George Mello

George Mello Dr. George Mello Neiva Nunes CRM-RS 52.158 TEOT 15.436. Cirurgia de Ombro e Cotovelo / Medicina do Esporte. Www.georgemello.com

Ouvir que você precisa ir ao ortopedista geralmente causa um certo pânico. A maioria dos pacientes entra no consultório ...
04/06/2026

Ouvir que você precisa ir ao ortopedista geralmente causa um certo pânico. A maioria dos pacientes entra no consultório achando que vai sair com o braço imobilizado, proibido de praticar o esporte que gosta ou direto para a mesa de cirurgia.

Mas a medicina mudou.

O foco da ortopedia moderna e da medicina do esporte não é engessar a sua rotina, mas investigar a biomecânica do seu corpo para mantê-lo em movimento com segurança. Nós queremos tratar a falha na engrenagem antes que ela quebre de vez.

Qual desses fatos do carrossel mais te surpreendeu?

George Mello Neiva Nunes
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02/06/2026

Tomar um analgésico e seguir a vida parece a solução mais rápida para aquela fisgada no ombro, certo?

O problema é que enquanto você ignora a dor, o seu tendão sofre um efeito dominó silencioso:
1. A inflamação cronif**a: O tendão perde a sua capacidade de cicatrização natural.
2. O tecido enfraquece.
3. O risco de ruptura dispara: O que era apenas uma inflamação se torna uma "corda por um fio". Qualquer esforço maior pode arrebentar o tendão de vez.

A dor nunca é a sua inimiga, ela é um aviso de que o seu corpo precisa.

Se você precisa mascarar a dor do ombro ou cotovelo todos os dias para conseguir trabalhar ou treinar, pare de remediar. Busque um diagnóstico preciso antes que o problema exija o centro cirúrgico.

George Mello Neiva Nunes
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Você está deitado na cama ou no sofá, rolando o feed por um longo tempo, com os cotovelos bem dobrados. De repente, o se...
28/05/2026

Você está deitado na cama ou no sofá, rolando o feed por um longo tempo, com os cotovelos bem dobrados. De repente, o seu dedo mindinho e o dedo anelar começam a formigar e a lateral da sua mão f**a dormente.

Isso não é um problema de "má circulação". É um problema mecânico.

Atrás do seu cotovelo passa uma estrutura importantíssima chamada Nervo Ulnar. Ele é aquele mesmo nervo que, quando você bate a ponta do cotovelo na quina da mesa, dá aquele choque terrível que vai até a mão.

Esse nervo passa por um canal muito estreito. Quando você dobra o cotovelo além de 90 graus para segurar o celular perto do rosto, você estica e comprime esse nervo contra o osso.

Se você faz isso todos os dias, por horas seguidas, aquela dormência temporária pode inflamar o nervo e se transformar em uma condição chamada Síndrome do Túnel Cubital. O que era apenas um formigamento noturno passa a ser uma dor constante no cotovelo, acompanhada pela perda de força na mão.

A solução para o dia a dia: Tente não manter os cotovelos totalmente flexionados (dobrados) por muito tempo. Apoie os braços em almofadas para manter um ângulo mais aberto (obtuso) e faça pausas frequentes para esticar os braços.

O seu corpo avisa quando a mecânica está errada através da dor e do formigamento. Se a dormência já virou rotina, não espere a perda de força aparecer para investigar a sua articulação.

George Mello Neiva Nunes
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"Ah, doutor... passou dos 40 anos, é assim mesmo, né? A gente tem que se acostumar com a dor." Eu escuto essa frase quas...
26/05/2026

"Ah, doutor... passou dos 40 anos, é assim mesmo, né? A gente tem que se acostumar com a dor." Eu escuto essa frase quase todos os dias no consultório. E a minha resposta é sempre a mesma: não, você não tem que se acostumar.

Existe um mito cultural muito forte de que a dor articular é um "pedágio" obrigatório que pagamos por envelhecer. Muitas pessoas começam a perder qualidade de vida, param de fazer as atividades que gostam e aceitam o desconforto diário simplesmente porque acreditam que "é da idade".

Mas a verdade é que o corpo não foi feito para viver com dor o tempo todo.

É natural que as nossas articulações passem por mudanças com o tempo. No entanto, se o seu ombro ou cotovelo dói a ponto de limitar movimentos básicos do seu dia a dia, como pegar um objeto em uma prateleira mais alta, vestir uma blusa ou colocar o cinto de segurança, isso não é apenas a idade batendo na porta.

