sybelemacedopsi

sybelemacedopsi Psicóloga/Psicanalista
�Mestre em Psicologia (UFU)
�Doutoranda em Estudos Linguísticos (UFU)
CRP: 04/36.283
�Uberlândia - MG

Registros do nosso encontro e (re)encontro com o pensamento vivo de Fabio Herrmann, que rolou dia 26/05, como atividade ...
28/05/2026

Registros do nosso encontro e (re)encontro com o pensamento vivo de Fabio Herrmann, que rolou dia 26/05, como atividade preparatória para a Homenagem à Fabio, que acontecerá em julho.

Agradeço novamente à Maria Lúcia e ao Rodrigo por terem topado participar e por terem despertado lembranças e renovado interesse pelo pensamento desse autor tão importante para a psicanálise brasileira nos campos da clínica, da pesquisa e da teoria, dentro e fora da Universidade.

Agradeço também a participação dos nossos extensionistas e por toda ajuda, e ao apoio dos nossos parceiros .ufu e a presença tão rica de todos os que estiveram conosco.

Foi uma alegria ter vocês conosco e esperamos vocês no evento de Julho e já vem sendo divulgado.

O Gelp-UFU/CNPq ( )em parceria com o GPCC (Grupo Psicanálise Clínica e Cultura  ), com LAPPS-UFU/ (.ufu ), com o Nlúcleo...
08/05/2026

O Gelp-UFU/CNPq ( )em parceria com o GPCC (Grupo Psicanálise Clínica e Cultura ), com LAPPS-UFU/ (.ufu ), com o Nlúcleo de Psicanálise de Uberlândia ( ), com Grupo Psicanálise em Perspectiva ( ) e com a Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo convidam para o evento:

“Por que Fabio Herrmann? -Evento preparatório para Homenagem à Fabio Herrmann - 20 anos de pensamento vivo”

Data: 26/05/26 - 17:00
Local: Auditório 4K
Inscrições via Forms: https://forms.gle/PLSDj27BzJou7e2T9

• Ação de Extensão com emissão de certificados

Duas dicas para quem ainda não está ciente o bastante do perigo das redes sociais e de ambientes online para crianças e ...
01/04/2026

Duas dicas para quem ainda não está ciente o bastante do perigo das redes sociais e de ambientes online para crianças e adolescentes que navegam sem supervisão de um adulto responsável:

Na esteira da regulamentação estabelecida pelo ECA digital, o episódio dessa semana do , “A política das telas” discute os efeitos dessa lei e a importância de regras ainda mais rígidas para o acesso de crianças e adolescentes às redes sociais e também importantes restrições para adultos que exploram sua imagem indiscriminadamente (isso inclui os pais que transformam seus filhos em conteúdo sem saber quem curte e compartilha as imagens e onde elas podem parar).

Já o documentário “Anatomia do post”, disponível na apresenta casos extremos dos danos que as redes sociais podem causar.

No episódio do Calma, é dito que “as redes sociais são cracolândias regulamentadas”, já no documentário, um dos pesquisadores entrevistados em enfático ao dizer que o perigo para os jovens hoje não está mais nas ruas, mas dentro do quarto, nas telas e na internet não supervisionada. Parece exagero, mas espaços já podem ser considerados o maior perigo para os jovens.

Em algum outro post, comentei a leitura de um livro fundamental para entender como as redes sociais se tornaram o que são hoje e para compreender como seu design é feito justamente para isso: viciar e manter o usuário rolando infinitamente a tela por mais tempo possível. Isso ainda afetando drasticamente a autoestima, a autoimagem, a cognição, a memória e a aprendizagem. Para quem se interessa, sugiro a leitura de “A máquina do caos”.

Não se trata aqui de ludismo e de demonizar a tecnologia e os avanços que ela traz, mas de olhar criticamente para o uso de telas e de redes sociais e encontrar maneiras de tornar os quartos ambientes novamente seguros para as crianças e adolescentes. E mais, cortar esse apêndice contemporâneo antes que ele nos atrofie de vez.

