03/08/2026
Se eu pudesse voltar 11 anos no tempo, existe um erro que eu jamais cometeria novamente como fisioterapeuta.
No início da carreira, eu acreditava que o mais importante era dominar o maior número possível de técnicas. Quiropraxia, agulhamento, liberação miofascial... Quanto mais técnicas eu soubesse, melhor profissional eu seria.
Com o tempo, atendendo centenas de pacientes e estudando cada vez mais, percebi que estava olhando para o lugar errado.
Hoje eu entendo que a técnica é importante, mas ela não é o principal. O que realmente faz diferença é identificar a verdadeira causa da dor e entender qual paciente está na sua frente. Dois pacientes com a mesma ressonância podem precisar de tratamentos completamente diferentes.
O maior erro que eu cometi foi achar que a técnica resolvia o problema. Hoje eu sei que é o raciocínio clínico que guia a técnica, e não o contrário.
Foi quando eu mudei essa forma de pensar que meus resultados com os pacientes começaram a mudar de verdade.