Erica Brandt -Psicoterapeuta

Erica Brandt -Psicoterapeuta São Judas Tadeu / UNIPAZ/RJ, graduada em Psicologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras-CEUB, em Brasília, turma 1976.

https://inforempresa.com.br/brandterica
Sou Erica Brandt, psicóloga, 49 anos atuando na psicoterapia clinica, minha abordagem é a Psicoterapia Integrativa Transpessoal, com formaçao em Deep Memory Process - DMP (Regressao de Memoria Profunda). Formação: Psicologia Transpessoal pelo Centro de Educação Superior de Blumenau – CESBLU em convênio com a ALUBRAT (Associação Luso Brasileira Transpessoal),

MBA em Gestão de Projeto com Abordagem Holística Transdisciplinar pela Fac. Membro do CIT - Colégio Internacional dos Terapeutas, acolhida em 05 de outubro de 2000, tendo solicitado desligamento em novembro de 2014. Formação em "DMP – Deep Memory Process", Programa de Treinamento Profissional em Regressão de Memória Profunda com Roger Woolger – WOOLGER TRAINING BRASIL; formação em técnicas psico-corporais Radix e ”Terapeutas Transformadores” com Dr. Octávio Rivas Solis (México); Terapia Refocalizadora e Terapia de Casal com Dr. Franco Del Casale (Argentina); aprendiz da turma piloto da FHB/UNIPAZ em Brasília no período de 1989/1990 e organizadora durante dez anos dos seminários do filósofo holandês Robert Happé em Porto Alegre/RS (1990/2000). Participou do corpo docente da UNIPAZ/RJ, Rio de Janeiro, no curso de pós-graduação de “Formação Holística de Base com Abordagem Transdisciplinar” na qualidade de facilitadora do módulo “A Arte na Abordagem Transdisciplinar”; da UNIPAZ/SUL em Porto Alegre na formação “Cuidar do Ser”, no módulo “Sentimentos e Emoções” e do curso de Psicologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras –CEUB, Brasília, na disciplina “Teorias e Técnicas Psicoterápicas”. Psicoterapeuta e assessora institucional com mais de trinta anos de atuação. Desenvolve seminários, workshops e retiros focados na expansão da consciência e melhor qualidade de vida. Criadora e focalizadora da Dinâmica a "A Jornada de Jonas", esse apresentado em Évora, Portugal, no VI Congresso Internacional da ALUBRAT em novembro de 2008; dos programas "Você vive na Caverna ou sob o Céu Estrelado", "Espírito Criativo e Poder Pessoal", "Integração Coração e Mente", "Gerando e Concebendo Consciência" e dos retiros "Oceano Interior e as Conchas da Consciência", estes desenvolvidos em Porto Alegre, Torres/RS e Criciúma/SC. Juramento dos graduandos em Psicologia - turma de 1976
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras do Distrito Federal

"Pela minha fé e pela minha honra assumo, perante Deus e os Homens, o compromisso de exercer minha profissão fiel aos preceitos de sua ética, com firmeza e honestidade de propósitos. Respeitarei a verdade e a dignidade na minha vida e na minha arte, prometendo de mim dar o melhor para elevar a criatura humana, buscando sempre a união entre os homens e os povos." Contato:
(51) 98156.4567
(51) 99988.9551
E-mail: [email protected]

SÉRIE 60+ | CONSCIÊNCIA E MATURIDADEO QUE AINDA DESEJA FLORESCER EM VOCÊ?Depois de reconhecer aquilo que já podemos deix...
03/09/2026

SÉRIE 60+ | CONSCIÊNCIA E MATURIDADE

O QUE AINDA DESEJA FLORESCER EM VOCÊ?

Depois de reconhecer aquilo que já podemos deixar para trás, uma nova pergunta se apresenta:

O que faremos com o espaço que se abriu?

Durante muito tempo, aprendemos que há um tempo para estudar, trabalhar, construir uma família, cuidar dos outros e cumprir responsabilidades.

