Renata Camargo

Renata Camargo Psicóloga com Doutorado em Adolescência
Criadora das Mães P**a

ABERTAS as inscrições para o curso dos 7
PERIGOS DA ADOLESCÊNCIA! Psicóloga Clínica

08/09/2026

Seu filho entrou no primeiro ano do ensino médio e parece que “largou” os estudos? Respira: isso faz parte.

No ensino fundamental, os professores davam a mão o tempo todo. No ensino médio, essa mão some — e agora ele precisa fazer a parte dele. É normal se angustiar, achar que não vai dar conta e até dar uma largada. Mas a gente não pode deixar que ele se perca ali.

O que você pode fazer como mãe?
Conter a angústia e mostrar que cada ação tem uma reação. Sem organização, sem estudo, sem a parte dele — não tem resultado.

O que você não pode fazer?
Antecipar as escolhas e pressionar para ele decidir já o curso superior. Isso atrapalha muito mais do que ajuda.

Essa é a resposta de uma das caixas de perguntas que abro semanalmente. Se você também tem essas dúvidas, me segue que eu respondo aqui, toda semana. 💬

Uma adolescente teve crises de agressividade tão graves que colocaram em risco a segurança da própria família. A família...
04/09/2026

Uma adolescente teve crises de agressividade tão graves que colocaram em risco a segurança da própria família.

A família buscou ajuda. Mas quando a situação exigiu internação especializada, a rede pública não tinha vaga disponível para atendimento infantojuvenil naquela região.

Foi preciso o Ministério Público entrar na Justiça para garantir tratamento particular, custeado pelo Estado.

Depois do período de internação, ela melhorou. As crises diminuíram, o sono se regularizou, e hoje ela segue em acompanhamento com uma equipe multiprofissional, em regime de atendimento diurno.

O caso é de Minas Gerais, mas o cenário se repete em várias regiões do país: falta leito, falta serviço especializado para crianças e adolescentes em crise.

Famílias percorrem um caminho longo, muitas vezes judicial, para conseguir o que deveria estar disponível desde o início.
Uma crise dessa intensidade raramente surge do nada.

Antes da agressividade grave, quase sempre existem sinais menores, mudanças de comportamento, isolamento, irritabilidade, que se intensif**am aos poucos. Sinais que passam despercebidos, ou que a família tenta lidar sozinha até não dar mais conta.

Casos como esse mostram por que buscar ajuda antes da crise se instalar faz toda diferença, tanto no tratamento quanto no acesso a ele.

Conhece alguém que precisa ler isso agora? Compartilha esse post com essa pessoa.

03/09/2026

Estar em tratamento não é o mesmo que estar seguro. 🧠

Muitos pais acreditam que, quando o filho começa a tomar medicação e faz terapia, o trabalho está feito. Mas o tratamento é um processo vivo — e ele precisa ser avaliado de perto.

A medicação está na dose certa? A terapia está gerando mudanças reais? O adolescente está evoluindo ou apenas “sobrevivendo” ao dia a dia?

Acompanhar não é desconfiar do profissional. É cuidar. É a diferença entre acreditar que está tudo bem e confirmar que está tudo bem.

E quando há qualquer sinal de risco de vida, não é mais tempo de esperar. É hora de agir, buscar outra avaliação, outro olhar. Nenhum protocolo substitui o que se percebe em casa.

Esses são temas que eu abro toda semana aqui nas caixas de perguntas. Se você quer acompanhar e tirar suas dúvidas de forma segura e acolhedora, me segue — toda semana tem um novo espaço para você. 👇

Uma “terapeuta” com 7 anos de experiência. Diploma pela Imperial College London. Mais de 45 mil pessoas atendidas.Nada d...
28/08/2026

Uma “terapeuta” com 7 anos de experiência. Diploma pela Imperial College London. Mais de 45 mil pessoas atendidas.
Nada disso existia.

Emilie era um bot de inteligência artificial, criado dentro de uma plataforma de chatbots, fingindo ser uma profissional licenciada. E ela não é a única.

Existem milhares como ela, disponíveis 24 horas, respondendo qualquer coisa que alguém pergunte sobre o que sente.

Hoje, quase 1 em cada 5 adolescentes já conversou com IA sobre saúde mental. Quase metade faz isso todo mês. Faz sentido: o chatbot está sempre ali, não julga, responde na hora.