Isso é o seu corpo acendendo um sinal de alerta de que algo na estrutura precisa de atenção.

A dor crônica não deve ser normalizada. O lado bom é que, com a avaliação médica correta, podemos entender a verdadeira causa desse desconforto e buscar o melhor caminho para devolver a sua autonomia.

A longevidade só faz sentido se vier acompanhada de qualidade de vida e movimento livre. Não deixe que a sua idade seja uma desculpa para conviver com a dor.

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Não é impressão sua: o inverno começou e parece que aquela dor antiga ou aquele incômodo no ombro e no cotovelo resolver...
21/05/2026

Não é impressão sua: o inverno começou e parece que aquela dor antiga ou aquele incômodo no ombro e no cotovelo resolveram aparecer com mais força nos dias frios.

Mas por que o nosso corpo parece prever a mudança do tempo? A explicação para esse fenômeno é puramente física e comportamental, e acontece por alguns motivos simples:
Contração involuntária: Quando sentimos frio, a nossa reação natural é encolher os ombros e tensionar os braços para tentar manter o corpo aquecido. Passar horas com a musculatura contraída dessa forma gera uma sobrecarga e uma rigidez nas articulações, "acordando" dores que estavam quietas.
Menos movimento: Nos dias mais frios, a tendência é diminuirmos o ritmo e f**armos mais quietos. O movimento é o que mantém as nossas articulações lubrif**adas e flexíveis. Quando nos mexemos menos, as estruturas tendem a f**ar mais rígidas, aumentando a sensação de desconforto.
Sensibilidade ao clima: Mudanças na temperatura e na pressão do ar podem influenciar sutilmente os tecidos do nosso corpo, fazendo com que locais que já sofreram algum tipo de desgaste ou inflamação no passado fiquem temporariamente mais sensíveis.

O frio não causa uma lesão nova, mas ele é um excelente "amplif**ador" de sinais. Se o seu ombro ou cotovelo estão reclamando mais do que o normal nesta época, encare isso como um lembrete de que a sua estrutura precisa de um cuidado especial.

Mantenha o corpo aquecido, faça alongamentos leves e, se o incômodo persistir mesmo após o inverno passar, não deixe de investigar a causa com uma avaliação adequada.
Você também sente o frio bater direto nas suas articulações?

George Mello Neiva Nunes
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A sua rotina de trabalho não deveria ser sinônimo de dor crônica.É muito comum associarmos lesões no ombro apenas a acid...
19/05/2026

A sua rotina de trabalho não deveria ser sinônimo de dor crônica.

É muito comum associarmos lesões no ombro apenas a acidentes graves ou esportes intensos. Mas a verdade é que o seu escritório (ou home office) também pode ser um ambiente de risco para as suas articulações.

Trabalhar o dia todo com os ombros "encolhidos", o monitor na altura errada e os braços sem apoio cria uma tensão diária enorme. O corpo até tenta se adaptar, mas com o tempo, essa repetição causa atrito e inflamação, desencadeando as famosas bursites e tendinites ocupacionais.

O maior erro que vemos acontecer é o paciente tentar ignorar esse aviso. Ele toma um analgésico de manhã, vai trabalhar e segue a vida. O problema é que, sem investigar a causa e ajustar os hábitos, uma inflamação inicial se torna crônica e começa a limitar até os movimentos mais simples.

Se o seu corpo está sempre "pesado" no final do expediente e o seu ombro já reclama na hora de colocar o cinto de segurança do carro na volta para casa, é hora de parar e investigar.

Ajustar a sua ergonomia e buscar orientação médica no início do problema é o que garante a sua qualidade de vida a longo prazo.

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"Doutor, a minha ressonância apontou uma lesão. Eu vou precisar operar?" Essa é a dúvida que mais gera ansiedade nos pac...
14/05/2026

"Doutor, a minha ressonância apontou uma lesão. Eu vou precisar operar?" Essa é a dúvida que mais gera ansiedade nos pacientes. Mas a verdade é que nem todo rompimento é igual.

Na ortopedia, a conduta muda completamente dependendo se a sua lesão é Parcial ou Transfixante.

Não existe "receita de bolo" ou tratamento padrão. Existe o tratamento certo para a anatomia exata da sua lesão.

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Segundo Dia das Mães — e o primeiro com nossa princesa nos braços.Feliz Dia das Mães para essa mãe sensacional,  , de qu...
10/05/2026

Segundo Dia das Mães — e o primeiro com nossa princesa nos braços.

