Dra. Mariana Franco

Dra. Mariana Franco Atendimento de Fisioterapia e Osteopatia para pacientes com dor crônica e dor orofacial, cefaleia, Dra. Mariana T. A. bit.ly/falecommarianafranco

Franco
Fisioterapeuta

🎓 Doutora Fisiologia Oral FOP-UNICAMP
❤️ Presidente da Associação Caminhos do BEM

Especialista em:
• Osteopatia
• DTM/Dor Orofacial
• Pré/Pós Cirurgia Bucomaxilofacial

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Você já parou pra pensar se está tentando consertar o seu paciente… ou facilitar a jornada dele?Quando lidamos com dor c...
18/05/2026

Você já parou pra pensar se está tentando consertar o seu paciente… ou facilitar a jornada dele?

Quando lidamos com dor crônica, a postura de “eu tenho a técnica que ninguém tem” pode ser mais limitante do que parece. Ela nos coloca numa posição de apontar defeitos, rotular estruturas e prometer soluções — e isso, muitas vezes, não é o que o paciente mais precisa.

Se a gente se imagina como um grande facilitador, o jogo muda. Passamos a apoiar uma trajetória de mudança real: na forma de pensar, de se mover, de se relacionar com a dor.
Esse lugar é mais confortável pra nós. E muito mais transformador pro paciente.

💬 Como você tem se posicionado no cuidado com dor crônica? Conta nos comentários.

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Viver com dor crônica é uma batalha constante.E tem impacto em todas as áreas da sua vida, desde o gerenciamento das tar...
11/05/2026

Viver com dor crônica é uma batalha constante.

E tem impacto em todas as áreas da sua vida, desde o gerenciamento das tarefas do dia-a-dia aos relacionamentos e ao seu trabalho.

Isso coloca SOBRE você, uma pressão física, mental e emocional.

Milhões de pessoas convivem com os efeitos da dor crônica diariamente. Embora medicamentos possam ajudar, muitas vezes não são suficientes para controlar todos os sintomas e devolver sua vida.

Quando a dor crônica não é bem tratada, conviver com ela pode ser insuportável.

Viver com dor crônica limita o que você pode fazer. Em alguns casos, pode levar ao que é conhecido como síndrome do desuso, sendo basicamente a forma médica de dizer “repouso prolongado”.

Mas isso até faz sentido.

Você está programado para evitar a dor, então não faz as coisas que levam a ela.

Mas e quando a maioria das coisas do que você faz aumenta sua dor?

Eventualmente, você f**a fraco e perde sua resistência, tornando as atividades mais difíceis e mais propensas a doer, e a espiral descendente continua.

A forma que você enfrenta a sua dor, desempenha um papel importante no efeito que a dor crônica tem em sua vida.

Se você ou alguém que você conhece tem dor crônica, pode notar irritabilidade, raiva, depressão e dificuldade de concentração.

Os efeitos colaterais de viver com dor crônica podem ser tão debilitantes quanto a própria dor.

Isso é o que torna a dor crônica uma condição tão complexa.

Por isso é importante que você conheça mais sobre a DOR CRÔNICA e as maneiras de enfrenta-la.

Você é MAIOR QUE A SUA DOR!

Não deixe que ela controle a sua vida.
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Quem convive com a dor crônica enfrenta altos e baixos no seu ciclo de dor.Frequentemente chamamos isto de dias bons e d...
04/05/2026

Quem convive com a dor crônica enfrenta altos e baixos no seu ciclo de dor.

Frequentemente chamamos isto de dias bons e dias ruins. Se você tem dor crônica, sabe muito bem do que estou falando.

Então eu lanço uma pergunta:

O que você faz nos seus dias bons? (pode responder nos comentários)

O que ouvimos sempre  em nossos consultórios são relatos que nos seus dias bons, essas pessoas costumam “tirar o atraso” dos dias ruins, numa tentativa de compensar atividades acumuladas nestes dias.

Então nos seus dias bons as pessoas com dor crônica fazem faxina, lavam e passam, vão às compras, entre outras coisas…

E essa sobrecarga de atividades num dia bom é quase sempre seguida do aumento da dor, consequentemente tornando o outro dia em um “dia ruim”.

Que leva a um repouso forçado, aumento de medicação analgésica e mau-humor.

O que chamamos ciclo da superatividade - repouso.

Você já passou por isso? Como você gerencia seus dias bons e ruins?
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O BALÃO PODE ESTAR PRESTES A ESTOURAR!Você consegue identif**ar, o que faz o seu balãozinho da dor estourar?Já salve ess...
27/04/2026

O BALÃO PODE ESTAR PRESTES A ESTOURAR!

