Flor da pele

Flor da pele Somos um centro de sexualidade tântrica.

Muito além da massagem tântrica, entendemos que a sexualidade plena se inicia com a ampliação da sensorialidade: a nossa capacidade de sentir a vida.
À flor da pele para sentir mais plenamente a vida.

Quando o mundo lá fora acelera, onde você encontra a sua calma? 🧭✨Se você reparar bem, o ritmo da sua mente acompanha ex...
16/06/2026

Quando o mundo lá fora acelera, onde você encontra a sua calma? 🧭✨

Se você reparar bem, o ritmo da sua mente acompanha exatamente o ritmo do seu sopro. Nos momentos de estresse, preocupação ou sobrecarga, a nossa tendência automática é contrair o peito e prender o ar. Com o tempo, essa respiração curta e superficial se torna um hábito crônico, drenando nossa vitalidade e gerando ansiedade.

Mudar a sua forma de respirar é o caminho mais rápido e seguro para transformar a sua saúde emocional e física.

Nesta vivência somática especial, vamos resgatar o seu espaço interno através de uma combinação poderosa: a Reeducação Respiratória da Terapia Corporal e a Meditação Ativa Nadabrahma (uma prática profunda de origem tibetana).

✨ O que nós vamos vivenciar juntos:

1️⃣ O Resgate do Sopro: Práticas corporais desenhadas para destravar a musculatura torácica, expandindo a sua capacidade respiratória e trazendo ordem para as emoções.
2️⃣ A Vibração do Som (Humming): Através de um sussurro contínuo com a boca fechada, criamos uma onda sonora que reverbera no peito e no crânio, agindo como uma verdadeira massagem celular que dissolve o fluxo incessante de pensamentos.
3️⃣ A Harmonia dos Gestos: Movimentos lentos e conscientes com as mãos que nos ancoram no momento presente e ajudam a integrar e pacificar as nossas partes em conflito.
4️⃣ O Silêncio Regenerador: Um estágio final de imobilidade e relaxamento tão pleno que reabastece o corpo por inteiro.

O resultado? Uma mente lúcida, um corpo leve e aquela sensação deliciosa de profundo descanso e paz interior.

Venha desacelerar o barulho mental e respirar com mais liberdade.

15/06/2026
12/06/2026

O Osho disse algumas vezes que os caminhos mais fáceis para o ser humano entrar em estado de êxtase e contato com o divino são a dança e o s**o.

10/06/2026

Bruxa e p**a são duas formas pejorativas de tratar mulheres que não ficaram sob o jugo do patriarcado.
Dois modos de tentar macular a imagem de mulheres que ousaram seguir um caminho que afronta e assusta o masculino não saudável.
As "bruxas" foram mulheres que não quiseram se submeter e foram expulsas das aldeias para as florestas. Para sobreviver desenvolveram o conhecimento das plantas: raízes, sementes e frutos que alimentam, com seus poderes que curam e que envenenam. Mulheres que eram respeitadas e temidas por seus conhecimentos ocultos e seu poderes lunares.
Por viverem sozinhas e independentes do patriarcado, não precisavam se submeter a uma estética para agradar aos homens, o que lhes rendeu a pecha de feias.
Este poder e independência sempre assustou o patriarcado. Culminando com a igreja católica, com seu Deus patriarcal, tentando queimar todas as mulheres que não se sujeitassem.
No caso das "p**as" é importante diferenciar o uso pejorativo do termos para as p**as profissionais e as amadoras.
As "p**as profissionais" apesar de estarem a serviço do s**o masculino, não estão na limitação de um casamento patriarcal. Conseguiram o poder na relação com o masculino por lidarem com o outro ponto da energia vital: o s**o.
Historicamente foram mulheres com poderes dentro da sociedade. Com poderes sobre o masculino e mais as informações de alcova.
E as "p**as amadoras" são mulheres que vivem livremente a sua sexualidade, sem estarem atreladas a um casamento patriarcal.
São mulheres que incomodam o patriarcado por serem livres e ousarem desfrutar de seus corpos em benefício próprio.
Em ambos casos, são mulheres potentes por vivenciarem intensamente a sua energia sexual.
Bruxas e p**as são mulheres que manifestam os atributos arquetípicos de Lilith. A mulher que não se sujeitou nem ao homem nem ao Deus patriarcal.
A sociedade patriarcal não suporta mulheres que voem livres, sejam elas bruxas ou p**as!

