materna.psi

materna.psi Natalia Di G. Garrido Fiuza
Psicóloga
Pós- Graduanda em psicologia analítica
Psicologa perinat

Atendimento exclusivos para gestantes e mãe.
14/05/2024

Atendimento exclusivos para gestantes e mãe.

Durante os dois anos do puerpério, é preciso deixar morrer a mulher que você era antes da maternidade para que uma nova ...
01/05/2024

Durante os dois anos do puerpério, é preciso deixar morrer a mulher que você era antes da maternidade para que uma nova mulher nasça. Você irá enfrentar desafios e sacrifícios e isso, irá permitir que partes de você mesma morra para dar lugar ao novo. É nesse processo de deixar morrer que a sua versão mãe nasça, emergindo com uma força renovada, pronta para nutrir e inspirar seu filho enquanto ele floresce.

Quando cuidamos daquilo que nos fere ou nos feriu damos a oportunidade de viver o novo. Mesmo que as circunstâncias não ...
29/04/2024

Quando cuidamos daquilo que nos fere ou nos feriu damos a oportunidade de viver o novo.
Mesmo que as circunstâncias não mudem, você terá mudado e isso muda tudo.
Muda a forma de se relacionar com o seu filho.
Muda a forma de vivenciar o trabalho.
Muda a forma que você reage ao desanaparo paterno que seu filho sofre.
Muda a forma de enfrentar os desafios da maternidade .
Muda como você se vê, como mulher e como mãe.

Cuidar de suas feridas abrirá o espaço para a mudança necessária em sua vida.

Pedir ajuda não é sinal de fraqueza .
29/04/2024

Pedir ajuda não é sinal de fraqueza .

   📞📝💻  📞📝💻pelo
13/03/2024

📞📝💻 📞📝💻pelo

Que todas as mulheres se sintam valorizadas, amadas e respeitadas não apenas hoje, mas todos os dias do ano.     🌹  🌷   ...
08/03/2024

Que todas as mulheres se sintam valorizadas, amadas e respeitadas não apenas hoje, mas todos os dias do ano.

🌹 🌷

Muitas mulheres que dizem sentir medo do parto na verdade sentem medo do sofrimento que elas acreditam que o trabalho de...
29/02/2024

Muitas mulheres que dizem sentir medo do parto na verdade sentem medo do sofrimento que elas acreditam que o trabalho de parto envolve.

Esse medo muitas vezes se dá pelos comentários feito por parentes e amigas próximas que sofreram violência obstétrica.

E também como o parto vem sendo retratado pelas novelas e filmes nos últimos anos .

Pelo parto ter esse essa crença de sofrimento e muitas mulheres optam pela cirurgia cesárea acreditando que não irão sentir nenhum tipo de dor ou sofrimento na hora do nascimento de seu bebê.

Mas o que não é levado em consideração é que a cesárea é uma cirurgia de grande porte que exige repouso e muito cuidado na sua recuperação.

Os primeiros cuidados com o bebê acabam sendo feito por outras pessoas e não pela mãe, já que ela se encontra em pós-operatório. E isso pode levar a mulher a um sofrimento desnecessário sendo que os cuidados com o bebê ficam restritos nas primeiras semanas de vida.

A dor temida no parto é transferida para o pós cirúrgico que com o auxílio de repouso e com a medicação é diminuída e o sofrimento pode aparecer também nessa recuperação.

Muitas vezes sentimos medo do sofrimento que pode ser prevenido com uma assistência psicológica na gestação, uma equipe humanizada para o parto e o acompanhamento de uma Doula.

É preciso refletir sobre os nossos medos para que eles não sejam nossos guias, e nos levem a caminhos que não desejamos .

Natalia Fiuza
CRP 05/61052

Você ainda está aí. ( continua ) Mesmo depois de todas as mudanças, no corpo, na mente, na alma, você ainda está aí.De u...
15/09/2023

Você ainda está aí. ( continua )
Mesmo depois de todas as mudanças, no corpo, na mente, na alma, você ainda está aí.

De uma forma diferente, com novas experiências, novas prioridades, novos desejos, e novas preocupações.

Mas você ainda está aí, mesmo muitas vezes sentindo-se errada, afogada, paralisada pela maternidade.

Você ainda existe, você ainda existe.

Muitas vezes, não é sobre mudar, muitas vezes, é aceitar a mudança e amar e respeitar a pessoa que você é hoje .

A maternidade nos transforma em nós mesmas, uma versão melhorada, mas cansada, com sonolência, com novas preocupações.

Mas uma versão nossa, que não vive só para si, aprende a viver pelo outro, para o outro, a amar genuinamente o outro, além de nós mesmos.

Você continua aí, mesmo sabendo que o coração agora está fora do peito, mesmo sabendo que você nunca mais vai colocar a cabeça no travesseiro direito, e vai dormir uma noite inteira.

Mas você continua aí, a menina que sonha, que planeja, que deseja, que quer explorar o mundo.

Mas agora a sua configuração de mundo mudou. Existem novos caminhos a serem descobertos, novas trilhas a serem traçadas, um novo mundo a ser descoberto por uma nova você.

Você ainda existe, você ainda está ai.

Endereço

Petrópolis, RJ

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