Psicóloga Giane Tramonti

Psicóloga Giane Tramonti Psicóloga Clínica CRP: 07/34759
Pós Graduada em Psicoterapia de Orientação Psicanalítica

O ciúme não nasce de repente. Primeiro, a criança  vive os pais quase como parte de si; depois, como “meus pais”, uma po...
16/04/2026

O ciúme não nasce de repente. Primeiro, a criança vive os pais quase como parte de si; depois, como “meus pais”, uma posse central.
Só quando percebe que esses pais também podem ser de outro , o irmão, o trabalho, o bebê no colo , é que o ciúme se organiza, como rivalidade por atenção, colo e lugar afetivo.

Psicóloga Giane Tramonti
CRP : 07/34759



A rigidez cognitiva no TEA refere-se à dificuldade marcada em lidar com mudanças na rotina ou situações novas, preferind...
13/04/2026

A rigidez cognitiva no TEA refere-se à dificuldade marcada em lidar com mudanças na rotina ou situações novas, preferindo padrões previsíveis e repetitivos no ambiente e atividades diárias. Ela funciona como estratégia adaptativa de segurança, oferecendo previsibilidade e controle em um mundo sensorialmente caótico, reduzindo ansiedade, pois alterações imprevistas elevam o custo cognitivo e provocam sobrecarga emocional. Um exemplo é a criança que insiste no mesmo caminho para a escola diariamente, ganhando estabilidade; interrupções podem gerar crises intensas. Não se trata apenas de "preferência por rotina", mas de limitação na flexibilidade mental.sso minimiza incerteza, com a rotina atuando como "mapa neural seguro" do mundo, devido a diferenças na conectividade frontolimbica no cérebro autista.

Acolha as diferenças e respeite o jeito único de cada pessoa.

Psicóloga Giane Tramonti
CRP : 07/34759


Não é sobre religião, é sobre crescer, se perguntar quem se é e onde se encaixa no mundo. O filme Estás Aí, Deus? Sou Eu...
03/04/2026

Não é sobre religião, é sobre crescer, se perguntar quem se é e onde se encaixa no mundo. O filme Estás Aí, Deus? Sou Eu, a Margaret atravessa com delicadeza uma fase muito sensível do desenvolvimento: a pré-adolescência, quando o corpo muda, as comparações começam e o pertencimento passa a ganhar um peso novo.

A história acompanha uma menina de 11 anos vivendo suas primeiras experiências com o próprio corpo, com as amizades e com dúvidas que, muitas vezes, não encontram espaço para serem ditas. O filme aborda temas como puberdade, incluindo menstruação e mudanças corporais, curiosidade sobre sexualidade, necessidade de pertencimento ao grupo e a construção da identidade.

A indicação é para a faixa de 10 a 14 anos, com orientação dos pais. São conteúdos especialmente importantes para quem está entrando na pré-adolescência ou já iniciou esse processo, justamente por ajudarem a nomear vivências que podem ser confusas ou silenciosas.

Mais do que assistir, é um convite para estar junto. Para as famílias, pode ser uma oportunidade de abrir diálogo com mais escuta e menos julgamento. Para os jovens, um espelho possível, às vezes leve, às vezes desconfortável, mas profundamente necessário.

O filme está disponível em plataformas como Netflix, Amazon Prime Video e Apple TV, podendo variar conforme a região. Se fizer sentido, assista em família. Às vezes, um filme alcança lugares que uma conversa direta ainda não conseguiu tocar.

Psicóloga Giane Tramonti

CRP: 07/34759



Hoje, 02 de abril, Dia Mundial de Conscientização do Autismo.Mas hoje o olhar se amplia: não falamos apenas de crianças,...
02/04/2026

Hoje, 02 de abril, Dia Mundial de Conscientização do Autismo.

Mas hoje o olhar se amplia: não falamos apenas de crianças, jovens ou famílias, falamos também dos adultos que, por diferentes razões, cresceram sem diagnóstico.

O Transtorno do Espectro Autista não surge na vida adulta, ele apenas muitas vezes não foi reconhecido ao longo do desenvolvimento. Por trás disso, existem histórias marcadas por tentativas de adaptação, incompreensões e, frequentemente, sofrimento silencioso.

Falar sobre diagnóstico tardio é ir além da conscientização. É qualificar o olhar, ampliar a escuta e reconhecer que o cuidado em saúde mental também precisa alcançar aqueles que, por muito tempo, ficaram fora do radar.

Psicóloga Giane Tramonti

CRP: 07/34759



28/03/2026
28/03/2026

Estive no South Summit Brazil 2026 com um objetivo muito claro: levar um olhar crítico da psicologia para um dos temas mais atuais do nosso tempo : A chamada “internet das coisas”.

