Fisioterapeuta Pélvica Daniele Varela

Fisioterapeuta Pélvica Daniele Varela A Fisioterapia Pélvica, engloba a uroginecologia, obstetrícia, coloproctologia, sexologia e algias. Seja bem vinda á minha página!

Apaixonada pela fisioterapia pélvica, levo a cada paciente, dedicação, despreendimento, disciplina e determinação no tratamento. Meu intuito é levar até vocês o conhecimento dos músculos do assoalho pélvico.

Sono, hormônios e saúde pélvica têm mais relação do que parece.Quando o sono é fragmentado, com várias interrupções ao l...
25/08/2026

Sono, hormônios e saúde pélvica têm mais relação do que parece.

Quando o sono é fragmentado, com várias interrupções ao longo da noite, o corpo sente. Mesmo quando a quantidade total de horas parece suficiente, esse tipo de sono pode deixar o organismo mais em alerta.

Um estudo publicado no “Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism”, mostrou que a fragmentação do sono em mulheres aumentou o cortisol ao deitar e enfraqueceu a resposta de cortisol ao acordar.

E isso importa porque o cortisol é um hormônio ligado ao estresse.

Quando o corpo vive em alerta, ele não responde da mesma forma. O humor muda, o desejo pode mudar, a lubrificação pode mudar e a percepção corporal também pode mudar.

A pelve participa dessa conversa.

Um corpo mais tenso pode ter mais dificuldade de relaxar e coordenar a musculatura, inclusive o assoalho pélvico. Em algumas mulheres, isso pode aparecer como tensão, desconforto, sensação de peso ou alterações urinárias.

Antes de pensar em treinar ou fortalecer, vale entender o que sua pelve está sentindo hoje.

É pra isso que existe o e-book, O Mito do Pompoarismo: para te ajudar a reconhecer os sinais do seu tônus íntimo com mais clareza, antes de qualquer exercício.

Link na bio.






O que eu acho elegante?Uma mulher que começa a entender o próprio corpo.Que escuta os sinais antes de transformar descon...
21/08/2026

O que eu acho elegante?
Uma mulher que começa a entender o próprio corpo.

Que escuta os sinais antes de transformar desconforto em rotina.
Que entende que prazer, pelve, assoalho pélvico e saúde íntima também fazem parte do cuidado com ela mesma.

Elegância também está na forma como uma mulher conhece e cuida do próprio corpo. Em trocar vergonha por conhecimento.

Em perceber que saúde íntima não precisa ser escondida, evitada ou deixada para depois.

Conhecer a própria região íntima não é vulgar.
Se tocar com respeito não é errado.
Buscar informação não é exagero.
É autocuidado. É consciência. É saúde.

Se você quer começar a entender melhor sua pelve, sua saúde íntima e os sinais do seu corpo, os e-books estão disponíveis no link da bio.






A experiência me ensinou que cuidar vai muito além de tratar sintomas.É sobre escutar, compreender e olhar para cada pes...
20/08/2026

A experiência me ensinou que cuidar vai muito além de tratar sintomas.

É sobre escutar, compreender e olhar para cada pessoa de forma individual.

Na Fisioterapia Pélvica, ciência e sensibilidade caminham juntas, e é assim que escolho exercer a minha profissão todos os dias.



Você só olha para sua região íntima quando algo incomoda?Muitas mulheres nunca foram ensinadas a observar a própria v***...
18/08/2026

Você só olha para sua região íntima quando algo incomoda?
Muitas mulheres nunca foram ensinadas a observar a própria v***a, perceber mudanças ou reconhecer como a musculatura do assoalho pélvico responde.

Por isso, o cuidado muitas vezes só começa quando surgem dor, ardência, desconforto, insegurança ou um corrimento diferente do habitual.

Mas conhecer o próprio corpo também é saúde.
Olhar a v***a com um espelho, sem julgamento e sem comparação, ajuda você a reconhecer o que é habitual no seu corpo.

Perceber internamente se a musculatura contrai, relaxa ou permanece tensa também faz parte desse processo.
Isso não é vulgar.
Não é errado.
Não é motivo de vergonha.
É percepção corporal.

