Psicóloga Isabelle Camilo Alam

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Hoje é um dia simbólico para comemorar a profissão que vivo há quase 6 anos e aprendo a cada dia com essa trajetória ric...
27/08/2026

Hoje é um dia simbólico para comemorar a profissão que vivo há quase 6 anos e aprendo a cada dia com essa trajetória rica de experiências! Alegria e gratidão por cada passo e tropeço que me trouxeram até aqui, pois é através disso que me construo e me fortaleço nessa jornada!
✨️🤎🛋

Há caminhos que escolhemos. E há caminhos que, pouco a pouco, também nos escolhem.Minha trajetória como Psicóloga tem si...
17/08/2026

Há caminhos que escolhemos.
E há caminhos que, pouco a pouco, também nos escolhem.

Minha trajetória como Psicóloga tem sido feita de encontros, escutas, estudos, perguntas e, sobretudo, da possibilidade de acompanhar o outro naquilo que nem sempre encontra palavras.

Na Psicanálise, aprendi que escutar é muito mais do que ouvir. É sustentar o silêncio, acolher o que emerge, respeitar o tempo de cada sujeito e reconhecer que, por trás de cada palavra, existe uma história que pede para ser escutada.

Entre livros, estudos, supervisões, atendimentos e tantos encontros, sigo construindo meu caminho profissional com a certeza de que a clínica não é sobre oferecer respostas prontas, mas sobre criar um espaço onde cada sujeito possa, à sua maneira, encontrar suas próprias palavras.

Há algo de profundamente bonito em testemunhar alguém se aproximar de si mesmo.

E é nesse lugar, entre a escuta e o desejo, entre o dito e o que permanece por dizer, que continuo escolhendo a Psicologia.

Com delicadeza, ética e compromisso, sigo fazendo da minha profissão também uma forma de encontro com o humano.

Porque, na clínica, algumas palavras tropeçam.
E, às vezes, é justamente quando tropeçam que começam a dizer aquilo que há tanto tempo precisava ser dito. ✨

A frase de Lacan nos lembra que, muitas vezes, aquilo que escapa quando falamos revela algo importante sobre nós. Para e...
27/07/2026

A frase de Lacan nos lembra que, muitas vezes, aquilo que escapa quando falamos revela algo importante sobre nós. Para ele o inconsciente é estruturado pela linguagem.

Quem nunca trocou um nome, disse uma palavra "errada" ou soltou uma frase e logo pensou: "não era isso que eu queria dizer"? Para a psicanálise, esses pequenos tropeços podem carregar sentidos que vão além do acaso.

Isso não significa que todo erro esconda um grande segredo. Mas, em alguns momentos, esses deslizes podem apontar para sentimentos, desejos, medos ou conflitos que ainda não conseguimos reconhecer com clareza.

Na análise, não buscamos julgar o que é dito. Buscamos escutar. Porque, às vezes, aquilo que parece apenas um erro é justamente o início de uma descoberta sobre si mesmo.

✨ E você, já percebeu alguma palavra "escapar" em um momento importante?

🛋 A terapia oferece uma oportunidade de reconhecer e ressignificar o que passou e ainda não se curou... ✨️
02/03/2026

🛋 A terapia oferece uma oportunidade de reconhecer e ressignificar o que passou e ainda não se curou... ✨️

22/12/2025
          🛋 Psicóloga Isabelle Alam
14/10/2025



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🧠✨ Tornar-se consciente é um processo que exige coragem.Na psicoterapia, muitas vezes nos deparamos com partes de nós qu...
16/07/2025

🧠✨ Tornar-se consciente é um processo que exige coragem.
Na psicoterapia, muitas vezes nos deparamos com partes de nós que foram mascaradas para sobreviver.
Renunciar à ilusão que criamos sobre nós mesmos é, muitas vezes, o primeiro passo rumo à liberdade interior.

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🛋️ Psicóloga Isabelle Alam • CRP 07/33963

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✨️ "E logo se percebe que, ainda que importe o que o analista fala, talvez mais importante é como ele fala, ou melhor, c...
11/06/2025

✨️ "E logo se percebe que, ainda que importe o que o analista fala, talvez mais importante é como ele fala, ou melhor, como ele revela sentimentos, emoções e interesse humano genuíno, fatos que lutam para serem simbolizados num trabalho conjunto pela dupla analítica.

Símbolos que, certamente, vão além daquilo que pode ser comunicado em palavras."

- Cassorla

Há silêncios que pesam mais do que o choro.E há braços que embalam um boneco — mas o que querem, quem sabe, embalar a si...
14/05/2025

Há silêncios que pesam mais do que o choro.
E há braços que embalam um boneco — mas o que querem, quem sabe, embalar a si mesmos...
O bebê reborn pode parecer um simples objeto, uma fantasia inofensiva,
mas para alguns, ele se torna um espelho do vazio,
uma tentativa de preencher uma ausência que ainda dói.

Diferente de um bebê de verdade, o reborn não chora, não adoece, não exige.
Ele não frustra, não acorda de madrugada, não tira o chão.
É o bebê ideal: moldado à imagem do desejo,
um bebê que nunca abandona, nunca rejeita, nunca contradiz.
E é justamente por isso que ele nos convida à reflexão.

Winnicott, com sua sensibilidade única, nos fala do objeto transicional, o primeiro “não-eu” que ajuda o bebê a sobreviver à ausência da mãe.
Um paninho, um ursinho, um cheirinho que acalma.
Mas para ele, esses objetos têm um papel: ajudar a criança a se separar, a existir por si.
Quando o objeto se fixa e ocupa o lugar do outro real,
ele pode sinalizar um colapso no amadurecimento emocional.
O bebê reborn, nesse sentido, não é ponte, é substituto.

Já Lacan nos lembra que o sujeito é constituído pela linguagem, pela falta, pelo desejo do Outro.
O reborn entra aí como um preenchimento imaginário para uma falta que não se simbolizou,
um amor que não foi vivido, um luto que não foi elaborado.
A mãe ideal que não existiu.
O filho que não veio.
O afeto que ficou suspenso no tempo.

Na fantasia, tudo está sob controle.
No real… tudo escapa.

A maternidade real exige presença, adaptação, enfrentamento.
É conflito, frustração, imprevisibilidade.
É o amor que se constrói na imperfeição.
O reborn, por sua vez, representa o impossível:
um amor perfeito, sem riscos, sem perda e sem vida.

Todo excesso de controle esconde uma dor.
E todo afeto que se cristaliza num boneco silencioso
pode estar tentando calar um grito antigo, de abandono, de perda, de solidão.

Por isso, o olhar da psicologia é necessário.
Não para julgar, mas para escutar.
Para compreender o que esse brincar está tentando organizar.
Porque há feridas que só se curam quando alguém escuta de verdade.

Na análise, o sujeito pode, dar voz ao que foi calado.
E atravessar esse vazio, não com bonecos, mas com palavras

Endereço

Rua Major Cícero, 108
Pelotas, RS

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