07/08/2026
A maioria dos tumores neuroendócrinos gástricos tipo 1 pode ser tratada de forma conservadora, com ressecção endoscópica e seguimento.
Entretanto, existem situações em que a recorrência multifocal, a necessidade de múltiplas intervenções e a impossibilidade de manter o controle local tornam necessária uma mudança de estratégia.
A maioria dos tumores neuroendócrinos gástricos tipo 1 pode ser tratada de forma conservadora, com ressecção endoscópica e seguimento.
Entretanto, existem situações em que a recorrência multifocal, a necessidade de múltiplas intervenções e a impossibilidade de manter o controle local tornam necessária uma mudança de estratégia.
Este caso ilustra justamente esse momento de transição. Após discussão multidisciplinar envolvendo endoscopista, gastroenterologista, oncologista clínico, patologista e cirurgião oncológico, optou-se pela realização de uma gastrectomia total laparoscópica, buscando oferecer o melhor controle oncológico em longo prazo para um paciente jovem com doença multifocal e recorrente.
Mais do que discutir uma técnica cirúrgica, este caso reforça a importância da individualização da decisão terapêutica e do papel fundamental da integração entre diferentes especialidades para definir a melhor estratégia para cada paciente.