20/05/2026
Tem uma frase que eu penso com frequência: crescer não deveria exigir abandonar a imaginação. ✨📚⚔️
Essas capas começaram como uma brincadeira.
“E se eu existisse dentro das histórias que amo?”
Mas no meio do processo eu percebi uma coisa:
talvez a fantasia nunca tenha sido só entretenimento pra mim.
Talvez ela tenha ajudado a construir quem eu virei.
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🧝♂️ Frieren
Me ensinou sobre o tempo.
Sobre as pessoas que passam pela nossa vida e deixam marcas silenciosas.
Sobre memória, saudade e continuar caminhando mesmo depois das despedidas.
🧙 Atelier of Witch Hat
Me lembra porque eu amo estudar e ensinar.
Porque conhecimento sempre pareceu magia.
E ensinar… honestamente?
Ainda parece abrir portais.
🍲 Delicious in Dungeon
Tem uma das minhas coisas favoritas:
aventura com afeto.
Fantasia que entende que sobreviver também envolve sentar à mesa, rir do caos e seguir viagem mesmo sem saber exatamente o que vem depois.
🫀 Heartstopper
É sobre existir sem pedir desculpas.
Sobre pertencimento.
Sobre encontrar pessoas que fazem o mundo parecer menos hostil.
🗡️ Holy Avenger
Foi praticamente um ritual de formação da minha personalidade.
RPG, fantasia, humor, drama, excesso, magia, caos e coração ao mesmo tempo.
Uma lembrança constante de que criatividade também pode ser resistência.
⟡
No fim, acho bonito continuar me permitindo imaginar.
Porque as histórias que a gente ama não ficam pra trás.
Elas ficam com a gente.
Na forma como criamos.
Na forma como ensinamos.
Na forma como cuidamos.
Na forma como escolhemos existir.
E talvez seja por isso que eu ainda acredite tanto em criatividade:
ela transforma pessoas reais. 💙