a saúde física.Há, muitas vezes, um...
03/02/2026

Doença crônica também envolve luto.

Receber um diagnóstico crônico não impacta apenas a saúde física.
Há, muitas vezes, um luto silencioso: o luto pelo corpo que funcionava sem dor, sem limitações, sem depender de cuidados constantes.

Esse luto não é apenas pela perda da saúde, mas pela perda de projetos, de autonomia, de uma identidade corporal anterior.
O corpo, que antes era vivido de forma natural, passa a ser percebido, controlado e, por vezes, estranhado.

Na psicologia, compreendemos que esse processo pode despertar tristeza, raiva, negação e sentimentos ambivalentes. Reações legítimas diante de uma perda real, ainda que invisível aos outros.

Reconhecer esse luto é um passo fundamental para a adaptação emocional à condição crônica.
Não se trata de “aceitar rapidamente”, mas de elaborar a perda, construir novos sentidos e desenvolver uma relação possível e mais compassiva com o próprio corpo.

Cuidar da saúde mental também é parte do tratamento.

15/01/2026

O Freud que aparece menos por aqui…Muitos estudos já mostram o benefício que os animais proporcionam a saúde mental…Mas ...
19/12/2025

O Freud que aparece menos por aqui…

Muitos estudos já mostram o benefício que os animais proporcionam a saúde mental…Mas é o sentir que consegue significar as tantas memórias afetivas construídas, o cheirinho e o focinho gelado que acalmam os dias difíceis e o olhar que parece compreender cada pedacinho da nossa alma.

🐾🐾

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