Antes de pensar em Kegel, pompoarismo ou fortalecimento, existe uma pergunta importante: você realmente conhece a sua pelve?

Autoconhecimento não substitui uma avaliação profissional e não serve para fazer autodiagnóstico. Ele ajuda você a perceber mudanças e procurar orientação quando necessário.

Alguém já ensinou você a observar e perceber essa região?
Comente SIM ou NÃO. Quero conhecer a sua experiência.

Salve este post e compartilhe com outra mulher que também precisa trocar vergonha por informação.

Nos e-books disponíveis no link da bio, você encontra conteúdos para compreender sua pelve e cuidar da saúde íntima com mais consciência.






Flatos vaginais ainda são um assunto cercado de vergonha, mas não deveriam ser.Aquele barulho de ar que pode acontecer d...
15/08/2026

Flatos vaginais ainda são um assunto cercado de vergonha, mas não deveriam ser.

Aquele barulho de ar que pode acontecer durante a relação, em alguns exercícios ou em determinadas posições costuma deixar muitas mulheres constrangidas ou inseguras.

Mas é importante entender:
Flato vaginal não é falta de higiene.
Não é “pum”.
E não significa, por si só, que exista algum problema.

Na maioria das vezes, acontece simplesmente pela entrada e saída de ar no canal vaginal durante os movimentos.

Quando se torna muito frequente ou causa incômodo, porém, vale observar. Em alguns casos, pode estar associado à função e à coordenação do assoalho pélvico, especialmente após mudanças corporais, como no pós-parto, ou durante determinados exercícios.

E aqui está um ponto importante: cuidar da pelve não significa contrair mais.
O assoalho pélvico precisa de força quando necessário, mas também de relaxamento, percepção e coordenação para responder adequadamente aos movimentos do corpo.

Quer entender melhor seu corpo e cuidar da sua saúde íntima com mais consciência?
Acesse o link da bio e conheça os e-books disponíveis.




Você sente alguma coisa diferente na região pélvica, mas pensa: “não chega a ser uma dor… então deve ser normal”?Nem sem...
08/08/2026

Você sente alguma coisa diferente na região pélvica, mas pensa: “não chega a ser uma dor… então deve ser normal”?
Nem sempre.

Peso no baixo ventre, pressão na pelve, tensão íntima, desconforto na relação ou aquela sensação incômoda que aparece e desaparece também podem ser sinais importantes.

E existe algo que eu gostaria que mais mulheres soubessem:
você não precisa esperar doer muito para prestar atenção no seu corpo.
Também não significa que a solução seja começar a fazer exercícios ou contrair mais o assoalho pélvico.
Primeiro, precisamos entender o que está acontecendo.

Quando acontece?
Tem relação com a menstruação?
Piora depois do treino?
Aparece na relação sexual?
Muda com o intestino ou a bexiga?

Seu padrão diz muita coisa.
Comece observando seus sinais.

Tem um checklist gratuito no link da bio para te ajudar nesse primeiro olhar.

📌 Salve este post para lembrar deles.

↗️ Envie para uma mulher que vive dizendo “isso deve ser normal”.





Você já ouviu alguém dizer:“Faz exercícios de Kegel que melhora.”Essa orientação parece simples, mas nem sempre é a mais...
07/08/2026

Você já ouviu alguém dizer:
“Faz exercícios de Kegel que melhora.”
Essa orientação parece simples, mas nem sempre é a mais adequada.

Os exercícios de Kegel, o pompoarismo e a fisioterapia pélvica envolvem a musculatura do assoalho pélvico, porém não têm o mesmo objetivo.

Enquanto os exercícios de Kegel trabalham a contração e o relaxamento muscular, o pompoarismo desenvolve a percepção e o controle dessa musculatura.

Já a fisioterapia pélvica começa por uma avaliação individualizada para entender como essa musculatura está funcionando e definir a melhor conduta.
Isso é importante porque algumas mulheres precisam fortalecer, outras precisam aprender a relaxar e muitas precisam melhorar a coordenação muscular.

Cada corpo tem uma necessidade diferente.
Esse é um dos temas que explico no e-book O Mito do Pompoarismo, disponível no link da bio.

Você já sabia que essas três abordagens têm propostas diferentes? Conta aqui nos comentários.






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