Você consegue identif**ar, o que faz o seu balãozinho da dor estourar?

Já salve esse post antes de continuar a sua leitura:

A presença de dor crônica tem uma série de consequências psicossociais e funcionais em múltiplas áreas de funcionamento - cognição, emoção e comportamento.

Como a dor crônica persiste ao longo do tempo, cada uma dessas áreas, por sua vez, afetará a experiência e o relato da dor e dos sintomas relacionados.

Além disso, o contexto em que os indivíduos vivem também terá um papel importante.

Como sugerem os princípios do modelo biopsicossocial, uma ampla gama de variáveis ​​psicossociais atuam como fatores de risco ou resiliência, influenciando a probabilidade de desenvolver uma condição de dor crônica, a gravidade das consequências relacionadas à dor, como incapacidade, e o sucesso ou fracasso de vários tratamentos da dor.

É importante reconhecer que os fatores psicológicos e sociais não são apenas reações secundárias à dor persistente; uma vez que, eles formam um complexo interativo de processos biopsicossociais que caracteriza a dor crônica.

Em todos os diagnósticos biológicos, esse conjunto diversif**ado de fatores psicológicos, sociais e contextuais precisam ser considerado em seus papéis como fatores de risco potenciais, fatores de proteção e variáveis ​​de processo dentro do sistema dinâmico de forças que constitui uma condição de dor crônica.
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A dor não mudou. A vida sim.Tenho pacientes com 7/10 de dor há um ano — e 7/10 hoje. Mas antes f**ava em casa. Hoje cami...
25/04/2026

A dor não mudou. A vida sim.

Tenho pacientes com 7/10 de dor há um ano — e 7/10 hoje. Mas antes f**ava em casa. Hoje caminha, viaja, vai à academia.
Isso é sucesso no tratamento de dor crônica.
Focar em eliminar SÓ a dor não funciona. Gera frustração e uma busca sem fim por remédios e procedimentos.

O que funciona é focar na função.
Quando o paciente volta a se mover e dorme melhor, a dor cede — como consequência, não como objetivo.

E sim: dor crônica tem ciclos. Piora. Melhora. Isso não é fracasso — é o padrão da condição.
Salva esse post se fez sentido 💾
Você usa função como desfecho principal? Me conta nos comentários 👇

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Não pare de tomar seu medicamento para dor por conta própria.Existem muitos motivos pelos quais você pode querer parar d...
15/04/2026

Não pare de tomar seu medicamento para dor por conta própria.

Existem muitos motivos pelos quais você pode querer parar de tomar seus medicamentos, mas antes de decidir parar de tomar o remédio, saiba disso:

Fazer isso é perigoso.

Você não deve parar de tomar analgésicos sem antes consultar seu médico.

Do contrário, você pode entrar em abstinência medicamentosa.

Especialmente se você já toma algum medicamento há algum tempo, pois isso pode levar você a dependência física.

Existe uma grande diferença entre dependência e vício.

Dependência é quando o corpo se acostuma com a medicação.

Isso pode acontecer mesmo se o medicamento estiver sendo administrado de forma segura e controlada.

No caso do vício, geralmente f**a implícito que o medicamento está interferindo de alguma forma na vida do indivíduo.

Se você quiser parar de tomar sua medicação para dor, certifique-se de fazer isso da maneira certa.

Em primeiro lugar, entre em contato com o profissional que te acompanha.

Diga a ele por que você deseja parar de tomar seus remédios e ouça o que ele tem a dizer.

Pode haver novas alternativas que funcionem melhor para você, ou seu médico pode simplesmente ajustar sua dosagem.

Faça o que fizer, NÃO pare de tomar seus medicamentos por conta própria.
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A experiência de viver com dor crônica pode ser extremamente difícil.Há uma ampla gama de diagnósticos de dor crônica qu...
07/04/2026

A experiência de viver com dor crônica pode ser extremamente difícil.

Há uma ampla gama de diagnósticos de dor crônica que têm seu próprio conjunto de sintomas e desafios que os acompanham.

Somos todos indivíduos, portanto, mesmo dentro de um tipo de dor crônica, cada pessoa terá experiências diferentes e diferirá na maneira como a dor afeta seu dia a dia.

E cada particularidade do indivíduo pode ser o fator imprescindível para sua recuperação.

Ficar em atento em qual área e aspectos de vida são influenciados pela sua dor e encontrar maneiras de minimizar seus efeitos pode ser um passo a ser dado.