Em homenagem a todas as mulheres que ousam voar!
Especialmente dedicado às mulheres incríveis que tive o prazer de compartilhar o caminhar.
Mulheres que não se submeteram ao patriarcado.

Daniel Machado
filósofo - psicoterapeuta
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“Você não deve tr***ar com várias pessoas, porque a troca de energias no s**o irá te fazer mal”.Este tipo de discurso, n...
09/06/2026

“Você não deve tr***ar com várias pessoas, porque a troca de energias no s**o irá te fazer mal”.

Este tipo de discurso, não raramente, é um mecanismo de higienização e culpabilização pelo exercício da sexualidade.

Com referências genéricas (e portanto, racistas) de saberes supostamente afro, orientais ou indígenas, esse raciocínio faz crer que aquela pessoa que transou com apenas uma outra, é mais limpa que aquela que transou com várias.

Não à toa, o peso dessa “sujeira” recai mais intensamente sobre mulheres e pessoas de sexualidades dissidentes. E vem acompanhado de culpabilização: se você sofreu algo, é porque não escolheu bem com quem trocar energias.

Há muitas formas de compreender “trocas de energias”: podemos vivê-las quando respiramos, quando nos abraçamos, cheiramos, beijamos, olhamos, lembramos, afinal, estar vivo no mundo é estabelecer contínuas trocas com outros seres, inclusive com as árvores, com o vento, com os rios.

Certamente é fundamental que busquemos um cuidado nesses vínculos e trocas, mas esse cuidar não precisa ser quantitativo.

Nem tudo que é “só um” é bom, assim nem tudo que é múltiplo é ruim.

Que estejamos atentas a discursos que, em nome de energia e espiritualidade, sejam apenas outras versões da mesma monogamia cristã.

Talvez essa sujeira atribuída à sexualidade esteja mais no moralismo que a condena.

Repostado:

Para o tântricos o arquétipo da p**a não é diferente, facilmente reconhecemos seu aspecto sagrado. Esse texto não s...
09/06/2026

Para o tântricos o arquétipo da p**a não é diferente, facilmente reconhecemos seu aspecto sagrado.

Esse texto não se refere a situação de exclusão política, social e cultural que vivem as pessoas que exercem essa profissão nos dias de hoje, é uma reflexão sobre o aspecto espiritual que foi suprimido desse poderoso arquétipo.

O arquétipo da p**a é o poder mergulhar no submundo dos desejos e fantasias mais ocultos e descobrir uma qualidade muito peculiar de êxtase corporal que tem ligação direta com a espiritualidade.

Incorporar-se do arquétipo da p**a é um ultimato a todas as possibilidades de expressão de um feminino que deseja ser visto por quem é.

Uma mulher em posse da sua p**a não se desculpa por quem ela é, sua existência naturalmente confronta toda a ditadura da estética pelo simples fato de habitar em qualquer corpo, que é sempre uma fonte de prazer.

Ela está em posse de toda sua sexualidade e não há restrições que a impeçam de celebrar seu próprio prazer.

Vitalidade e a criatividade ficam disponíveis em abundância.

Mas o patriarcado se apavorou diante de tanto poder e demonizou esse brilho peculiar do feminino.

Foi um corte que atravessou a sexualidade feminina, garantindo as feridas necessárias para que o próprio gênero, de forma inconsciente e automática, compactue com esse sistema que restringe o poder de expressão sexual das mulheres.

O tema é delicado e não pode ser tratado sem profundidade e critério, são muitas distorções e até mesmo perversões que facilmente se mascaram para dar passagem a perpetuação de um sistema abusivo, especialmente na relação entre os gêneros.

Mulheres, eu sei que vocês sabem que o poder dessa p**a em nós é tremendo, que deixá-la pertencer a nós não é pouca coisa diante da experiência de totalidade que ansiamos, mas devemos ir com cuidado e com profundo conhecimento sobre si, pois os limites e a auto segurança, formam o container dessa manifestação.

