Maria Fernanda Kraus - Ergonomia e Produtos Terapêuticos

Maria Fernanda Kraus - Ergonomia e Produtos Terapêuticos Eu cuido do Ser Humano, desde sempre, na ergonomia e na terapia. Sou quem ouve, acolhe, maneja, estuda, conduz, ensina e Prende. Eu sou holistica, e embasada.

Sou Terapeuta- mais que verbal, corporal, mais que corporal, espirutual. Marca tua sessão!

Essas fotos foram feitas depois de uma sessão on-line.A chamada já tinha terminado.A câmera estava desligada.A pessoa se...
05/08/2026

Essas fotos foram feitas depois de uma sessão on-line.

A chamada já tinha terminado.
A câmera estava desligada.
A pessoa seguiu o dia dela.

E eu fiquei ali por alguns minutos.
Não porque eu estivesse cansada.
Mas porque eu sempre preciso de um tempo para organizar tudo o que escutei. No on-line, ou no presencial, é assim!

Cada história que chega até mim carrega anos de silêncio.

Anos tentando ser forte.
Anos ouvindo que era exagero.
Anos acreditando que precisava dar conta de tudo sozinha.

Às vezes, quem está sentado na minha frente não precisa, primeiro, de uma resposta.

Precisa descobrir como é ser escutado sem ser interrompido.

Como é ser visto sem precisar provar o próprio sofrimento.

Como é ser acolhido sem ouvir um “isso passa”.

É por isso que esse carrossel existe.

Porque talvez você já tenha dito, mesmo que só dentro de você:

“Ninguém me escuta.”

“Ninguém me vê.”

“Ninguém me acolhe.”

“Ninguém me ajuda.”

“Ninguém me entende.”

E eu queria te contar uma coisa.

Durante um tempo, a terapia empresta aquilo que a vida nem sempre ofereceu.

Um espaço seguro.
Uma presença constante.
Um olhar sem julgamento.

Até que, aos poucos, você começa a construir isso dentro de si.

O dia mais bonito do meu trabalho não é quando alguém diz:
“Você mudou a minha vida.”

É quando essa pessoa percebe que já consegue fazer por si o que, antes, esperava desesperadamente dos outros.

Quando ela aprende a se escutar.

A se acolher.

A se compreender.

E descobre que pode ser, finalmente, a própria casa.

É por isso que eu faço o que faço.

Não para ser indispensável na vida de alguém.

Mas para que, um dia, essa pessoa descubra que nunca esteve tão distante de si quanto imaginava e que sempre existiu um caminho de volta. 😉

Pela visão corporal, o organismo aprende essa lógica. O corpo permanece em estado de alerta, como se precisasse estar se...
20/07/2026

Pela visão corporal, o organismo aprende essa lógica. O corpo permanece em estado de alerta, como se precisasse estar sempre preparado para uma nova privação. Relaxar torna-se perigoso. Receber nunca parece suficiente. Há uma tensão constante, um impulso para acumular, reter, compensar.

Sob uma perspectiva sistêmica, muitos desses excessos não começaram conosco. Herdamos formas de sobreviver da nossa família. Filhos de quem passou fome podem desenvolver dificuldade em desperdiçar. Descendentes de pessoas abandonadas podem viver relacionamentos de dependência. O sistema familiar transmite estratégias que um dia protegeram alguém, mas que hoje podem aprisionar.

A grande questão é que toda compensação exagerada revela uma ferida que ainda pede cuidado.

A cura não está em trocar um extremo pelo outro. Está em construir uma experiência interna de suficiência.

É permitir que o corpo descubra que o perigo passou.

É olhar para a própria história com respeito, sem permanecer preso a ela.

É reconhecer que hoje você pode escolher diferente.

Porque quem encontra presença não precisa viver de excessos.

Quando a falta é elaborada, o excesso deixa de ser conforto… e o equilíbrio finalmente passa a ser um lugar seguro.

Reconhecer estes pontos, é o primeiro passo@para mudança!

Você vive, em qual falta?

Herdamos muito mais do que traços físicos. Herdamos formas de amar, de nos proteger, de silenciar, de sentir medo e de e...
17/07/2026

Herdamos muito mais do que traços físicos. Herdamos formas de amar, de nos proteger, de silenciar, de sentir medo e de enfrentar a vida.

Na infância, tudo o que recebemos se torna referência. A criança não interpreta; ela incorpora. Frases, olhares, ausências e afetos moldam a forma como enxergamos a nós mesmos e ao mundo. E, sem perceber, acabamos transmitindo adiante aquilo que um dia recebemos.

