Psicóloga Valéria Noronha

Psicóloga Valéria Noronha Valéria Noronha
CRP - 07/24546

Graduada em Psicologia pela PUCRS. Especialização em Terapia Cognitivo Comportamental.

Psicóloga Clínica - Atendimento de adolescentes, adultos e Consultoria de Carreira.

04/02/2026

Esperar a motivação aparecer é um dos maiores motivos pelos quais as mudanças não acontecem.

As emoções são importantes, mas elas nem sempre apontam para o que nos faz bem no longo prazo. Por isso, na terapia, trabalhamos com a ideia de que a ação não precisa esperar a vontade chegar.

A Ação Oposta é justamente isso: agir apesar do desconforto inicial. Não porque é fácil, mas porque é necessário. Ao se movimentar, se aproximar ou começar, mesmo sem ânimo, você cria novas experiências que ensinam ao cérebro que é possível seguir, mesmo quando a emoção diz o contrário.

Com o tempo, essa repetição enfraquece padrões antigos e fortalece novos caminhos. A mudança não começa quando você se sente pronta, ela começa quando você age de forma diferente.

Se você tem se sentido travada esperando a disposição certa para mudar, talvez o próximo passo seja aprender a agir mesmo sem ela.

Na terapia, isso é construído com estratégia, cuidado e constância.

30/01/2026

Quando a ansiedade atinge o pico, tentar racionalizar nem sempre funciona. Nesse momento, o corpo está em estado de alerta máximo e precisa de uma resposta física antes de qualquer reflexão.

Técnicas baseadas na fisiologia ajudam a interromper esse ciclo de forma rápida e segura. Ao mudar a temperatura do corpo, enviamos um sinal direto ao sistema nervoso de que o perigo passou, favorecendo a redução da ativação e trazendo mais estabilidade emocional.

Esses recursos não substituem o tratamento, mas são ferramentas importantes para atravessar momentos de crise com mais controle e menos sofrimento.

Na terapia, você aprende quando usar essas técnicas, como combiná-las com outras estratégias e, principalmente, como trabalhar as causas da ansiedade para que as crises se tornem menos frequentes.

Se você sente que a ansiedade tem ultrapassado seus limites, conversar com um profissional pode fazer toda a diferença.

Me chame no direct para saber mais sobre os atendimentos.

26/01/2026

Pensar não é o problema.
Ficar preso ao mesmo pensamento, sim.

Quando a mente entra em modo de repetição, ela deixa de resolver e passa a desgastar. A ruminação cria a sensação de movimento, mas não produz saída. Só aumenta o cansaço mental e a ansiedade.

Aprender a diferenciar reflexão de ruminação é uma habilidade. E ela muda completamente a forma como você lida com preocupações, decisões e erros do passado.

Nem tudo que passa pela sua mente precisa ser resolvido agora. Algumas coisas pedem ação. Outras pedem soltura.

Se esse ciclo de pensamentos repetitivos tem feito parte da sua rotina, talvez seja hora de conversar sobre isso com mais profundidade.

19/01/2026

Durante muito tempo, nos ensinaram que autoestima tem a ver com aparência, aprovação e validação externa. O problema é que essa construção é instável. Ela depende do olhar do outro, do dia estar bom, do mundo responder como esperamos.

A autoeficácia é diferente.
Ela nasce da experiência de lidar com a vida, errar, ajustar, tentar de novo e perceber que, apesar das dificuldades, você consegue seguir. É confiar na própria capacidade de enfrentar o que vier, mesmo sem ter todas as respostas agora.

Quando essa confiança interna se fortalece, o futuro deixa de ser tão ameaçador. Você não precisa controlar tudo ao redor para se sentir segura, porque começa a confiar mais em quem você é e no que é capaz de construir.

Beleza pode abrir portas, mas é a sensação de competência interna que sustenta você quando as coisas mudam, quando algo acaba ou quando um plano não dá certo.

Fortalecer essa confiança não é um traço de personalidade, é um processo.
E ele pode ser desenvolvido com consciência, prática e apoio.

Talvez o próximo passo não seja se sentir melhor com o espelho, mas se sentir mais segura com a própria capacidade de viver.

16/01/2026

Quando alguém chega à terapia, não está buscando apenas acolhimento. Está buscando mudança. Clareza. Resultados que façam diferença na vida real.

Por isso, minha prática clínica é fundamentada na Terapia Cognitivo-Comportamental e na DBT, abordagens baseadas em evidências científ**as sólidas, desenvolvidas e testadas para o tratamento de ansiedade, depressão e dificuldades de regulação emocional.