E podemos chegar à maturidade acreditando que o tempo das grandes descobertas ficou para trás.

Mas será mesmo?

Talvez, agora, a pergunta mais importante não seja:

“O que ainda falta fazer?”

Mas:

“O que ainda está vivo em mim e pede expressão?”

Pode ser um projeto adiado, uma capacidade que nunca encontrou espaço, um conhecimento que deseja ser compartilhado ou simplesmente uma maneira mais livre e autêntica de viver.

E nem todo florescimento precisa ser grandioso ou visível.

Às vezes, florescer significa descansar sem culpa.

Aprender a dizer não.

Permitir-se receber depois de uma vida inteira oferecendo.

Voltar a estudar.

Criar.

Ensinar.

Amar de outra maneira.

Ou começar algo simplesmente porque nos faz bem.

Na maturidade, não começamos do zero.

Começamos da experiência.

Levamos conosco aquilo que aprendemos, superamos, transformamos e compreendemos ao longo do caminho.

Por isso, florescer agora não significa tentar voltar a ser quem fomos.

É permitir que apareça aquilo que somente a mulher que nos tornamos poderia fazer nascer.

Talvez ainda existam sementes dentro de nós que não estavam atrasadas.

Apenas aguardavam a estação certa.

E talvez a pergunta da segunda metade da vida não seja:

“Quanto tempo ainda tenho?”

Mas:

“O que desejo fazer florescer no tempo que tenho?”



Erica Brandt
Psicoterapeuta Integrativa • Moduladora Informacional

Olhar • Sentir • Compreender • Integrar • Agir • Expandir

Para reflexão

O que existe em você, ainda vivo e pulsante, esperando espaço para florescer?

SÉRIE | ESPIRITUALIDADE ENCARNADAVivendo o sagrado em tempos de grande transição.QUANDO O MUNDO ACELERA, A CONSCIÊNCIA P...
02/09/2026

SÉRIE | ESPIRITUALIDADE ENCARNADA
Vivendo o sagrado em tempos de grande transição.

QUANDO O MUNDO ACELERA, A CONSCIÊNCIA PRECISA APROFUNDAR

Vivemos um tempo de mudanças rápidas, excesso de informações e estímulos que disputam continuamente nossa atenção.

Diante de tanta aceleração externa, podemos acabar fazendo exatamente o contrário do que este tempo nos pede:

acelerar por fora e nos fragmentar por dentro.

Talvez um dos grandes desafios espirituais da atualidade seja não permitir que a velocidade do mundo determine a qualidade da nossa presença.

Em tempos de grande transição, não precisamos apenas saber mais.

Precisamos discernir melhor.

Espiritualidade Encarnada não significa encontrar respostas para todas as incertezas, mas desenvolver condições interiores para atravessar o que vier sem perder o próprio centro.

A oração pode nos recolher.
A meditação pode nos silenciar.
O conhecimento pode ampliar nossa compreensão.

Mas é na vida cotidiana que descobrimos quanto desse aprendizado realmente se tornou consciência.

Conseguimos sentir medo sem entregar a ele a direção das nossas escolhas?

Preservamos nossa humanidade diante de quem pensa diferente de nós?

Espiritualizar-se não é afastar-se da realidade.

É estar profundamente presente nela sem permitir que o ruído exterior nos desconecte do nosso centro.

Quanto mais o mundo acelera,
mais precisamos aprofundar raízes.

Quanto maior a fragmentação,
maior o compromisso com a integração.

Talvez nossa tarefa espiritual, em tempos de grande transição, não seja prever o mundo que virá.

Seja tornar-nos consciência suficiente para habitá-lo.

E, enquanto ele se transforma:

não acrescentar mais medo ao mundo,
mas oferecer-lhe mais consciência.

— Erica Brandt
Psicoterapeuta Integrativa
Moduladora Informacional

A ARTE DE CONSTRUIR RELAÇÕES CONSCIENTESPorque toda relação começa dentro de nós.POST 8 — NEM TUDO O QUE SINTO PRECISA V...
31/08/2026

A ARTE DE CONSTRUIR RELAÇÕES CONSCIENTES

Porque toda relação começa dentro de nós.

