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09/06/2026

Por que copiar da lousa pode ser tão difícil para algumas crianças?

Naiara Lopes Alves Beringui
Psicopedagoga

Venham se divertir! 🔥🌽Equipe Interped
08/06/2026

Venham se divertir! 🔥🌽

Equipe Interped

Brincar, é brincadeira apenas para o adulto. Para as crianças é trabalho sério. O brincar é a principal linguagem das cr...
05/06/2026

Brincar, é brincadeira apenas para o adulto. Para as crianças é trabalho sério. O brincar é a principal linguagem das crianças, e é por meio dela que as crianças descobrem e compreendem o mundo, desenvolvem habilidades, experimentam papéis diferentes (ora são piratas, outra a professora, etc.). E expressam suas fantasias, angústias e sentimentos que muitas vezes não teriam recursos para expressar através da fala.

O brincar também oferece espaço e oportunidades para estimular momentos de trocas afetivas entre pais e filhos, e as crianças são ávidas por trocas afetivas, elas precisam disso. As crianças se espelham e se desenvolvem através das interações afetivas. Elas se sentem emocionalmente mais seguras, amadas e pertencentes quando percebem que suas emoções e expressões são validadas e compreendidas por aqueles que as cercam. Através do brincar, as crianças constroem um entendimento mais profundo sobre suas relações e desenvolvem habilidades sociais essenciais, como empatia, cooperação e resolução de conflitos.

Muito mais importante do que oferecer brinquedos da última geração para as crianças, é o ato de brincar com elas. Brincar com as crianças demonstra um verdadeiro interesse em conhecê-las e participar de seu mundo. E quando um adulto organiza sua rotina para dedicar a entrar no mundo da criança, ela se sente importante e especial. Fortalecendo os laços afetivos, e criando memórias que vai levar no coração para sempre.

Dra. Isis Hohanna Siqueira de Oliveira
Psicóloga

Nem todo comportamento desafiador é de fato um desafio, pelo menos não no sentido que costuma ser entendido. Muitas veze...
05/06/2026

Nem todo comportamento desafiador é de fato um desafio, pelo menos não no sentido que costuma ser entendido. Muitas vezes, ele é uma tentativa, ainda imatura, de comunicação.

Quando a criança chora, se irrita, foge, recusa ou resiste, algo está sendo dito ali. Nem sempre em palavras, nem sempre de forma organizada, mas ainda assim, algo importante. O que aparece como “oposição” ou “dificuldade” costuma carregar frustração, cansaço, insegurança ou a falta de repertório para lidar com determinada situação.
É nesse espaço que o manejo acontece.

No Acompanhamento Terapêutico, manejar não é conter à força, nem apressar respostas. Também não é fazer o comportamento desaparecer a qualquer custo. Manejar é sustentar a situação o suficiente para compreendê-la e, a partir disso, ajudar a criança a construir outros caminhos possíveis.
E isso raramente começa no momento da crise.

Começa nos detalhes: na forma como o ambiente é organizado, na previsibilidade das situações, na maneira como as demandas são apresentadas. Começa quando é apresentado a percepção de que uma transição pode ser difícil e se antecipa, quando ajusta uma atividade, quando oferece escolhas, quando reduz o nível de exigência antes que a ruptura aconteça. Muitas vezes, manejar é quase invisível.
É pausar antes que a criança precise romper. É simplificar antes que ela recuse. É ajudar antes que ela precise gritar.

Mas quando a desregulação aparece, o manejo muda de lugar. Já não se trata de prevenir, mas de sustentar. E sustentar, aqui, não tem a ver com controle, mas com presença.
Em vez de confronto, organização.
Em vez de exigência, clareza.
Em vez de correção imediata, acolhimento.

Diminuir estímulos, ajustar a comunicação, dar contorno e oferecer apoio para que a criança, pouco a pouco, consiga se reorganizar. Não é sobre “fazer parar”, mas sobre ajudar a atravessar.
E depois que passa, o trabalho continua.
É nesse depois que se abrem possibilidades: nomear o que foi difícil, construir alternativas, ampliar formas de pedir, recusar, esperar, negociar. Aos poucos, aquilo que antes aparecia como ruptura começa a a se transformar em repertório.

