Clínica Dr. Alberto Brasil - Cirurgia Vascular

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Ultrassonografia Vascular
Cirurgia Endovascular

Muitas mulheres relatam facilidade para desenvolver manchas roxas nas pernas e coxas, frequentemente após pequenos traum...
28/08/2026

Muitas mulheres relatam facilidade para desenvolver manchas roxas nas pernas e coxas, frequentemente após pequenos traumas do dia a dia que passam despercebidos.
Na literatura médica atual, uma das explicações estudadas para esse quadro é a maior fragilidade dos capilares e alterações na microcirculação do tecido afetado pelo Lipedema.
No entanto, é essencial ter cautela: manchas roxas isoladas não confirmam Lipedema. Se esses hematomas surgiram recentemente, são frequentes ou vêm acompanhados de sangramentos em outros locais, é importante realizar uma avaliação clínica para investigar outras causas.
O diagnóstico do Lipedema é clínico. Dor ao toque, desproporção entre tronco e membros, sensibilidade aumentada e facilidade para hematomas devem ser avaliados em conjunto. A abordagem pode envolver diferentes profissionais, conforme as necessidades de cada paciente.

Você percebe manchas roxas frequentes nas pernas, mesmo após pequenos impactos? Converse com um médico para uma avaliação clínica.

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Existe uma diferença real entre a veia que aparece por causa do treino e a veia que aparece por causa de refluxo. Só que...
26/08/2026

Existe uma diferença real entre a veia que aparece por causa do treino e a veia que aparece por causa de refluxo. Só que a linha entre as duas ainda está sendo estudada.

Um estudo publicado no European Journal of Vascular and Endovascular Surgery comparou, por ultrassom, as pernas de quem treina 8 horas ou mais por semana com as de um grupo que não tem esse volume de exercício.

O resultado: refluxo venoso apareceu em 20,8% do grupo de alto volume de treino, contra 5,8% no grupo controle. Quase 4 vezes mais.

Só que esse refluxo não veio acompanhado de mais sintoma nenhum. Sem mais dor, sem mais peso, sem mais cansaço entre os grupos.

E os próprios pesquisadores fazem a pergunta que ainda não tem resposta fechada: esse refluxo é dano real nas válvulas da veia, ou é só a veia se adaptando ao aumento de fluxo do treino?

Isso muda a forma como eu penso o diagnóstico. Se nem a ciência decidiu ainda o que esse achado significa, não faz sentido tentar diferenciar isso a olho nu. O ecodoppler é o que mostra, de fato, o que está acontecendo dentro da veia.

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A variz que aparece na pele nem sempre conta a história inteira.Em alguns casos, ela pode estar relacionada a uma veia m...
19/08/2026

A variz que aparece na pele nem sempre conta a história inteira.

Em alguns casos, ela pode estar relacionada a uma veia mais profunda ou a outra veia que alimenta aquela região. Por isso, tratar apenas o que está visível nem sempre é a melhor decisão.

Antes de falar em laser, espuma, cirurgia ou qualquer técnica, eu preciso entender o caminho do sangue: onde existe refluxo, quais veias estão envolvidas e qual estratégia faz sentido para aquela perna.

É por isso que o eco-Doppler tem um papel tão importante no planejamento.

Cada caso tem uma anatomia, sintomas e necessidades próprias.

O tratamento começa antes do procedimento: começa no diagnóstico.

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Ainda encontro pacientes que acreditam que uma variz grande só pode ser tratada com cirurgia e internação.Mas não é tão ...
18/08/2026

Ainda encontro pacientes que acreditam que uma variz grande só pode ser tratada com cirurgia e internação.

Mas não é tão simples assim.

Em alguns casos, a escleroterapia com espuma guiada por ultrassom pode ser uma alternativa ao tratamento cirúrgico.

Funciona assim: a espuma é aplicada dentro da veia doente e entra em contato com sua parede interna, provocando uma reação que leva ao fechamento progressivo daquele vaso.

Durante o procedimento, acompanho tudo pelo ultrassom, em tempo real, para identificar a veia a ser tratada e controlar a aplicação.

Depois, o organismo vai reabsorvendo a veia tratada e o fluxo sanguíneo é direcionado pelas veias que permanecem funcionais.

E um ponto importante: o tamanho da variz, sozinho, não define o tratamento.

Antes de escolher qualquer técnica, é preciso entender como está o sistema venoso, onde existe refluxo e quais características aquela perna apresenta.