O problema é o que f**a de fora dessa conversa. Um chatbot não identif**a risco. Não percebe quando um “estou bem” esconde outra coisa.

Não sabe diferenciar tristeza passageira de um quadro que precisa de atenção.

Em 2023, um adolescente de 13 anos morreu por suic*dio depois de meses conversando com um chatbot desse tipo. A família processou a empresa.

Estados americanos já estão criando leis para regular esse tipo de ferramenta.

O Brasil ainda não tem nada parecido. Enquanto isso, quem decide o quanto seu filho vai confiar numa IA como confidente é ele próprio, sozinho, no quarto.

A questao não é proibir. É saber que essa conversa está acontecendo, e abrir espaço para ser você a primeira pessoa que ele procura, antes do celular.

Você já parou para perguntar pro seu filho se ele conversa com alguma IA sobre o que sente?

27/08/2026
26/08/2026

A ansiedade faz parte da adolescência. Ela não é o inimigo — é um sinal de que algo precisa de atenção.

O que a gente precisa é ensinar o adolescente a reconhecer o que está sentindo e a regular essa emoção no dia a dia. A medicação entra em cena em um momento muito específico: quando essa ansiedade desregula a ponto de produzir um transtorno que compromete a vida dele. Antes disso, o caminho é acolhimento, escuta e estratégias práticas.

Quer aprender a lidar com a ansiedade e com todas as outras emoções que dificultam a passagem pela adolescência? Então me segue — toda semana eu abro as caixas de perguntas nos stories para responder as dúvidas de vocês, mães e profissionais. 🧠

24/08/2026

Sexualidade não tem hora marcada: tem o momento certo — quando seu filho demonstra interesse. Sem atropelar a fase, sem julgar.

Toda semana abro a caixinha de perguntas aqui para vocês tirarem suas dúvidas sem medo.

Segue pra acompanhar. 🧠

20/08/2026

Amizade em trio quase sempre termina do mesmo jeito: dois viram dupla e um f**a de lado. E quando isso acontece, o que a gente faz? A gente não protege o filho do mundo — a gente amplia o mundo dele. Incentivar várias amizades, vários grupos, vários ambientes de convivência é o que garante que ele nunca fique sozinho.

Mas atenção: o nosso estímulo faz toda a diferença. Quando o adolescente percebe que socializar é algo que a gente valoriza e estimula em casa, ele encara isso não como uma cobrança, mas como uma habilidade de vida. E é assim que ele cresce confiante para construir as próprias relações na adolescência. 🧠



Se você é mãe ou pai de adolescente e quer aprender como apoiar essa fase com base na psicologia, me segue aqui — toda semana tem conteúdo novo pra gente.

17/08/2026

Seu filho pode estar sendo excluído por um grupo e você nem percebeu.

A exclusão não grita — ela acontece no silêncio, no convívio que adoece. E é aí que muitos pais só descobrem… quando já virou sofrimento.

Nosso papel é manter o olhar atento: ajudar o adolescente a lidar com os grupos que ele consegue sustentar e, quando não houver saída, dar a ele a segurança para trocá-los.

Proteger é, ao mesmo tempo, ensinar a buscar ajuda e não deixar a crueldade passar despercebida.

Se você quer aprender a perceber esses sinais antes que virem dor, me segue — toda semana trago dicas práticas para ajudar seus filhos. 🧠

Essa foto representa o amor do pai que eu escolhi para os meus filhos. E, sem dúvida nenhuma, foi a minha melhor escolha...
09/08/2026

Essa foto representa o amor do pai que eu escolhi para os meus filhos. E, sem dúvida nenhuma, foi a minha melhor escolha.
Porque pai não é só quem está presente nos dias bons — é quem está ali todos os dias, com paciência, com carinho, com cuidado. É quem transforma o simples em inesquecível e faz cada momento em família virar memória.
Ver o brilho nos olhos dos meus filhos quando olham para você me faz ter certeza: eu escolhi certo. Escolhi alguém que os ama, que os protege e que é o melhor exemplo que eles poderiam ter.
Feliz Dia dos Pais Lê.
Obrigada por ser tudo isso e muito mais.
❤️❤️❤️

Endereço

Porto Alegre, RS

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