Ingrid Kapper

Ingrid Kapper Olá, sou Ingrid Kapper, mentora de carreira, com mais de 15 anos de experiência em RH e mais de 4 anos de experiência em Gestão de Pessoas.

Ajudo novos líderes a gerarem resultados e a estarem prontos para uma promoção! Instagram:

Cheguei aos 43 anos: uma história sobre CNH e sobre a vida.No final de 2020, eu voltava ao Brasil depois de dois anos e ...
07/01/2026

Cheguei aos 43 anos: uma história sobre CNH e sobre a vida.

No final de 2020, eu voltava ao Brasil depois de dois anos e meio no Chile, e de um tratamento de câncer.

A chance de recidiva era alta, e eu encararia três anos de exames a cada três meses.

Em março de 2021, minha CNH venceu.
Renovei.
Quando peguei o novo documento e vi escrito: “válida até março de 2026”, o primeiro pensamento que tive foi:

“Será que eu estarei viva até lá?”

Eu lembro de chorar contando isso para minha cunhada, sentindo o peso da incerteza.

Hoje, celebro 43 anos e também celebro ter chegado a um ano que, um dia, eu duvidei que veria.

E essa é a lembrança mais bonita que levo comigo:

A vida não tem validade impressa.
Ela é um presente.
E cada ano que chega é um privilégio.

Obrigada, Meu Deus!

Que férias demais!
27/12/2025

Que férias demais!

Fim de um ciclo!Obrigada Nossa Senhora Aparecida pela graça alcançada!Continue iluminando meu caminho!
24/10/2025

Fim de um ciclo!
Obrigada Nossa Senhora Aparecida pela graça alcançada!
Continue iluminando meu caminho!

Funcionário com problemas pessoais:O desafio que não tem receita de bolo pra resolver.Quando fui líder, aprendi isso da ...
23/09/2025

Funcionário com problemas pessoais:

O desafio que não tem receita de bolo pra resolver.

Quando fui líder, aprendi isso da forma mais dura.

Quando menos se espera, as 1:1 eram interrompidas por uma conversa inesperada: um colaborador que chegava trazendo suas dores pessoais — um divórcio, um luto, uma crise financeira, um filho doente, uma crise de pânico.

Eu me perguntava:: “E agora? Onde termina o meu papel de gestora e começa a vida pessoal dele?”

A verdade é que não existe linha clara.

Mas existem 3 elementos que precisam ser avaliados para tomar uma decisão justa sobre funcionários com problemas pessoais:

1️⃣ Histórico de entrega
Esse colaborador sempre foi consistente e agora caiu de desempenho?
👉 Então vale a pena investir tempo e apoio.

2️⃣ Disposição para melhorar
Ele demonstra vontade de sair da situação em que está? Mostra abertura para conversar, aprender e buscar ajuda?
👉 Esse também é um sinal claro de que vale a pena investir.

3️⃣ Impacto no time e nos resultados
Até que ponto a equipe e os objetivos da empresa conseguem esperar pela recuperação desse colaborador?
👉 Líderes precisam equilibrar empatia com responsabilidade sobre o coletivo.

Você, como líder, é o representante da empresa, mas isso não significa que você vá desconsiderar o momento de vida do seu funcionário.

Nem sempre é simples: o líder precisa conciliar empatia com a responsabilidade de manter entregas e resultados.

Apoiar quem já provou valor e demonstra vontade de superar desafios é um investimento que pode fortalecer não só o indivíduo, mas também a cultura e a confiança da equipe.

💜 Esse é um dos propósitos da .com.br :levar para dentro das organizações uma forma de apoio psicológico que seja prático, humano e possível para todos.

👉 E você, como líder, já se sentiu perdido ao lidar com os problemas pessoais dos seus funcionários?

Achei que liderar equipes me daria todas as respostas…até que uma situação pessoal me mostrou o contrário..Em 2020, no m...
11/08/2025

Achei que liderar equipes me daria todas as respostas…

até que uma situação pessoal me mostrou o contrário..

Em 2020, no meio da pandemia, no Chile, longe da minha família, eu passei por um tratamento pesado contra um câncer.

Isso talvez não seja novidade para você.

O que talvez a maioria não saiba é como esse fato impactou positivamente a forma como eu mentoro meus clientes.

Quando você encara uma doença como o câncer, você lida a todo momento com a morte:

Desde a notícia do diagnóstico, passando pela quimioterapia que baixa sua imunidade (imaginem no meio da pandemia do covid…), e os anos de acompanhamento pós tratamento para ter certeza que o câncer não voltaria.

Isso é assustador para alguém ansiosa e que gosta de ter controle, como eu.

No meio do caos, ou você controla o que está ao seu alcance, ou você enlouquece.

Nesse processo, aprendi a:

💡 Identificar emoções

Comecei a não ignorar o que sentia, e aprendi a identificar e rotular emoções.
Isso me ajudou a não me sentir sufocada com meus próprios sentimentos. Reconhecê-las, reduz seu impacto.

💡Detectar pensamentos negativos e substituí-los

Eu passei a monitorar tudo o que eu pensava, e construi um repertório de pensamentos positivos para cada pensamento negativo que eu tinha.
Se os pensamentos negativos tomam conta de você, facilmente você vai para o fundo do poço.

💡 Lidar com a falta de controle

Descobri que aceitar algo difícil não é o mesmo que desejá-lo.
Aceitei a situação ao invés de lutar contra ela ou achar injusto.
Ressentimento e vitimismo só te tiram o poder.

A meditação foi fundamental para mim nesse processo.

Hoje, o maior valor da minha mentoria não está nos anos em que fui gestora.

Meu valor está na minha capacidade em me conectar com cada dificuldade e sofrimento que os meus mentorados enfrentam.

E poder mostrar a eles um caminho de autoconhecimento e realização pessoal e profissional.

Entendi que ninguém é capaz de ver nos outros aquilo que não tem coragem de enxergar em si próprio.

Boa semanda a todos.

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