05/05/2026
A Paloma não buscava por grandes mudanças, ele buscava por leveza.
Ao analisar esse caso, o ponto central logo ficou claro: o acúmulo de volume na região cervical e na região de jowls comprometia a definição do contorno mandibular. Julgo esse um detalhe determinante na percepção de juventude facial.
O planejamento foi estratégico, atuar diretamente na causa, e não apenas disfarçar os efeitos da queda preenchendo espaços vazios. Realizamos a lipoescultura cervicofacial, com a remoção precisa do tecido adiposo da região cervical e do terço inferior da face, associada à lipoenxertia em pontos-chave. Projeção de mento, dos lábios, da região de olheiras e até mesmo a rinoplastia não-cirúrgica foram realizados pela enxertia do tecido adiposo e fizeram toda a diferença na composição do resultado final.
20 dias depois, o que observamos não é apenas um rosto mais definido, mas sim um rosto mais leve e coerente.
Um detalhe que merece atenção é a qualidade da pele. A gordura enxertada, especialmente quando trabalhada em técnicas mais refinadas como o nanofat, carrega uma alta concentração de células tronco derivadas do tecido adiposo. Essas células atuam diretamente na regeneração tecidual, promovendo melhora da vascularização, estimulo de colágeno e, por consequência, uma célula mais luminosa e uniforme.
Não se trata apenas de volume nesse caso. Aqui estamos falando de biologia, de regeneração tecidual. E principalmente, de devolver ao rosto aquilo que o tempo, aos poucos, foi retirando.