Acompanhamento Terapêutico, nesse sentido, ocupa um lugar delicado. Ele não apaga o comportamento, nem silencia a criança. Ele traduz, organiza e amplia.
Porque manejar, no fundo, é isso: não é corrigir rapidamente o que incomoda, mas sustentar o tempo necessário para que algo novo possa surgir.
E quando a criança encontra outras formas de se expressar, o comportamento deixa de ser o único caminho possível.

Anna Carolyne de Sousa Diamantino
Acompanhante Terapêutica

03/06/2026

Trabalho desenvolvido em grupo junto as musicoterapeutas Régia e Ana Clara.

Sugerimos a composição da música para o dia das mães. E depois deles gostarem da ideia pedimos para falarem o que as mães representam para eles, o que elas fazem, como vivem.
E nesse contexto as palavras foram saindo, eles foram se envolvendo e chegamos nesse resultado.

Terapeuticamente, além de um relaxamento por todos estarem sob a mesma demanda e vivendo a mesma situação (o cérebro ativa redes relacionadas à compreensão emocional — como se dissesse: “ah, então não sou o único que sente assim), houve momentos de interação, cumplicidade, respeitar a dinâmica do amigo.

Habilidades como ouvir, expressar sentimentos, entender regras sociais e lidar com conflitos, tudo de forma gradual e apoiada, fortalece a confiança nas relações do dia a dia.

O terapeuta ajuda a criar um espaço onde o olhar, o tom de voz, o tempo de fala, o humor e até as pausas da conversa são trabalhados de modo colaborativo. Com o tempo, o sistema emocional aprende a reconhecer padrões e reagir com mais segurança.

Eliane Faria de V.B. Reis
Musicoterapeuta

Após os 60 anos, é comum ocorrer uma redução gradual da massa muscular, o que pode impactar a força, o equilíbrio e a in...
01/06/2026

Após os 60 anos, é comum ocorrer uma redução gradual da massa muscular, o que pode impactar a força, o equilíbrio e a independência nas atividades do dia a dia.

A boa notícia é que uma alimentação adequada, associada à prática de atividade física, pode ajudar a preservar a massa muscular e promover mais qualidade de vida durante o envelhecimento.

✨ Cuidar da alimentação hoje é investir na autonomia de amanhã.

💙 O acompanhamento nutricional pode auxiliar na identificação das necessidades individuais e na construção de estratégias para um envelhecimento mais saudável e ativo.

Dra. Cristina Rosa da Silva dos Reis
Nutricionista

Por que algumas crianças evitam texturas?Venha entender um pouco mais sobre o tema com a nossa equipe. Equipe de Terapia...
01/06/2026

Por que algumas crianças evitam texturas?

Venha entender um pouco mais sobre o tema com a nossa equipe.

Equipe de Terapia Ocupacional

28/05/2026

PÓS-MASTECTOMIA

A fisioterapia é essencial para a recuperação da mobilidade do membro superior e ganho de força muscular, aliviar as dores, prevenir o linfedema e evitar fibrose.

Cuidados e orientações:
➡️ Não adote posturas de proteção excessiva: evite deixar o braço colado ao corpo para prevenir encurtamentos musculares e problemas na cicatrização.
➡️ Respeite o seu limite: nenhum movimento deve causar dor intensa.
➡️ Sempre supervisionado: os exercícios devem ser orientados por um fisioterapeuta.

Dra. Claudia Maria França Garcia
Fisioterapeuta

26/05/2026

Você sabia que a atenção é uma condição para a aprendizagem?

Tire suas dúvidas com a gente! 😉

Regina Rosária Cariatti
Psicopedagoga

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Rua Santos Dumont, 110/Centro
Peruíbe, SP
11750-000

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