Por exemplo, alguém que sente culturalmente que a força e a capacidade física são extremamente valorizadas pode sentir o impacto da experiência de dor de forma signif**ativa se prejudicar essa capacidade e ele não puder mais concluir as mesmas tarefas físicas.

Da mesma forma, a invisibilidade da dor pode ser isolante, especialmente nos casos em que a aparência externa de uma pessoa permanece a mesma. Todavia que dor crônica é uma condição “invisível”.

Conta pra gente em qual aspecto a sua dor crônica influência na vida diária?
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Aceitar sua dor não é desistir, mas continuar com sua vida, apesar de sua dor.Não se trata de abandonar a esperança, mas...
31/03/2026

Aceitar sua dor não é desistir, mas continuar com sua vida, apesar de sua dor.

Não se trata de abandonar a esperança, mas de abandonar todos os pensamentos e sentimentos inúteis e a luta contínua que você enfrenta com sua dor.

Você pode perder muito tempo e energia tentando se livrar da dor, mas normalmente, quando sua dor é crônica, ela pode nunca passar.

Algumas pessoas com dor crônica descobrem que, depois de abandonar a meta de não sentir dor, isso deixa mais espaço para se concentrar no resto da vida, reduz o estresse e a ansiedade e podem controlar a dor com mais facilidade.

Aceitar signif**a chegar a um acordo com o que está acontecendo com você agora e aprender maneiras de controlar sua dor.

Quando você não aceita sua dor, a luta e a luta consigo mesmo continuam.

Pense no que signif**ará se você continuar esperando a dor passar, antes de seguir em frente com sua vida; muito provavelmente você f**ará preso onde está agora por um longo tempo.

Comente: EU NÃO VOU DESISTIR!

Se você vai levar essa dor para longe!
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Aprender o que há por trás da dor crônica pode trazer paz de espírito.Após entender como a dor crônica se instala, você ...
24/03/2026

Aprender o que há por trás da dor crônica pode trazer paz de espírito.

Após entender como a dor crônica se instala, você entende que a palavra crônica não signif**a para sempre!

Isso é parte integrante de lidar mentalmente com a dor crônica, saber que ela pode melhorar e até mesmo em alguns casos se recuperar completamente!

Profissionais da saúde, crenças sociais e até familiares podem contribuir para como você percebe sua dor.

Você pode ter ouvido que ‘só precisa seguir em frente’ e que a dor crônica não pode ser tratada.

Você pode ter se sentido impotente contra sua dor, e é bastante natural ter medo da dor, pois acredita que ela está prejudicando seu corpo.

Mas após aprender a ciência por trás da dor, você entende que a dor crônica não é igual à lesão e pode ser tratada.

Essa compreensão é tão libertadora! E pode tornar a dor crônica muito mais fácil de se lidar mentalmente.

A frustração e o medo podem ser substituídos por empoderamento, confiança e, acima de tudo, esperança.
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Ter uma alimentação saudável é importante para todos na vida, independentemente de você viver com dor crônica ou não.O q...
18/03/2026

Ter uma alimentação saudável é importante para todos na vida, independentemente de você viver com dor crônica ou não.

O que comemos é o combustível que estamos dando ao nosso corpo para funcionar.

No entanto, quando você vive com desafios extras de saúde, como dores crônicas, uma dieta saudável assume um novo nível de importância.

Embora uma dieta saudável não cure magicamente sua dor, ela pode fazer uma diferença positiva signif**ativa em seus níveis de dor e melhorar seu controle da dor.

Você sabia desses benefícios? Conhece mais algum? Comente!
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As vezes f**amos tão focados na dor, que esquecemos de olhar para outras formas de obter ganhos.Ao ter dor crônica, a do...
11/03/2026

As vezes f**amos tão focados na dor, que esquecemos de olhar para outras formas de obter ganhos.

Ao ter dor crônica, a dor NÃO É o único parâmetro que indica se estamos ou não melhorando.

Há outros fatores como, por exemplo: condicionamento aeróbico, capacidades físicas como o aumento da força muscular, melhora da mobilidade e rigidez, capacidade de suportar mais posições paradas; como f**ar sentado ou em pé. Maior capacidade de mudar de posturas com maior facilidade ou agilidade.

Perceber a melhora com mais qualidade de vida conseguindo fazer mais coisas ou voltando a fazer coisas que antes não eram mais possíveis, f**ando menos cansada ou tendo mais disposição.

Esses são apenas alguns exemplos de que não devemos considerar como melhora apenas os níveis de dor.

Quando f**amos presos ao fator dor, isto pode nos causar frustração e não refletir de fato os ganhos reais de melhora.

Ficou claro?

Compartilhe isso para nos ajudar a divulgar a educação em dor.
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