Aqui, o cuidado acontece com empatia, mas também com método. Sem achismos, com um entendimento claro de como pensamentos, emoções e comportamentos se conectam e se mantêm.

A terapia é um espaço seguro, mas também estratégico. Um espaço para desenvolver habilidades, reorganizar padrões e recuperar autonomia emocional de forma consistente.

Se você busca um processo terapêutico que una acolhimento e técnica, ciência e humanidade, esse caminho é possível.

Nem todo esforço aparece. Muitas pessoas convivem com transtornos que tornam as tarefas comuns mais pesadas e desgastant...
13/01/2026

Nem todo esforço aparece. Muitas pessoas convivem com transtornos que tornam as tarefas comuns mais pesadas e desgastantes, mesmo que por fora pareça tudo bem.
Esse esforço invisível merece respeito e compreensão.

A dificuldade não signif**a falta de vontade. Signif**a que o corpo e a mente estão tentando lidar com algo que exige mais energia do que o esperado.
Quando o mundo não enxerga isso, o peso aumenta e a autocrítica cresce.

Se você sente que está sempre lutando para dar conta do que deveria ser simples, saiba que existe motivo para isso. E existe caminho para entender melhor o que acontece com você.

A psicoterapia pode ajudar a identif**ar esses padrões, fortalecer habilidades e tornar o dia a dia menos cansativo.
Você não precisa viver tudo isso sem apoio.

Se quiser conversar sobre o seu caso, estou aqui.

12/01/2026

Se a sua mente não desliga, não é porque você é fraca ou incapaz de relaxar.
É porque o seu cérebro entrou em modo alerta por tempo demais.

A ruminação não é pensar demais por escolha.
É a mente tentando prever, controlar e evitar dores que ainda nem aconteceram.
E isso cansa. Muito.

Quando o pensamento f**a preso no futuro ou no passado, o corpo paga o preço no presente.
Exaustão, irritação, dificuldade de concentração e aquela sensação estranha de estar sempre ligada, mesmo quando tudo está quieto.

A boa notícia é que esse padrão pode ser trabalhado.
A ruminação é um hábito mental, e hábitos podem ser modif**ados quando são compreendidos.

Na terapia, você aprende a identif**ar esses ciclos, a responder aos pensamentos com mais consciência e a devolver ao seu sistema nervoso a sensação de segurança que ele perdeu no caminho.

Você não precisa viver em estado de alerta constante.
Se a sua mente está cansada de repetir as mesmas conversas internas, talvez seja hora de buscar ajuda e aprender novas formas de lidar com isso.

A paz não é um milagre.
Ela é construída, passo a passo.

24/12/2025

A cada paciente que confiou a mim suas dores e suas esperanças neste ano: muito obrigada.

A terapia é um ato de coragem, e testemunhar a transformação de vocês é o que dá sentido ao meu trabalho.

Que em 2026 possamos continuar construindo, juntos, uma vida que vale a pena ser vivida. Eu estou pronta para apoiar as novas jornadas que virão.

E você? 👇
Se você pudesse escolher apenas UMA palavra para guiar o seu 2026, qual seria ela?

18/12/2025

Se o seu emagrecimento nunca se sustenta, talvez o problema não esteja na comida, mas na forma como você tem lidado com o que sente.

Dietas falham não por falta de disciplina, mas porque tentam resolver emoções com regras. Quando a comida vira alívio para estresse, tristeza ou ansiedade, retirar esse recurso sem oferecer alternativas emocionais só reforça o ciclo de culpa e retorno ao ponto inicial.

O chamado “efeito sanfona” não é fraqueza. É o corpo tentando recuperar a única estratégia que conhecia para se sentir melhor.

A psicoterapia entra exatamente aí. Não para controlar o que você come, mas para entender por que você come. Identif**ar gatilhos, reconhecer emoções e construir novas formas de cuidado transforma a relação com a alimentação e com o próprio corpo.
Mudança sustentável não nasce da restrição, nasce da compreensão.

Quando a mente muda, o corpo acompanha.
Se você quer construir uma relação mais saudável consigo mesma e com a comida, continue por aqui. Autoconhecimento também é parte desse processo.

Você já sentiu que está sempre no limite, mesmo quando ninguém percebe? Muitas mulheres vivem exatamente assim. Elas tra...
15/12/2025

Você já sentiu que está sempre no limite, mesmo quando ninguém percebe? Muitas mulheres vivem exatamente assim. Elas trabalham, cuidam da casa, dos filhos, da família, das demandas emocionais de todo mundo… e ainda tentam manter a própria vida funcionando.