Encerro meu terceiro semestre como professora substituta exausta, mas com o coração quentinho e muito feliz  por dividir...
31/03/2026

Encerro meu terceiro semestre como professora substituta exausta, mas com o coração quentinho e muito feliz por dividir essa experiência com alunos, estagiários, orientandos e parceiras de trabalho tão legais e competentes. É com vocês que aprendo tanto e renovo minha fé na docência na universidade pública e na psicanálise. Um agradecimento especial à minha amiga e companheira de trabalho, perrengues e fofocas

“Na melancolia a sombra do objeto recai sobre o eu” (Freud, 1917)Enquanto assistia “Valor Sentimental” (Joachin Trier, 2...
07/03/2026

“Na melancolia a sombra do objeto recai sobre o eu” (Freud, 1917)

Enquanto assistia “Valor Sentimental” (Joachin Trier, 2025) pensava em Freud e em Starobinski (2016) que diz que a melancolia não é apenas uma doença, mas uma poética que a arte e a literatura ajudam a construir e traduzir.

É a tinta da melancolia que colore a história de Gustav e suas filhas em “Valor Sentimental” e é a arte que torna possível reparar as rachaduras da casa e da família.

Que filme lindo e sensível e que bom ver atores sem cara de iphone (que diferença isso faz!)

Assistam, está disponível no

Vamos conversar sobre comunicação, Fake News e educação midiática? CONVITEPalestra: Escola sem Fake News: como enfrentar...
05/03/2026

Vamos conversar sobre comunicação, Fake News e educação midiática?

CONVITE

Palestra: Escola sem Fake News: como enfrentar a desinformação por meio da educação midiática?

Minibio: Mariana Peixoto é doutora em Linguística Aplicada pela Unicamp e professora do Departamento de Letras da UFSCar. É líder do Grupo de Estudos sobre Discurso, Interseccionalidade e Subjetividade (GEDIS - CNPq) e coordenadora geral do projeto de extensão interinstitucional Escola sem Fake News (UFSCAR, UFU, UFT e IFAL).

DATA/HORÁRIO: 13/03/26 - 9:00-11:30
ATIVIDADE ONLINE e GRATUITA

Atividade obrigatória para os alunos de Psicologia Social 2 e aberta à toda comunidade acadêmica e externa e interessada no tema mediante inscrição

https://forms.gle/EEMXafz4xwuAvk1UA

Monitora:

Que sorte a minha trabalhar com os estagiários mais incríveis do IPUFU e ainda ganhar uma festa surpresa de aniversário....
03/03/2026

Que sorte a minha trabalhar com os estagiários mais incríveis do IPUFU e ainda ganhar uma festa surpresa de aniversário.

É uma alegria ver vcs se tornando profissionais excelentes e receber tanto carinho. Obrigada pela parceria!

(Faltaram a e a na comemoração de hoje para essa turma querida ficar completa)

Essa não é uma história de amorDecidi ler “O morro dos ventos uivantes” (Charlotte Bronte) antes do filme e já virou meu...
11/02/2026

Essa não é uma história de amor

Decidi ler “O morro dos ventos uivantes” (Charlotte Bronte) antes do filme e já virou meu romance gótico preferido (o lugar antes era ocupado pelo Dracula de Bram Stocker - tenho um fraco por vampiros).

Amei a história contada na forma de fofocas entre uma empregada e um inquilino do anti herói Heathcliff - ambos narradores pouco confiáveis. Não temos acesso a “verdade”, mas a recortes dela pela lente dos narradores e sempre carregada por seus afetos (sempre escancarados na narrativa) dando a sensação de estarmos em uma sala de espelhos onde não é possível identificar a figura real, apenas um jogo de projeções, o que deixa a história mais interessante. Talvez por isso, até mesmo a caracterização dos personagens esteja sujeita a interpretações.

Essa não é uma história de amor, mas de paixão, ódio, traumas geracionais, obsessão e vingança num cenário rural desolador da Inglaterra no início de século XIX.

Heathcliff e Catherine me relembraram o que ensina Freud: amor e ódio não são afetos opostos, mas complementares e intensos. Talvez, então, faça mais sentido dizer que essa é uma história de “amódio”.

