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Eu Vivo Bem APRENDA A VIVER BEM COM SUA DOENÇA AUTOIMUNE! Psicoterapia, mentoria e grupos de apoio.

Atendimento terapêutico especializado, grupos online, psicoterapia e conteúdos relacionados à esclerose múltipla e outras doenças autoimunes.

No Dia Mundial do Cérebro, lembre-se de que cuidar dele vai além de exames de imagem. O cérebro se molda através dos seu...
22/07/2026

No Dia Mundial do Cérebro, lembre-se de que cuidar dele vai além de exames de imagem. O cérebro se molda através dos seus comportamentos diários, e a psicoterapia é uma das ferramentas mais potentes de neuroproteção, pois estimula a neuroplasticidade e cria novas conexões neurais saudáveis para gerenciar o estresse.

Como psicóloga especialista há mais de duas décadas, meu papel é te dar o suporte estratégico para alimentar o seu cérebro com resiliência e autonomia.

Como você tem cuidado da sua central de comando hoje?

No Dia do Amigo, a realidade no consultório nos mostra que o medo de parecer vulnerável faz muitos esconderem o diagnóst...
20/07/2026

No Dia do Amigo, a realidade no consultório nos mostra que o medo de parecer vulnerável faz muitos esconderem o diagnóstico de EM. O silêncio, porém, gera um isolamento exaustivo.

Viver com uma condição crônica exige energia, e tentar dar conta de tudo sozinho esgota os recursos emocionais. Cultivar amizades e manter-se conectado não é apenas um ato social, é um fator de proteção para a sua saúde mental e física. Amigos reais funcionam como uma rede de suporte que divide o peso da jornada, diminuindo o estresse e fortalecendo a sua resiliência.

Compartilhar a sua condição com essas pessoas não é pedir pena, mas sim estabelecer limites estratégicos para proteger a sua funcionalidade sem culpa. Se você enfrenta barreiras para se comunicar e lidar com a vulnerabilidade no seu círculo social, o meu papel como psicóloga especialista é te ajudar a construir esse posicionamento firme.

Você já compartilhou o seu diagnóstico com seus amigos ou prefere silenciar? Link na bio. 🧡

Buscar psicoterapia quando a sua doença crônica está controlada não é um excesso, é uma estratégia de manutenção. A esta...
16/07/2026

Buscar psicoterapia quando a sua doença crônica está controlada não é um excesso, é uma estratégia de manutenção. A estabilidade clínica exige um comportamento preventivo diário e manejo rigoroso do estresse — processos que só se sustentam com uma mente fortalecida e inteligência emocional.

Convivo com a EM há 23 anos e estou em remissão há mais de uma década porque entendi que o autoconhecimento blinda a minha autonomia. Como psicóloga especializada, meu papel é ajudar você a sustentar o controle da sua saúde na prática.

Você cuida da sua mente de forma preventiva ou só age na urgência? Entre em contato pelo link da bio.


Papo sério (e muito fofo) por aqui... 🐾👇​Aproveitei que o meu companheiro de quatro patas entende tudo de sonecas para t...
14/07/2026

Papo sério (e muito fofo) por aqui... 🐾👇

​Aproveitei que o meu companheiro de quatro patas entende tudo de sonecas para tentar explicar para ele uma realidade que muitos humanos enfrentam: a fadiga crônica nas doenças autoimunes.

​Se até para quem convive de perto é difícil entender, imagine para quem olha de fora. Muitas vezes, esse esgotamento extremo é confundido com preguiça ou falta de vontade. Mas a verdade clínica é que o corpo está gastando uma energia monumental em um processo inflamatório constante.

​A boa notícia? Embora não exista um botão de "liga/desliga" para a fadiga, nós podemos assumir o protagonismo do nosso bem-estar através do estilo de vida e do manejo emocional:

​- Autoresponsabilidade: Reconhecer e respeitar os limites do corpo, sem se cobrar o ritmo de quem não vive essa jornada.

