12/02/2026
Um ano hoje da partida do meu filho, Maninho Batatinha!!!
O amor do Maninho Batatinha vai seguir vivo na minha memória, no meu coração, nos gestos e na história da Família Batatinha. O vínculo construído jamais se perde — ele se transforma em presença afetiva, em lembrança que aquece e em significado que permanece.
Três corações(do Maninho, da Maninha e da mamãe) que caminham juntos… e um amor que continua além da presença física.
Na Família Batatinha, o vínculo é eterno — porque quem é filho de amor nunca deixa de pertencer!!!
O luto multiespécie refere-se às experiências de sofrimento e elaboração da perda que atravessam as relações entre humanos e animais, especialmente no contexto das famílias multiespécie, nas quais os animais são reconhecidos como membros afetivos do núcleo familiar. Estudos sobre o luto por animais de companhia demonstram que a intensidade das reações emocionais pode ser comparável à perda de um ente humano, incluindo tristeza profunda, culpa e sentimentos de vazio (Archer, 1999; Packman et al., 2011). A teoria do apego de Bowlby (1980) sustenta essa compreensão ao evidenciar que vínculos afetivos significativos, independentemente da espécie, estruturam respostas de luto diante da separação definitiva. Além disso, pesquisas em etologia indicam comportamentos compatíveis com luto em animais sociais, como cães, sugerindo que respostas à perda também podem ocorrer em outras espécies (King, 2013; Anderson et al., 2016). Assim, o conceito de luto multiespécie amplia a tanatologia tradicional ao integrar contribuições da psicologia do apego, da antrozoologia e dos estudos multiespécie (Haraway, 2008), reconhecendo a legitimidade do sofrimento nas relações interespécies.
Te amo filho, por toda a eternidade!!!
Família Batatinha para sempre!!!
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