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A forma como a criança caminha e se movimenta pode trazer informações importantes sobre o seu desenvolvimento motor. Por...
06/10/2026

A forma como a criança caminha e se movimenta pode trazer informações importantes sobre o seu desenvolvimento motor. Por isso, observar pequenos detalhes no dia a dia é fundamental.

🔎 O que observar durante a caminhada?
• Pés apontando para dentro ou para fora.
• Alterações no alinhamento das pernas.
• Mudanças na postura durante a caminhada.
• Quedas frequentes.
• Dificuldade para correr, pular ou se equilibrar.
• Dificuldade para acompanhar outras crianças durante as brincadeiras.

🧸 E o movimento?
Brincar, correr, pular, subir, descer e explorar diferentes movimentos são muito importantes para o desenvolvimento infantil.

Essas atividades ajudam a estimular:
• Coordenação motora.
• Equilíbrio.
• Força muscular.
• Controle corporal.
• Segurança durante os movimentos.

💙 Onde entra a fisioterapia?
A avaliação fisioterapêutica permite observar a marcha, o alinhamento, a mobilidade, a força, o equilíbrio e a forma como a criança realiza seus movimentos.

Cada criança apresenta características e necessidades diferentes. Por isso, a avaliação individual é fundamental para entender se existe alguma alteração que precisa ser acompanhada e qual a melhor forma de cuidado.

⚠️ Cada criança é única! Uma avaliação individualizada permite compreender melhor suas necessidades e orientar os cuidados de forma adequada.

📅 Agende sua avaliação e cuide do desenvolvimento do seu filho com atenção e carinho! 💙

Dra. Daniele Costa do Nascimento
Fisioterapeuta

Terminou o almoço e parece que falta alguma coisa até aparecer um docinho?Isso não significa necessariamente que você es...
05/10/2026

Terminou o almoço e parece que falta alguma coisa até aparecer um docinho?

Isso não significa necessariamente que você esteja “viciado em açúcar” ou que tenha pouca força de vontade.

A vontade de doce depois das refeições pode ter diferentes explicações. Pode ser simplesmente um hábito aprendido quando repetimos durante muito tempo a sequência “almoço + sobremesa”, nosso cérebro passa a esperar por ela.
Também pode estar relacionada ao prazer e à recompensa. Fome e vontade de comer não são exatamente a mesma coisa.

E vale observar o restante do dia. Longos períodos sem comer, refeições pouco satisfatórias ou uma alimentação excessivamente restritiva podem aumentar o desejo por alimentos mais prazerosos.

🍫 Então preciso cortar o doce?
Não necessariamente. Quanto mais transformamos determinado alimento em “proibido”, mais importante ele pode se tornar na nossa cabeça.

O acompanhamento nutricional pode ajudar justamente a identificar o que está por trás dessa vontade e encontrar uma forma de incluir esses alimentos com equilíbrio, sem culpa e sem a lógica do “já que comi, perdi a dieta”.

✨ Nem toda vontade de doce é fome. E nem toda vontade de doce precisa virar uma batalha.
E você: termina o almoço e já começa a procurar a sobremesa? 🍰

Dra. Cristina Rosa da Silva dos Reis
Nutricionista

Semana da Criança Interped 💚💙De 13/10 à 17/10 a Equipe Interped estará em festa para proporcionar uma semana divertida p...
05/10/2026

Semana da Criança Interped 💚💙

De 13/10 à 17/10 a Equipe Interped estará em festa para proporcionar uma semana divertida para nossas crianças!

Durante a semana festiva, todas as sessões acontecerão normalmente conforme a agenda. Além disso teremos momentos especial de brincadeiras para tornar a semana mais divertida.

Fiquem atentos a programação!

Equipe Interped

Nessa sexta, nossa maravilhosa Equipe de Fonoaudiologia participou de um treinamento e atualização dos protocolos de ava...
04/10/2026

Nessa sexta, nossa maravilhosa Equipe de Fonoaudiologia participou de um treinamento e atualização dos protocolos de avaliação mais indicados pela ciência dentro da atuação fonoaudiológica.

Além disso, começamos o treinamento de toda a equipe para a atuação com o Programa Nuffield de Dispraxia - NDP3, aprendido na 12° Conferência Nacional de Apraxia de Fala na Infância.

Tanto a Conferência, que contou com a participação de parte da nossa equipe, quanto o treinamento da equipe interna proporcionou não só momentos de aprendizados, mas sorrisos e confusões presentes toda a vez que nos juntamos.

Pensando sempre na excelência dos nossos atendimentos, pois nossos pacientes não são um diagnóstico ou um método, eles são uma vida acontecendo!