​- Estilo de vida ativo: Praticar atividade física adaptada e consistente — ela é um remédio poderoso para sinalizar vitalidade ao organismo.

​- Gestão do estresse: Poupar nossa mente para não esgotar o que resta da nossa bateria física.

​As imagens do carrossel são para lembrar que, às vezes, tudo o que precisamos é acolher o nosso ritmo (e talvez aprender um pouco com a calmaria dos felinos).

​Como está a sua bateria hoje? Deixe um emoji nos comentários me contando! 🔋👇

Acordar sem saber como o corpo vai responder hoje é uma das realidades mais desafiadoras de conviver com uma doença crôn...
08/07/2026

Acordar sem saber como o corpo vai responder hoje é uma das realidades mais desafiadoras de conviver com uma doença crônica. Essa imprevisibilidade cansa e, muitas vezes, paralisa o planejamento mais simples.

Mas a verdade é que, embora a atividade e a oscilação da doença fujam do nosso controle, o comando da nossa rotina e das nossas microescolhas diárias ainda é nosso. O autocuidado consciente não apaga o diagnóstico, mas muda completamente o impacto dele na sua qualidade de vida.

Como psicóloga, o meu papel é te dar ferramentas para construir flexibilidade mental, permitindo que você gerencie a ansiedade da incerteza e retome o protagonismo da sua própria história — respeitando os seus limites, mas sem abrir mão da sua autonomia.

Vamos aprender a navegar por esses dias imprevisíveis juntos? Clique no link da bio e fale comigo. 🧡

A história do Gildo Afonso prova que o diagnóstico de EM não dita o seu destino quando há protagonismo. Vencer a doença ...
03/07/2026

A história do Gildo Afonso prova que o diagnóstico de EM não dita o seu destino quando há protagonismo. Vencer a doença não é a ausência de sintomas, mas sim ter a constância para proteger a sua autonomia através do movimento.

Se você tem dificuldades para trazer o exercício para a sua rotina com consistência, o meu trabalho como psicóloga especializada é justamente te ajudar a construir essa virada de chave mental.

Quer transformar o autocuidado em uma estratégia real de neuroproteção? Entre em contato pelo link da bio!

Esperar o próximo surto para começar a se cuidar é o erro mais caro que você pode cometer na Esclerose Múltipla. A ciênc...
01/07/2026

Esperar o próximo surto para começar a se cuidar é o erro mais caro que você pode cometer na Esclerose Múltipla. A ciência demonstra que a doença continua progredindo de forma silenciosa mesmo em períodos de calmaria, esgotando lentamente a reserva de compensação do seu cérebro.

Quando os sintomas como fadiga crônica e perda de equilíbrio se tornam evidentes, o dano na sua autonomia já foi consolidado. O autocuidado estratégico, a rotina de exercícios e o manejo emocional não são opcionais; são comportamentos inegociáveis de autopreservação.

Não assista passivamente à evolução da doença. O que você fez pela sua autonomia hoje?

O diagnóstico de Esclerose Múltipla não te isola das festas de São João, mas exige consciência. O álcool interfere diret...
24/06/2026

O diagnóstico de Esclerose Múltipla não te isola das festas de São João, mas exige consciência. O álcool interfere diretamente na coordenação, no equilíbrio e na fadiga: sintomas que já gerenciamos diariamente e que podem ser intensificados pela bebida.

Se seus exames estão ótimos, seu tratamento está em dia e seu neurologista liberou, o consumo leve e social é uma escolha sua. Viver bem com a EM significa decidir com estratégia, sem comprometer a sua funcionalidade amanhã.

Você costuma beber socialmente ou prefere evitar para proteger o seu ritmo?