É assim que muitos padrões atravessam gerações. Não porque alguém queira ferir, mas porque cada um oferece aquilo que tem. Pais também foram filhos. Também carregaram suas dores, limitações e recursos. Fizeram o melhor que puderam com a consciência que tinham.

Por isso, permanecer culpando os pais nos mantém presos ao passado. Enquanto eles ocupam o lugar de culpados, deixamos de assumir a responsabilidade pelo que escolhemos manter hoje.

Na perspectiva sistêmica, acolher nossos pais como eles são nos devolve força. E a psicanálise nos lembra que aquilo que não ganha consciência tende a se repetir. O incômodo, o bloqueio e o sintoma não são castigos; são convites para despertar.

A culpa não é dos teus pais. Mas a responsabilidade pela tua vida é tua.

Hoje, você é adulto. Pode olhar para a sua história, ressignif**ar o que viveu e construir novas formas de existir. O passado explica muito, mas não precisa definir o teu futuro.

Tomar as próprias rédeas é deixar de viver por repetição e começar a viver por escolha.

Te identif**a?
Bora lá desconstruir isso. Você não precisa engolir, se esconder, e nem brigar o tempo todo por espaço. O caminho do meio, é possível! 🤍

Vivemos muitas vezes projetando um futuro perfeito como condição para sermos felizes.“Quando eu tiver isso, vou estar re...
16/07/2026

Vivemos muitas vezes projetando um futuro perfeito como condição para sermos felizes.

“Quando eu tiver isso, vou estar realizada.”
“Quando eu for daquela forma, quando alcançar aquele lugar, quando tudo estiver organizado, aí sim vou conseguir descansar.”

E, sem perceber, entregamos a nossa vida para uma promessa de amanhã, enquanto deixamos de enxergar tudo aquilo que já existe no hoje.

A realização não está apenas no destino. Ela também mora no caminho que você percorreu até aqui. Nas escolhas que fez, nas dores que atravessou, nas vezes que precisou se reconstruir e continuar.

Talvez o que falta não seja conquistar mais. Talvez seja reconhecer.

Reconhecer a pessoa que você já se tornou.

Existem padrões que repetimos por anos sem perceber: a necessidade de agradar, o medo de decepcionar, a busca por aprovação, o perfeccionismo, a tentativa de controlar tudo para não sentir insegurança.

São formas que um dia encontramos para nos proteger. Mas que, quando não olhamos para elas, podem nos afastar da nossa essência.

O desafio não é negar esses padrões. É ter coragem de enxergá-los e assumir que eles fazem parte da nossa história, mas não definem quem somos.

Você não é o seu medo.
Você não é a sua história passada.
Você não é aquilo que esperam de você.

Você é presença.
Você é escolha.
Você é movimento.

Você pode construir novos caminhos, transformar, recomeçar.

Mas, pelo teu bem, não se desconecte do único lugar onde a vida realmente acontece:

o aqui e o agora.

Volta para ti.
Honra o caminho que já percorreu.
A vida real talvez não seja perfeita, mas é nela que a sua verdadeira transformação acontece.

Se precisar de ajuda para enxergar ou percorrer este caminho, em presença, eu estou aqui pra ti! 🙏🏼
Juntas(os)!

15/07/2026

Quando a função se desfaz ou muda, o padrão aparece!
Pode fazer diferente, você é livre!

😉

Nem toda culpa signif**a que você está errando. Às vezes, ela só mostra que você começou a deixar de viver para atender ...
08/07/2026

Nem toda culpa signif**a que você está errando. Às vezes, ela só mostra que você começou a deixar de viver para atender às expectativas dos outros.

A máscara protegeu você em algum momento. Mas talvez ela já não esteja protegendo… apenas impedindo que sua essência respire.
Libertar-se nem sempre agrada quem se acostumou com a sua adaptação. Ainda assim, vale a pena escolher a verdade.

Se bateu aí, coloca um coração nos comentários e compartilha com quem precisa ler isso, hoje! 😉

01/07/2026

Você não reage apenas ao presente. Muitas vezes, reage ao que o seu corpo aprendeu no passado.

Quando uma emoção f**a congelada, ela vira padrão. Você pensa demais, reage além do necessário e perde a conexão com o próprio sentir.

Na terapia corporal, descontraímos essas memórias registradas no corpo, permitindo que você responda à vida com mais presença, liberdade e espontaneidade.

Se você percebe que vive repetindo as mesmas reações, clique no link da bio e me chame. Vai ser uma honra caminhar com você nesse processo.

Endereço

Porto Alegre, RS

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