Psicóloga Clínica Porto Alegre - Rosangela Martins

Psicóloga Clínica Porto Alegre - Rosangela Martins Psicologa Clínica Porto Alegre Especialista em Psicololgia Clínica
Psicoterapia à Adolescentes e Adultos

Acreditamos, mesmo que de forma inconsciente, que devemos salvar o outro de sua condição, aliviando seu sofrimento . Há ...
28/08/2026

Acreditamos, mesmo que de forma inconsciente, que devemos salvar o outro de sua condição, aliviando seu sofrimento . Há um sentimento onipotente implícito neste querer: a dificuldade em reconhecer que existem limites para aquilo que podemos fazer por quem amamos.
Rosângela Martins
Psicóloga
CRP 07/05917
www.rosangelapsicologa.com

Han através  da sua escrita: Louvor à terra, nos leva ao contato com a natureza, ao sublime e a um outro formato de temp...
16/08/2026

Han através da sua escrita: Louvor à terra, nos leva ao contato com a natureza, ao sublime e a um outro formato de tempo.
Nos convida através de sua experiência, aprender novamente a olhar, esperar e simplesmente estar, recuperando uma relação mais sensível com o mundo e consigo mesmo.
Rosângela Martins
Psicóloga
CRP 07/05917
Tel 51 98337.4242
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Parabéns à todos os pais suficientemente bons! 🩷
09/08/2026

Parabéns à todos os pais suficientemente bons! 🩷

Através desta função a criança é apresentada a um mundo com regras e com limites.A função paterna possibilita um movimen...
13/07/2026

Através desta função a criança é apresentada a um mundo com regras e com limites.
A função paterna possibilita um movimento essencial de passagem da dependência absoluta da mãe para o caminho de construção de uma identidade própria.
Para Lacan a função paterna é um significante que rompe a relação fusional entre mãe e filho, desconstruindo a fantasia de completude. O indivíduo se depara com falta. Estranhamento necessário para despertar o pensamento, o desejo e a entrada na ordem simbólica. Não se refere a repressão, mas uma vez separado da fantasia de unificação com a mãe inaugura-se a possibilidade de existir como sujeito
Rosângela Martins
Psicologa
CRP 07/05917
F 51 98337.4242
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A era da informação também é a era da ilusão de conhecimento.Antes, o conhecimento deixava rastros; Anos de estudo. Cons...
10/06/2026

A era da informação também é a era da ilusão de conhecimento.
Antes, o conhecimento deixava rastros;
Anos de estudo.
Construção gradual de uma ideia.
Artigos.
Pesquisas.

Nunca foi tão fácil parecer profundo.
Frases bonitas.
Vídeos emocionantes.
Carrosséis impecáveis.
Hoje, uma postagem pode ser criada em segundos.
Mas aparência e conhecimento não são a mesma coisa
Rosângela Martins
Psicologa
CRP 07/05917
F 51 98337.4242
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Feliz dia das mães a todos que sabem amar, acolher e cuidar! 🌷🩷🌹🩷🌷❤️
10/05/2026

Feliz dia das mães a todos que sabem amar, acolher e cuidar! 🌷🩷🌹🩷🌷❤️

Diante do desejo que não se realiza, o sujeito encontra um limite — e todo limite convoca a experiência da falta. Esse e...
09/04/2026

Diante do desejo que não se realiza, o sujeito encontra um limite — e todo limite convoca a experiência da falta. Esse encontro pode causar frustração, tristeza, inveja, raiva e sensação de inadequação. A questão não é evitar esses afetos, mas pensar nos destinos que lhes damos.

Não há um momento da vida em que estejamos completamente protegidos da falta, da perda, da castração. O que varia é a forma como cada sujeito consegue simbolizar essa falta. O trabalho analítico não promete suprimir a falta.
Ele possibilita:

- reconhecer limites sem caos narcísico

- suportar a frustração sem necessitar da ação como descarga

- transformar angústia em palavra

Rosângela Martins
Psicóloga
CRP 07/05917
F 51 98337.4242
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26/02/2026
Na angústia, há a sensação de que o espaço psíquico é estreito demais para o que se sente. Ela rompe as distrações do co...
28/01/2026

Na angústia, há a sensação de que o espaço psíquico é estreito demais para o que se sente. Ela rompe as distrações do cotidiano e impõe uma presença intensa, difícil de evitar.
A angústia também é vivida no corpo: algo aperta o peito, sufoca, desespera. Não se trata apenas de um estado mental, mas de uma experiência que atravessa o sujeito fisicamente.
Ela surge quando o sujeito se aproxima de algo verdadeiro em si que está sendo ameaçado — algo que pode desorganizá-lo psiquicamente. Diferente do medo, cuja ameaça é externa e possui uma causa específica, na angústia a ameaça é interna.

Freud, em um primeiro momento, compreendia a angústia como ligada a conteúdos reprimidos. Mais tarde, reformula essa ideia e passa a entendê-la como uma reação do ego diante da ameaça de perder algo essencial: o amor do outro, a proteção, a identidade, o controle ou até o próprio sentido de existir.
Muitas vezes, a pessoa angustiada não está perdendo algo de fato, mas vive sob a sensação constante de que pode perder. Nesse estado, nenhuma saída lhe parece viável.

A angústia é, portanto, um sinal de que algo essencial em nós pede escuta, algo que precisa ser revisto ou elaborado. Quando compreendida, sua intensidade pode diminuir; quando ignorada, ela tende a se repetir.
Rosângela Martins
Psicóloga
F 51 98337.4242

“uma flor que dura apenas uma noite nem por isso nos parece menos bela.” FreudSobre a finitude da vidaTudo que amamos e ...
13/01/2026

“uma flor que dura apenas uma noite nem por isso nos parece menos bela.” Freud
Sobre a finitude da vida

Tudo que amamos e construímos vive sob a sombra do fim.
Para muitas pessoas, essa consciência provoca uma angústia mais constante . Sabemos racionalmente que somos finitos, mas para nos sentirmos mais seguros construimos a fantasia da continuidade, do controle e do depois.

Próximo à Primeira Guerra Mundial, Freud caminhou com o poeta Rilke pelos campos das Dolomitas. Rilke lastimava a passagem do tempo o que lhe impedia que aproveitasse a beleza da vida.
Esta conversa entre eles deu origem a um texto escrito por Freud e publicado em 1916 - Sobre a Transitoriedade.
Para Freud, a beleza efêmera não perde sentido por acabar — ela ganha urgência e significado por isso.
Para Freud a recusa em aceitar a transitoriedade nasce do luto antecipado.
“ é por que recusa seu fim inevitável que o sujeito se imagina imune ao tempo que passa.” Dayan
Como forma de proteção, Rilke se apega aos objetos não aceitando a fluidez da vida.
O tempo é concebido neste texto como uma força exterior ao homem capaz de roubar o que ele ama e mostrar-lhe o quanto são efêmera as coisas que ele toma por imutáveis .
“ possibilidade sempre aberta, indeterminada, porém absolutamente certa.” Jõ Gondar

Ao mesmo tempo, essa dimensão dramática também dá à vida um valor especial. A finitude dá peso às escolhas, profundidade aos afetos e um brilho às experiências.
Aprendemos a medir o valor dos nossos dias quando percebemos que cada momento é também uma pequena despedida
A finitude nos aproxima do simples. Quando o tempo é curto, a fruta tem mais sabor, um sorriso se torna mais importante, a natureza se torna mais bela e muitos dos excessos perdem seu valor.
Rosângela Martins
Psicóloga
CRP 07/05917
51 98337.4242

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