Equipe de Fonoaudiologia Interped
💙💚

Por que é tão difícil para algumas crianças parar de assistir a vídeos, jogar ou sair do celular?Aplicativos, jogos e ví...
04/10/2026

Por que é tão difícil para algumas crianças parar de assistir a vídeos, jogar ou sair do celular?

Aplicativos, jogos e vídeos são desenvolvidos para oferecer estímulos frequentes, novidades e recompensas. Curtidas, pontos, novas fases, notificações e vídeos que começam automaticamente podem manter a atenção por mais tempo.

Nesse processo, participa a dopamina, um neurotransmissor envolvido na motivação, aprendizagem e no sistema de recompensa.

⚠️ Mas atenção: não é correto dizer que “a tela libera dopamina e vicia o cérebro”. A relação é mais complexa. O problema está principalmente na exposição excessiva, no padrão de uso e na substituição de experiências importantes para o desenvolvimento.

COMO ISSO PODE APARECER NO DIA A DIA?

Imagine uma criança que passa muito tempo consumindo vídeos curtos:

Vídeo → estímulo rápido → novidade → recompensa → próximo vídeo.

Depois, quando precisa realizar uma atividade que exige mais tempo e menos estímulos, como ler, brincar de forma mais estruturada ou fazer uma tarefa escolar, ela pode demonstrar:

“Não quero!”
- Dificuldade para esperar.
- Irritação ao interromper a tela.
- Procura constante por novidades.
- Dificuldade para permanecer em atividades menos estimulantes.

Isso não significa que a criança perdeu a capacidade de atenção. Significa que diferentes atividades oferecem diferentes níveis de estímulo e exigem habilidades distintas de autorregulação.

COMO BUSCAR EQUILÍBRIO?

💡O objetivo não precisa ser “zero tela”, mas uma rotina em que a tecnologia não substitua necessidades fundamentais da infância.

💡Combine antes: “Você pode assistir a dois vídeos e depois vamos guardar.”

💡Antecipe o encerramento: avisar alguns minutos antes pode tornar a transição mais previsível.

💡Varie as experiências: brincadeiras, movimento, leitura, criatividade, interação social e atividades em família.

💡Crie momentos sem telas: especialmente durante refeições, interações familiares e próximo ao horário de dormir.

💡Observe o conteúdo: qualidade, idade adequada e contexto também importam — não apenas o número de minutos.

E principalmente: o adulto também participa desse processo. Crianças aprendem muito observando como os adultos utilizam a tecnologia.

Tecnologia faz parte da infância atual. O desafio é fazer com que ela ocupe um espaço saudável — sem ocupar o lugar da própria infância.

📌 Quando o uso começa a interferir de forma persistente no sono, escola, relações, brincadeiras ou rotina familiar, vale buscar orientação profissional.

Dr. Rodrigo Toshio Peroti
Psicólogo

Muitas vezes nós profissionais assumimos diversos papéis. Aqueles que mães e cuidadores assumem.Ser Terapeuta Ocupaciona...
30/09/2026

Muitas vezes nós profissionais assumimos diversos papéis. Aqueles que mães e cuidadores assumem.

Ser Terapeuta Ocupacional é assumir sim esses papéis, mas nunca perder a essência: cuidar. É brincar, ensinar, escutar, orientar, acolher, criar possibilidades e acreditar no potencial de cada pessoa. É transformar desafios em caminhos, promover autonomia, participação e qualidade de vida. Porque, por trás de cada técnica, existe um propósito: ajudar cada pessoa a viver, participar e ocupar o seu lugar no mundo.

Terapia Ocupacional: muitos papéis, uma só essência - cuidar para transformar. 💚🩵

Dra. Meiry Tengler Carvalho
Terapeuta Ocupacional

👣 Movimento também é desenvolvimento! 💚Entre 2 e 4 anos, a criança aprende muito através das experiências do dia a dia. ...
30/09/2026

👣 Movimento também é desenvolvimento! 💚

Entre 2 e 4 anos, a criança aprende muito através das experiências do dia a dia. Correr, pular, subir, brincar descalça em locais seguros e explorar diferentes superfícies são oportunidades importantes para desenvolver força, equilíbrio, coordenação e segurança nos movimentos. ✨

Nem sempre é preciso “corrigir” a criança. Muitas vezes, o que ela precisa é de mais oportunidades para se movimentar, brincar e explorar, sempre com segurança e respeitando seu próprio ritmo. 🌱

👟 Na hora de escolher o calçado, dê preferência a modelos leves, confortáveis e adequados ao tamanho e formato dos pés.

🚫 Evite restringir os movimentos por medo de quedas, usar calçados rígidos sem necessidade ou comparar o desenvolvimento da criança com o de outras.