Somente um campo fertilizado pela admiração, respeito e honra, é digno de receber de ti a expressão sagrada desse poder peculiar e intrigante!

Pema

Uma das principais contribuições do  **ra como filosofia e visão de mundo é indicar um caminho para as pessoas se libert...
06/06/2026

Uma das principais contribuições do **ra como filosofia e visão de mundo é indicar um caminho para as pessoas se libertarem dos sentimentos de culpa em relação ao s**o e aceitarem o prazer corporal na vida.
As religiões monoteístas e patriarcais demonizam e reprimem a sexualidade e o prazer corporal, usando a culpa e a noção de pecado como forma sutil de manipulação e dominação das pessoas em todo mundo. Proclamando a negação do corpo e o sofrimento como caminho da ascensão espiritual. Não fomos ensinados a vivenciar o prazer corporal, mas ensinados a suportar a dor como forma de crescimento.
Mesmo a aparente "liberação sexual" das últimas décadas, ainda não foi o suficiente para devolver a naturalidade original da relação dos seres humanos com esta sagrada energia, fundamental à vida.
O que se apresenta na sociedade atual é uma hipocrisia em relação ao s**o. Uma aparente liberação encobrindo uma moralidade repressora. Que nos coloca em um aparente paradoxo: o s**o nunca esteve tão disponível, pessoas expostas em catálogos de aplicativos ao alcance de um "match" e, ainda assim, encontramos a maioria das pessoas repletas de traumas, abusos e insatisfeitas com sua vida sexual. Insaciáveis perante um banquete; morrendo de sede em frente ao mar. Alvos fáceis para uma manipulação midiática e publicitária que usa a repressão e a carência sexual como gancho psicológico para vender a felicidade efêmera. O s**o comum se torna vazio é vivido apenas no caráter material do corpo porque existe a cisão da culpa. Estimulando a pornografia e gerando doentes, tarados e abusadores.
O Ta**ra, ao aceitar a vida em sua totalidade, elimina a noção culpa e de pecado e nos mostra que o corpo é tão sagrado quanto o espírito. O estudo e a vivência do ta**ra proporcionam mudanças positivas fundamentais em relação ao s**o e à própria vida.
Da mesma forma, o ta**ra nos ensina a sermos mais receptivos ao prazer. O ta**ra aceita o corpo com naturalidade e como caminho de vivência e manifestação do divino em nós. Assim sendo aceita o prazer corporal e o êxtase como experiência meditativa, e processo de cura.

Daniel Machado
Filósofo - psicoterapeuta - sexólogo

A repressão sexual deixa marcas profundas em nossas vidas. Reich destacou em sua obra como a sociedade muitas vezes nos ...
05/06/2026

A repressão sexual deixa marcas profundas em nossas vidas. Reich destacou em sua obra como a sociedade muitas vezes nos força a reprimir nossos impulsos naturais, tanto emocionais quanto se***is, desde a infância. Isso tem sérias consequências!

Os sintomas neuróticos, como fobias, cegueiras histéricas, sintomas compulsivos e angústia, são considerados formas anormais de expressar excitação corporal reprimida. Isso ocorre quando o impulso humano em busca de satisfação é frustrado, resultando em sintomas de doença mental e emocional.

Essa repressão, em sua visão, serve para tornar as pessoas mais dóceis e facilmente controláveis, desempenhando um papel no controle social. Além disso, Reich observou que a repressão sexual contribui para comportamentos destrutivos e relações sociais tóxicas.

Para que a repressão sexual funcione eficazmente, ela exige transformações físicas e psicológicas que frequentemente ocorrem de maneira inconsciente. Isso pode incluir o desenvolvimento de padrões de comportamento crônicos, como agressividade, passividade, exibicionismo e timidez. Além disso, pode afetar o corpo, reduzindo a capacidade respiratória, desenvolvendo tensões musculares crônicas e causando mudanças na postura, todas destinadas a consumir a energia reprimida.

Reich se tornou um crítico feroz da "moralidade compulsiva", que se baseia em punições, julgamentos e repressão.

É crucial reconhecer como a liberdade sexual e emocional desempenha um papel fundamental em nossa saúde mental e na construção de uma sociedade mais saudável.

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