Por isso, a espuma pode ser utilizada isoladamente ou associada a outras técnicas, dependendo da avaliação de cada paciente.

Se você tem varizes volumosas, não presuma que cirurgia seja a única opção. Primeiro, é preciso descobrir qual tratamento faz sentido para o seu caso.

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Quando um paciente termina o tratamento agudo de uma trombose venosa profunda, eu vejo o mesmo alívio toda vez. E é just...
10/08/2026

Quando um paciente termina o tratamento agudo de uma trombose venosa profunda, eu vejo o mesmo alívio toda vez. E é justo, foi um susto grande. Mas é nesse momento que eu preciso ter uma conversa que pouca gente espera: o exame não mostrar mais o coágulo não significa que a veia voltou a ser como era antes.

Explico o que acontece por dentro. Quando o trombo se forma, ele inflama a parede da veia por onde passou. Mesmo com a anticoagulação certinha, essa parede pode ficar com uma espécie de cicatriz interna. E dentro dessa veia existem válvulas, pequenas comportas que empurram o sangue de volta para o coração contra a gravidade. Se elas ficarem danificadas nessa cicatrização, o sangue começa a voltar e se acumular na perna em vez de subir direito.

É esse acúmulo que gera o que eu chamo de segunda fase da trombose. Na prática ela aparece como peso na perna que não passa, inchaço que volta todo final de tarde, a pele do tornozelo mudando de cor com o tempo. Em casos mais avançados, pode virar uma ferida que demora pra cicatrizar. Isso pode levar meses pra se manifestar, às vezes anos depois do episódio agudo, o que faz muita gente nem associar uma coisa com a outra.

Por isso eu acompanho meus pacientes pós-trombose com Doppler periódico. Não é só pra ver se o coágulo sumiu. É pra entender como a veia está se recanalizando, como essas válvulas estão respondendo, e ajustar a duração da anticoagulação caso a caso.

Se você teve uma trombose, mesmo já tendo recebido alta da fase aguda, vale a pena mapear a saúde e a leveza da sua perna hoje. Marque uma consulta.

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O corpo é surpreendentemente inteligente. Quando uma veia não consegue mais drenar o sangue como deveria, ele tenta reso...
30/07/2026

O corpo é surpreendentemente inteligente. Quando uma veia não consegue mais drenar o sangue como deveria, ele tenta resolver sozinho.

Outras veias, as colaterais, assumem parte do trabalho. Se abrem, se dilatam, tentam compensar o fluxo que não está passando direito.

É por isso que, no início, muita gente não sente nada. O corpo está segurando as pontas.

Só que colateral não é solução, é um desvio de emergência. Ele compensa, mas não corrige a causa. E com o tempo, esse esforço extra também vai deixando sinais: peso nas pernas no fim do dia, inchaço, veias mais aparentes.

O problema nunca foi resolvido. Só foi disfarçado por um tempo.

Entender o que está por trás desses sinais é o primeiro passo pra tratar a causa, não só o sintoma.

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Viagem longa, cirurgia recente e dias de cama. Separados, cada um já pede atenção. Juntos, mudam de categoria.Sentir a p...
29/07/2026

Viagem longa, cirurgia recente e dias de cama. Separados, cada um já pede atenção. Juntos, mudam de categoria.

Sentir a perna cansada depois de horas sentado é normal. Um inchaço leve no fim do dia também é. Agora, quando o inchaço aparece em apenas uma das pernas, vem acompanhado de dor localizada, sensação de panturrilha empastada ou a pele mais quente em uma região específica, isso já não é simples cansaço. É um sinal que exige avaliação médica precisa.

Por que isso acontece? Existe um pilar clássico na medicina vascular chamado Tríade de Virchow, um conceito consagrado que explica a dinâmica de formação da trombose venosa. Ela depende da combinação de três fatores: o sangue circulando em velocidade reduzida (estase), alterações no sistema de coagulação e eventuais lesões no endotélio (a parede interna da veia).

O ponto central é que horas na poltrona de um voo ou carro, o período pós-operatório e o repouso prolongado no leito compartilham a mesma consequência: reduzem o fluxo vascular nas pernas. Isoladamente, o organismo costuma compensar. O risco real surge quando esses fatores se somam, como no caso de alguém que viajou, passou por um procedimento cirúrgico e permanece em recuperação na cama.

A intenção aqui não é gerar alarme. É oferecer discernimento para que você saiba diferenciar o desconforto trivial de um sinal que merece investigação minuciosa.

