16/06/2026
Por que a restauração do seu paciente insiste em cair? 💧
Você planeja o caso perfeitamente, usa o melhor sistema adesivo do mercado, isola de forma absoluta, mas, pouco tempo depois, o paciente volta ao consultório com a restauração solta, a lente de contato descolada ou com novas lesões de cárie ativa. Frustrante, não é?
Quando a técnica e os materiais são impecáveis, a resposta para essas falhas repetitivas costuma estar no microambiente oral — mais especificamente, na saliva.
Alterações na taxa de fluxo salivar (hipossalivação) ou na capacidade tampão alteram drasticamente o pH da boca. O resultado?
Falha na adesão: Ambientes cronicamente ácidos ou com alteração de umidade comprometem a longevidade de resinas e cerâmicas.
Cárie de início rápido: Sem a proteção e a remineralização natural da saliva, o índice de cárie dispara, mesmo em pacientes com boa higiene.
Desconforto e estomatites: Próteses que não param e mucosas constantemente irritadas.
Como podemos resolver isso juntos?
Para descobrir o que está acontecendo antes de refazer o trabalho, o caminho ideal é a Sialometria (a análise quantitativa e qualitativa da saliva).
Como especialista, realizo a avaliação salivar completa do seu paciente, identifico o perfil de risco e devolvemos o equilíbrio ao ambiente bucal. Assim, o seu tratamento ganha a previsibilidade e a durabilidade que você planejou.
Se você tem um caso desafiador no consultório e suspeita de alterações salivares, conte comigo para o diagnóstico.
📥 Colega dentista, envie uma mensagem no direct ou clique no link da bio para entender como funciona o protocolo de encaminhamento e análise de sialometria.