Considerando que grande parte do meu público é formado por adolescentes e jovens adultos, que já vivem imersos nesse cenário, quis compreender de forma mais aprofundada o que está sendo discutido sobre inclusão digital, construção de políticas públicas, cuidado com as pessoas e, principalmente, qual é o papel da inteligência artificial nesse contexto.

Entre os principais pontos debatidos, destaco:

Transformação Digital e Inteligência Artificial
IA aplicada a negócios, saúde, finanças e indústria
Automação e uso estratégico de dados
Cultura digital e novos modelos de trabalho
Foco em qualidade de vida, bem-estar e impacto social
Debate sobre o papel do ser humano na era da inteligência artificial

Diante de tudo isso, uma reflexão se impõe de forma inevitável:
como manter o humano relevante em um mundo cada vez mais automatizado?

A resposta não é simples, mas passa, necessariamente, pela forma como escolhemos usar a tecnologia : Se ela amplia o humano ou se, aos poucos, o substitui.

F**a aqui o registro da importância de estarmos atentos, críticos e implicados nesse processo que já está em curso.

Agradeço de coração ao Renato , à Sanderi da Shapers e à Fundadora do South Summit, Benjumea, pela oportunidade de estar presente e refletir sobre um tema tão necessário.

28/03/2026

Estive no South Summit Brazil 2026 com um objetivo muito claro: levar um olhar crítico da psicologia para um dos temas mais atuais do nosso tempo : A chamada “internet das coisas”.

Considerando que grande parte do meu público é formado por adolescentes e jovens adultos, que já vivem imersos nesse cenário, quis compreender de forma mais aprofundada o que está sendo discutido sobre inclusão digital, construção de políticas públicas, cuidado com as pessoas e, principalmente, qual é o papel da inteligência artificial nesse contexto.

Entre os principais pontos debatidos, destaco:

Transformação Digital e Inteligência Artificial
IA aplicada a negócios, saúde, finanças e indústria
Automação e uso estratégico de dados
Cultura digital e novos modelos de trabalho
Foco em qualidade de vida, bem-estar e impacto social
Debate sobre o papel do ser humano na era da inteligência artificial

Diante de tudo isso, uma reflexão se impõe de forma inevitável:
como manter o humano relevante em um mundo cada vez mais automatizado?

A resposta não é simples, mas passa, necessariamente, pela forma como escolhemos usar a tecnologia : Se ela amplia o humano ou se, aos poucos, o substitui.

F**a aqui o registro da importância de estarmos atentos, críticos e implicados nesse processo que já está em curso.

Agradeço de coração

ao Renato
, à Sanderi da Shapers e à Fundadora do South Summit, Benjumea, pela oportunidade de estar presente e refletir sobre um tema tão necessário.

Conversando com pais e mãesTema de hoje: Como dizer NÃO aos filhosNa clínica, escuto com frequência pais e mães atravess...
26/03/2026

Conversando com pais e mães
Tema de hoje: Como dizer NÃO aos filhos

Na clínica, escuto com frequência pais e mães atravessados por dúvidas, culpa e cansaço. Em comum, quase sempre aparece a sensação de que “deveriam saber” o que fazer, como se houvesse uma receita única para criar filhos.

Neste contexto, não trago manuais nem listas infalíveis. A proposta é outra: oferecer reflexões a partir da psicologia, para que você possa compreender melhor o que acontece aí na sua casa e, a partir disso, encontrar o seu jeito possível de cuidar.

No conteúdo de hoje, falo sobre o ‘não’ na infância e sobre o que esse momento costuma mobilizar em adultos e crianças: proteção, raiva, culpa, limites e também cuidado.

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Este conteúdo é clínico‑informativo, baseado em referências da psicanálise e em textos de D. W. Winnicott , e não substitui acompanhamento psicológico individual.

Giane Tramonti – Psicóloga Clínica CRP : 07/34759

Conversando com pais e mãesTema de hoje: Não existe receita pronta pra criar filhosNa clínica, encontro muitos pais e mã...
24/03/2026

Conversando com pais e mães
Tema de hoje: Não existe receita pronta pra criar filhos

Na clínica, encontro muitos pais e mães atravessados por dúvidas, culpa e cansaço. Em comum, quase sempre aparece a sensação de que “deveriam saber” o que fazer, como se existisse uma receita única para criar filhos.


Nestes conteúdos, não trago manuais nem listas infalíveis. A proposta é oferecer reflexões a partir da psicologia, para que você compreenda melhor o que acontece aí na sua casa e encontre o seu jeito possível de cuidar.


Neste post, falo sobre a ilusão das receitas prontas e sobre como cada família precisa construir seu próprio caminho, considerando sua história, seus limites e seus recursos.
Psicóloga Giane Tramonti
CRP : 07/34759




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