O problema é que essa sobrecarga constante não é “normal”. É um terreno fértil para o Burnout, que cresce de forma silenciosa até transformar o corpo e a mente em um alerta permanente.

Pesquisas mostram que as mulheres têm índices 35% maiores de exaustão emocional do que os homens, especialmente pela combinação de responsabilidades profissionais, domésticas e afetivas. Não é fraqueza. Não é falta de organização. É um acúmulo que o corpo não consegue mais sustentar.

Mas como esse Burnout aparece no dia a dia?

- Você acorda cansada, mesmo dormindo.
- Pequenas tarefas parecem grandes demais.
- A cabeça não para, mas você sente dificuldade de pensar com clareza.
- A culpa aparece quando você tenta descansar.
- O corpo dói. O humor oscila. A paciência diminui.
- Você faz muito, mas sente que nunca é suficiente.

Esse ciclo adoece porque exige de você uma energia que ninguém tem de forma infinita.

E aqui vai algo importante:
Burnout não melhora sozinho. Ele melhora quando a sobrecarga é reconhecida e quando você para de carregar o mundo sem ter onde se apoiar.

A psicoterapia ajuda a reorganizar limites, expectativas, rotinas e, principalmente, o modo como você se relaciona com suas próprias exigências. Não é sobre fazer menos. É sobre não se perder enquanto faz.

Se esse conteúdo fez sentido, talvez seja hora de olhar com atenção para o que o seu corpo já está tentando dizer há muito tempo.

Você se identificou com algum desses sinais?

Você já percebeu que, em alguns dias, a fome não vem do estômago, mas da mente?Muitas pessoas comem não porque precisam ...
06/12/2025

Você já percebeu que, em alguns dias, a fome não vem do estômago, mas da mente?
Muitas pessoas comem não porque precisam de energia, mas porque precisam de alívio. É o que chamamos de **comer emocional**.

E isso não acontece por fraqueza.
Acontece porque a comida oferece algo que, naquele momento, parece impossível encontrar dentro de você: conforto imediato.

Na prática, o comer emocional pode surgir quando você sente:

Tristeza acumulada.
Ansiedade que não desacelera.
Tensão no trabalho.
Solidão.
Culpa.
Cansaço mental.
Ou até um vazio que você não consegue explicar.

A comida, então, vira descanso.
Vira distração.
Vira anestesia.

Mas o alívio dura pouco. Depois, vem a culpa, e o ciclo se repete.

A psicologia entende que esse comportamento não é sobre comida.
É sobre emoções que ainda não foram compreendidas ou reguladas.

Na terapia, você aprende a:

Identif**ar o que realmente está por trás da vontade de comer.
Nomear e entender suas emoções.
Construir estratégias de regulação emocional mais saudáveis.
Criar uma relação mais consciente e menos punitiva com a alimentação.

A mudança não começa tirando alimentos.
Começa reconhecendo sentimentos.

Se você percebe que tem buscado conforto na comida com frequência, saiba que você não está sozinha. Existe um caminho possível para retomar o equilíbrio emocional e alimentar, sem culpa e sem autocrítica.

Se você quiser dar o primeiro passo, estou aqui para te ajudar.

Hoje fazem dois anos que eu perdi a minha pessoa favorita. A saudade chegou com força, e ao invés de fugir, eu me permit...
25/11/2025

Hoje fazem dois anos que eu perdi a minha pessoa favorita. A saudade chegou com força, e ao invés de fugir, eu me permiti sentir. Acolhi cada lembrança, cada falta.

A saudade me lembrou do tamanho da minha gratidão por ter tido um pai tão especial. Minha maior referência. Foi dele que herdei o sorriso fácil e a fé nas pessoas.

No processo de luto, há dias em que estamos voltados para reparar, outros para reconstruir. Hoje, eu me voltei para o meu amor por ti, pai. E esse amor segue sendo casa, mesmo na ausência.

É nos momentos mais dolorosos da vida que entendemos o valor da saúde mental. Eu sofri muito, mas hoje caminho mais forte e com o desejo de honrar a vida de quem tanto amei.
E é esse cuidado comigo que torna possível transformar dor em signif**ado.

Antes de qualquer coisa, cuida da tua saúde física, mental e espiritual. A vida inevitavelmente nos atravessa com momentos dolorosos e quando eles chegarem, que você esteja nutrida da própria potência para atravessar, sustentar e renascer. 💜

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