Cada criança tem seu próprio ritmo. Observe, incentive e permita que ela descubra o mundo através do movimento! 💕

Dra. Lívia Quessada Longhi
Fisioterapeuta

Ensinar com experiências concretas é construir uma aprendizagem mais sólida e duradoura.💙💚Naiara Lopes Alves Beringui Ps...
29/09/2026

Ensinar com experiências concretas é construir uma aprendizagem mais sólida e duradoura.
💙💚

Naiara Lopes Alves Beringui
Psicopedagoga

23/09/2026

O uso de recursos tecnológicos na Musicoterapia pode ampliar as possibilidades de intervenção quando está articulado aos objetivos terapêuticos e às necessidades específicas de cada pessoa atendida. Aplicativos musicais, instrumentos eletrônicos, softwares, recursos audiovisuais, gravações e interfaces digitais podem atuar como mediadores da experiência musical, possibilitando diferentes formas de produção, percepção, interação e resposta aos estímulos sonoros.

A escolha do recurso não deve partir apenas de suas possibilidades tecnológicas, mas de sua função dentro do processo terapêutico.
Em contextos de neurodesenvolvimento, esses recursos também podem contribuir para a adaptação dos estímulos e para a criação de diferentes vias de acesso à experiência musical, especialmente quando há necessidade de apoio visual, redução ou ampliação de estímulos, repetição estruturada ou formas alternativas de participação.

Por isso, a presença de uma tela ou de um dispositivo eletrônico não caracteriza, por si só, uma intervenção musicoterapêutica. O elemento central é a intencionalidade clínica: quais objetivos estão sendo trabalhados, por que determinado recurso foi selecionado, como ele será mediado e quais respostas do paciente estão sendo observadas.

Taiane da Silva Rodrigues
Musicoterapeuta

A marcha em ponta de pé é observada com frequência em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Porém, não exis...
22/09/2026

A marcha em ponta de pé é observada com frequência em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Porém, não existe uma única causa para esse padrão.

POR QUE PODE ACONTECER?
A marcha em ponta pode estar relacionada a:
• Alterações no processamento sensorial.
• Busca por estímulos proprioceptivos.
• Dificuldades de planejamento motor.
• Alterações de equilíbrio e controle postural.
• Alterações no padrão motor.
• Redução da mobilidade do tornozelo.
• Encurtamento da musculatura da panturrilha.
• Manutenção de um padrão de marcha já estabelecido.

COMO IDENTIFICAR O QUE ESTÁ CONTRIBUINDO?
Na avaliação fisioterapêutica, é importante observar:
• A criança consegue apoiar o calcanhar quando solicitada?
• Possui amplitude adequada de movimento do tornozelo?
• Existe encurtamento ou alteração na função da panturrilha?
• Como está o equilíbrio e o controle postural?
• Como está o planejamento motor?
• A marcha em ponta acontece o tempo todo ou apenas em determinadas situações?
• O padrão muda de acordo com o ambiente ou com diferentes estímulos?

PODE SER UMA QUESTÃO SENSORIAL?
Em algumas crianças, andar na ponta pode estar relacionado à forma como elas percebem e respondem aos estímulos corporais.
Entretanto, não é possível concluir que a causa seja sensorial apenas observando a marcha. É necessário realizar uma avaliação individualizada.

E SE EXISTIR ENCURTAMENTO?
A manutenção prolongada da marcha em ponta pode estar associada à redução da dorsiflexão do tornozelo e, em alguns casos, ao encurtamento da musculatura da panturrilha.
Nessas situações, a criança pode apresentar dificuldade para realizar o contato do calcanhar com o solo, mesmo quando tenta fazê-lo.

COMO É O TRATAMENTO?
O tratamento depende dos fatores identificados na avaliação e pode envolver:
• Mobilidade do tornozelo.
• Alongamentos, quando indicados.
• Fortalecimento muscular.
• Treino de equilíbrio.
• Controle postural.
• Planejamento motor.
• Treino específico de marcha.
• Estratégias sensoriais individualizadas.
• Órteses ou outras intervenções em situações específicas.

IMPORTANTE!
A marcha em ponta de pé não deve ser automaticamente considerada apenas uma “característica do autismo”.
Duas crianças com TEA podem apresentar o mesmo padrão de marcha, mas por motivos completamente diferentes.

Dr. Victor Aurélio de Oliveira Silva
Fisioterapeuta

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Moro, F. et al. Interventions for idiopathic toe walking. Cochrane Database of Systematic Reviews, 2019.
Sutherland, D. H. et al. Toe walking: causes, epidemiology, assessment, and treatment. Current Opinion in Pediatrics, 2016.
McDougal, J. et al. Toe walking in children with autism spectrum disorder. Journal of Child Neurology.

Endereço

Rua Santos Dumont, 110/Centro
Peruíbe, SP
11750-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 20:00
Terça-feira 08:00 - 19:00
Quarta-feira 08:00 - 20:00
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