O equilíbrio não é a ausência de tempestades, mas a nossa capacidade de permanecer conscientes e firmes enquanto o chão ...
21/06/2026

O equilíbrio não é a ausência de tempestades, mas a nossa capacidade de permanecer conscientes e firmes enquanto o chão balança. 🧘‍♀️✨

Quem me acompanha por aqui sabe o quanto a minha rotina de movimento é inegociável. E, há anos, a yoga é fundamental para a minha saúde. Quando recebi o diagnóstico de esclerose múltipla em 2003, o equilíbrio físico foi um dos meus maiores desafios. Em vez de parar, escolhi o movimento como ferramenta de reabilitação e protagonismo — e a melhora na minha estabilidade foi surpreendente.

Mas se tem algo que a yoga nos ensina e que eu levo para a minha vida inteira, é a habilidade de encontrar o conforto no desconforto.

Permanecer em uma postura desafiadora, respirando com calma enquanto os músculos trabalham, é um ensinamento profundo. Na vida e na saúde, o desconforto muitas vezes surge sem aviso. A yoga nos treina a não reagir com desespero a ele, mas a encontrar um espaço de respiro e estabilidade mesmo quando as coisas estão difíceis.

E como fazemos isso? Através da regulação atencional.

A prática é um exercício constante de atenção plena (mindfulness). Ao ancorar a mente na respiração e nas sensações do corpo, nós silenciamos o barulho externo e os pensamentos ansiosos. Esse treino atencional muda a forma como o nosso cérebro processa o estresse, a fadiga e as próprias limitações.

Neste domingo, 21 de junho, celebramos o Dia Internacional do Yoga. Mas o que eu celebro de verdade é a autonomia que ela me devolve todos os dias. É a prova viva de que, com autoresponsabilidade, podemos ensinar nossa mente e nosso corpo a encontrarem novos caminhos.

Você já experimentou essa sensação de respirar fundo e encontrar calma em meio a um momento desconfortável? Me conta aqui nos comentários! 👇

Muitas vezes, quando pensamos em trauma ou Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), nossa mente desenha cenários ex...
17/06/2026

Muitas vezes, quando pensamos em trauma ou Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), nossa mente desenha cenários externos: um grande acidente, um assalto ou um desastre natural. Coisas que aconteceram lá atrás, no passado.

Mas e quando a ameaça à segurança não vem de fora, e sim de dentro?

Para quem convive com uma doença crônica, o perigo pode ser sentido como constante. A literatura científica chama isso de modelo da Ameaça Somática Contínua (Enduring Somatic Threat). Estudos apontam que entre 12% e 25% das pessoas que enfrentam condições de saúde complexas desenvolvem sintomas traumáticos induzidos pela própria jornada médica.

Esse esgotamento emocional não é "frescura". Ele se manifesta de formas muito reais:
1️⃣ Reexperiência: Uma ansiedade avassaladora antes de realizar exames, gatilhos emocionais ao entrar em um hospital ou a lembrança dolorosa de diagnósticos e procedimentos difíceis.
2️⃣ Hiperativação: Uma atenção ultra-vigilante a cada sinal ou mudança do corpo. Uma sensibilidade somática aguda que, infelizmente, muitas vezes é rotulada de forma errada como hipocondria, quando na verdade é uma resposta de sobrevivência ao trauma.
3️⃣ Esquiva: O medo se torna tão grande que o paciente começa a evitar o que o lembra da doença — desmarcando consultas, adiando exames de acompanhamento ou negligenciando o autocuidado e as medicações.

Traumas anteriores na vida (inclusive na infância) podem intensificar essa percepção de vulnerabilidade. Reconhecer esse ciclo é o primeiro passo para quebrá-lo.

O cuidado em saúde precisa ser verdadeiramente integrativo. Cuidar do corpo exige acolher a mente que habita esse corpo. Através da psicoterapia, podemos ajudar a organizar essas memórias fragmentadas, diminuir o estado de alerta e devolver ao paciente o seu papel de protagonista na própria saúde, permitindo o que chamamos de crescimento pós-traumático.

Você já percebeu o impacto emocional que o diagnóstico ou a rotina de exames tem na sua vida ou na de alguém próximo? Vamos conversar nos comentários. 👇

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