Feliz Dia das Mães para essa mãe sensacional, , de quem tenho o orgulho de ser esposo.
Um ano de muito aprendizado, marcado pelo surgimento de uma nova e extraordinária Nina — em sua melhor versão (clichê, mas a mais pura verdade).
Não canso de agradecer a Deus por ter colocado mulheres tão maravilhosas na minha vida.

Minha mãe, , minha rainha, que me ensinou a respeitar e valorizar todas as mulheres. Obrigado — te amo mais que tudo.

Minha sogra, .m.neiva , que a cada dia se torna uma segunda mãe e está sempre ao nosso lado.

Obrigado por serem mães sensacionais — perfeitamente imperfeitas.
Um beijo a todas as mães!

Ser mãe é carregar uma responsabilidade imensa. Mas muitas vezes, esquecemos que esse "peso" não é apenas emocional. Ele...
09/05/2026

Ser mãe é carregar uma responsabilidade imensa. Mas muitas vezes, esquecemos que esse "peso" não é apenas emocional. Ele é físico, diário e exaustivo.

Desde o primeiro dia de vida do seu filho, a sua rotina exige força: é o colo por horas a fio de madrugada, o bebê-conforto desajeitado, a postura tensa durante a amamentação e, mais tarde, o verdadeiro malabarismo para segurar a criança com um braço e as sacolas com o outro.

Toda essa sobrecarga contínua recai diretamente sobre os seus ombros e cotovelos.

Não é à toa que tantas mães chegam ao consultório sofrendo silenciosamente com bursites agudas, tendinites e crises de epicondilite. A grande maioria acha que sentir dor é o "normal" do cansaço materno e acaba negligenciando a própria saúde para não parar a rotina da casa.

Neste Dia das Mães, o meu recado como ortopedista é um pouco diferente: você não precisa carregar essa dor.

Nós sabemos que você faria qualquer sacrifício pelo bem-estar da sua família. Mas cuidar da sua própria saúde não é um luxo ou um ato de egoísmo, é uma necessidade. Você só consegue dar o seu melhor colo, brincar e participar ativamente da vida dos seus filhos quando o seu corpo está saudável e sem limitações.

Cuidar de você também é cuidar de quem você ama. Não normalize viver com dor. Um Feliz Dia das Mães para todas as mulheres que carregam o mundo, todos os dias, nos ombros. ❤️

George Mello Neiva Nunes
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Todos os dias, ouço histórias diferentes, mas a forma como a dor articular se manifesta costuma seguir um padrão muito c...
07/05/2026

Todos os dias, ouço histórias diferentes, mas a forma como a dor articular se manifesta costuma seguir um padrão muito claro.

Se você sofre com dor no ombro ou no cotovelo, é muito provável que você já tenha dito (ou pensado) alguma dessas frases:
1. "Doutor, eu não consigo dormir à noite." Essa é a queixa número um. A dor noturna, aquela que piora quando você deita e te faz acordar de madrugada procurando posição, é um sinal clássico de inflamações ativas.
2. "Meu braço travou, não consigo alcançar a prateleira." A perda da amplitude de movimento, ter dificuldade para vestir uma jaqueta, pentear o cabelo ou colocar o cinto de segurança, é o alerta máximo de que a articulação está sofrendo um bloqueio mecânico ou que há uma ruptura de tendão.
3. "Dói para segurar uma xícara de café." Aquela queimação na lateral do cotovelo que irradia para o braço ao digitar, usar o mouse ou segurar objetos leves. Muitos acham que é fraqueza, mas geralmente é o famoso "Cotovelo de Tenista" (Epicondilite), causado por sobrecarga e repetição.
4. "Meu ombro parece que está solto." Comum em atletas e jovens. A sensação de que a articulação vai "sair do lugar" em determinados movimentos indica instabilidade, um desgaste nas estruturas que deveriam manter o ombro firme.

O que todas essas queixas têm em comum? Elas mostram que o corpo ativou um sistema de alarme. A dor articular limitante nunca é "normal da idade" ou "só um mau jeito". Ela indica que a mecânica da sua articulação está falhando.

Continuar forçando o movimento e mascarando o sintoma com analgésicos só acelera o desgaste. Se alguma dessas frases faz parte do seu dia a dia, o seu corpo está pedindo ajuda.

Não normalize a dor que rouba a sua qualidade de vida.
George Mello Neiva Nunes
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