11/07/2026
Tenho acompanhado com preocupação um movimento crescente nas redes sociais que incentiva o abandono do protetor solar sob a alegação de que ele seria tóxico. Precisamos separar o que é conteúdo viral do que é evidência científ**a.
Do ponto de vista fisiológico, a radiação ultravioleta é um agente agressor comprovado. Ela interage com o DNA das nossas células, gerando estresse oxidativo e degradação das fibras de sustentação da pele. O protetor solar atua justamente interrompendo esse ciclo de dano.
É fundamental que vocês saibam que, no Brasil, a comercialização de filtros solares é controlada por critérios rigorosos da ANVISA. Todos os produtos registrados aqui passam por te**es que avaliam a segurança e a eficácia. A alegação de toxicidade muitas vezes ignora essa vigilância técnica e não se sustenta na literatura médica.
O perigo real, na verdade, reside no uso de produtos importados sem registro nacional, adquiridos sem qualquer critério de segurança. Muitas vezes, esses itens não foram formulados para o nosso clima ou para a pele brasileira.
A dermatologia baseada em ciência é o caminho mais seguro para a saúde da sua pele. Não troque a segurança da sua saúde celular por tendências passageiras. A fotoproteção é um cuidado diário inegociável.
Salve este post para relembrar a importância de escolher produtos registrados.
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Nota: Conteúdo informativo. Não substitui consulta médica. Resultados variam conforme avaliação individual.