Se você ou algum familiar vive esse contexto atual e percebeu uma assimetria ou desconforto em um dos membros, não adie. Um Ecodoppler Colorido é um exame não invasivo, rápido e resolutivo que esclarece com exatidão o que a simples observação não consegue responder.

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Ter medo de ficar com manchas ou marcas de queimadura na pele após o laser é uma preocupação compreensível. Esse receio ...
21/07/2026

Ter medo de ficar com manchas ou marcas de queimadura na pele após o laser é uma preocupação compreensível. Esse receio existe porque, durante muito tempo, alguns equipamentos realmente não eram seguros para peles morenas e negras.

Mas a tecnologia evoluiu — e a forma de tratar também.

A grande diferença do Laser que utilizamos no consultório, é a inteligência com que ele age. Ele não "enxerga" a cor da sua pele (a melanina). A energia do laser atravessa a superfície e vai direto ao ponto: o sangue dentro do vaso doente.

Para garantir conforto total e proteção absoluta, associamos essa tecnologia a um resfriamento intenso que gela a pele antes, durante e depois do disparo. Assim, cuidamos do vaso por dentro sem agredir a pele por fora.

O segredo de um resultado bonito e definitivo não é só o aparelho em si, mas a avaliação médica antes do procedimento. É preciso mapear a circulação com o ultrassom (Doppler) para entender exatamente a raiz do problema.

Tratar as pernas com tecnologia avançada significa unir saúde, segurança e a certeza de que a sua pele continuará impecável.

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Inchaço nos dois tornozelos e inchaço em só um não pertencem à mesma história clínica.Quando os dois lados incham, geral...
17/07/2026

Inchaço nos dois tornozelos e inchaço em só um não pertencem à mesma história clínica.

Quando os dois lados incham, geralmente é o organismo manifestando um desgaste global — cansaço ao final do dia, retenção de líquidos ou sobrecarga postural. É o sinal de que a saúde e leveza das suas pernas precisa de atenção a longo prazo.

Porém, quando só um lado incha de forma repentina, a lógica muda por completo. Esse padrão quebra a simetria natural do corpo e aponta para causas localizadas. Pode ser um trauma recente, uma inflamação ou, no cenário vascular que exige atenção imediata, uma Trombose Venosa Profunda (TVP).

Sinais que pedem avaliação especializada nas próximas 24h a 48h:

Assimetria isolada: Inchaço em um único lado, sem motivo aparente.

Desconforto progressivo: Dor que piora ao caminhar e não passa com o repouso.

Alteração de temperatura: Vermelhidão ou sensação de calor na região.

Sensibilidade na panturrilha: Dor localizada ao toque.

Se além do inchaço surgir falta de ar ou dor súbita no peito, isso é uma emergência médica. Procure atendimento imediato.

É importante compreender que a assimetria é um sinal clínico crítico. Na dúvida, um mapeamento duplex scan (Doppler) em consultório traz respostas claras em poucos minutos. Adiar a investigação, não.

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Atletas e entusiastas de alta performance costumam aceitar a dor como um selo de progresso.Mas quando as pernas latejam ...
14/07/2026

Atletas e entusiastas de alta performance costumam aceitar a dor como um selo de progresso.

Mas quando as pernas latejam depois do treino, o limite entre a regeneração de microlesões musculares e um sinal de sobrecarga vascular silenciosa pode ser mais tênue do que parece.

A fadiga muscular fisiológica costuma ser temporária, bilateral e responde bem ao repouso e à nutrição.

Já o latejar persistente, concentrado sempre no mesmo ponto, acompanhado de peso ou que se intensifica horas depois do treino, segue outro padrão: indica que a circulação local está sendo exigida além da conta.

Durante o esforço físico, a demanda por fluxo sanguíneo nos membros inferiores aumenta muito. Quando há falhas microscópicas nas válvulas venosas, o sangue com resíduos metabólicos estagna em vez de retornar bem ao coração. Essa pressão local pode irritar terminações nervosas e simular, ou agravar, a sensação de cansaço extremo.

Conviver anos com esse padrão achando que é só "treino puxado" é um erro comum, e pode significar a evolução silenciosa de uma doença vascular.

A resposta não está no repouso paliativo, e sim no diagnóstico de precisão. Com o mapeamento por Ecodoppler Colorido, é possível identificar onde a falha mecânica começa e indicar o tratamento mais adequado, muitas vezes minimamente invasivo e ambulatorial.

Se suas pernas dão sinais frequentes de sobrecarga circulatória após o treino, vale priorizar uma avaliação vascular especializada.

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