Ansiosa para o filme, sem sofrer pelas escolhas da diretora, afinal, a prórpia Charlotte Bronte constrói uma história fantástica com narradores apaixonados e pouco confiáveis e, portante, sujeita a interpretações. Sem contar que já temos uma interpretação maravilhosa dessa história na música de Kate Bush. ;)

Morra, amor (Die, my love - 2025) é um filme baseado no livro de Ariana Harvicz (autora argentina radicada na França)e c...
27/01/2026

Morra, amor (Die, my love - 2025) é um filme baseado no livro de Ariana Harvicz (autora argentina radicada na França)e conta a história de uma jovem mulher que vive no interior da França com seu marido e seu bebê.

A protagonista Grace (interpretada por Jeniffer Lawrence), isolada no campo e em seu mundo interior, luta contra seus demônios ao mesmo tempo em que precisa dar conta da maternidade, do luto e da incapacidade em cuidar da casa e de dedicar-se à escritra.

A trilha sonora frenética aproxima o espectador da narrativa em fluxo de consciência que constitui o livro, jogando-nos no mesmo espiral de loucura de Grace.

Um diálogo entre Grace e seu marido (interpretado por Robert Partinson) me chamou especial atenção:

- Onde vc está, Grace?
- Aqui, vc só não consegue me ver

Será que é preciso enlouquecer para ser vista?

O filme é excelente e está disponível no
O livro também é sensacional, e comentei minhas impressões em algum lugar por aqui.

“May we live long and disappear”

Assisti a minisérie “Os sete relógios” (Seven Dials, Netflix, 2026) no último final de semana e achei uma delicinha. A s...
21/01/2026

Assisti a minisérie “Os sete relógios” (Seven Dials, Netflix, 2026) no último final de semana e achei uma delicinha.

A série é baseada no romance homônimo de Agatha Christie, no modelo clássico de clime e mistério, e me fez lembrar do tempo em que devorei todos os romances da autora aos quais tive acesso (na estante da mamãe e do querido tio Sr. Jair). Minha amiga da vida inteira deve se lembrar de mim lendo escondida durante as aulas. Isso se deu entre os meus 12/13 anos, quando as histórias de Agatha Christie vieram ocupar o lugar da minha obsessão anterior: Pedro Bandeira e a coleção vaga-lume. Desde então, os romances de crime e mistério continuam sendo os meus favoritos.

Anos mais tarde, já em meu percurso pela psicanálise, descobri que Freud também gostava bastante do gênero e costuma dizer que a estrutura de um caso clínico - cuja construção é sempre de ficção - é a mesma de um romance de mistério. De fato, ler bons casos clínicos - e tentar escrevê-los - me faz lembrar das histórias que há mais de 30 anos me fascinam.

Essa semana, depois de terminar de assistir a série, senti saudades da dama do crime e decidi reler um de seus romaces (foto 2), que tem me distraído nas últimas noites.

Deixo aqui duas dicas (para psis e não psis) : assistam a série e leiam romances de mistério ;)

“A meia-irmã feia”  (roteiro e direção da norueguesa Emilie Blichfeldt) é o body horror da temporada, que conta a histór...
07/01/2026

“A meia-irmã feia” (roteiro e direção da norueguesa Emilie Blichfeldt) é o body horror da temporada, que conta a história de Elvira (Lea Myren) uma das irmãs postiças feias de Cinderela.

A nova versão se aproxima do horror original dos irmãos Grimm (sem o final feliz da Disney ou dos nossos livros de infância) e se mostra extremamente atual ao retratarar a obsessão pela beleza exterior como uma loucura generalizada da sociedade.

Elvira, incentivada (ou forçada) por sua mãe se submete a todo tipo de tortura para adequar-se aos padrões esperados para agradar o príncipe. Nada muito distante do que vemos acontecer aqui mesmo na timeline, onde pipocam procedimentos, medicamentos, cirurgias estéticas (muitos desses com efeitos colaterais terríveis).

Assistindo o filme, me lembrei do ótimo livro de Liv Strömquist: “Na sala dos espelhos” (o comentário sobre ele e a referência completa está nos destaquest) e sua discussão sobre os padrões de beleza e o controle dos corpos femininos ao longo da história.

“A meia-irmã feia” segue a crítica e a discussão desencadeada por “A substância”, mas a apresenta de forma ainda mais desagradável, raivosa e grotesca.

Vale muito a pena assistir!
Está disponível no Mubi :)

Endereço

Local
Pires Do Rio, GO
75200000

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