POST 8 — NEM TUDO O QUE SINTO PRECISA VIRAR UMA REAÇÃO

Sentir é humano.

Transformar imediatamente o que sentimos em ação é outra coisa.

Em uma relação, uma palavra, um silêncio, um olhar ou uma atitude podem despertar emoções intensas.

E, às vezes, reagimos antes mesmo de compreender o que aconteceu dentro de nós.

Atacamos.
Cobramos.
Nos defendemos.
Nos fechamos.
Ou nos afastamos.

Depois, percebemos que nossa reação carregava muito mais do que aquele momento.

É aí que a consciência abre um espaço precioso:

entre a emoção que surge e a atitude que escolhemos.

A emoção não é inimiga.

Ela informa sobre medos, necessidades, limites e feridas.

Precisa ser reconhecida — não obedecida automaticamente.

Posso sentir raiva sem agredir.

Medo sem controlar.

Insegurança sem exigir provas constantes de amor.

Tristeza sem transformar o outro no responsável por toda a minha dor.

Isso é autorregulação emocional.

Não significa reprimir o que sentimos.

Significa permanecer diante da emoção tempo suficiente para perguntar:

“O que está acontecendo dentro de mim antes que eu responda ao que está acontecendo entre nós?”

Às vezes, uma pequena pausa interrompe uma repetição antiga.

Respirar.
Perceber o corpo.
Nomear a emoção.
Reconhecer o que foi tocado.

E então escolher como responder.

É nesse intervalo que recuperamos algo essencial:

liberdade de escolha.

Relações conscientes não são construídas por pessoas que nunca se desorganizam emocionalmente.

São construídas por pessoas que aprendem a reconhecer quando isso acontece, responsabilizar-se pelo que fazem com aquilo que sentem e retornar ao diálogo.

Entre sentir e agir existe um espaço.
É nele que o amor pode deixar de repetir o passado e começar a construir algo novo.

— Erica Brandt
Psicoterapeuta Integrativa | Moduladora Informacional

31/08/2026

ESTAMOS PREPARADOS PARA O IMPREVISÍVEL?

Agosto termina deixando uma pergunta que talvez não tenha resposta fácil.

Ao longo deste mês, acontecimentos inesperados, em diferentes lugares do mundo, tocaram emoções, interromperam rotinas e lembraram, mais uma vez, que nem tudo está sob nosso controle.

E diante do imprevisível, quem somos?

Conhecemos suficientemente nossas emoções para acolher o medo, a insegurança e a sensação de impotência sem sermos dominados por eles?

Conseguimos manter presença e discernimento quando aquilo que parecia seguro deixa de ser?

E há ainda uma pergunta maior:

somos capazes de interromper nossos próprios afazeres para perceber quem, ao nosso lado, precisa de suporte?

Estamos aqui para aprender a nos relacionar conosco, com o outro e com a própria vida — inclusive quando ela não acontece como planejamos.

Talvez estar preparado para o imprevisível não signifique ter respostas para tudo.

Signifique desenvolver recursos internos para atravessar o que não podemos controlar sem perder nossa humanidade.

Que possamos fortalecer a presença, a consciência, a solidariedade e a capacidade de cuidar uns dos outros.

Deixo meu abraço fraterno à população de Ceuta, do Nepal e a todas as pessoas que, neste momento, enfrentam situações difíceis.

E deixo também um abraço a você que me acompanha.

Que, diante dos seus próprios desafios, encontre dentro de si recursos para atravessá-los — e, quando necessário, mãos dispostas a caminhar ao seu lado.

Porque talvez não possamos estar preparados para tudo o que acontecerá.
Mas podemos nos preparar interiormente para a maneira como iremos responder.

— Erica Brandt
Psicoterapeuta Integrativa
Moduladora Informacional

27 DE AGOSTO | DIA DO PSICÓLOGOHá profissões que escolhemos.E há aquelas que, de algum modo, também nos escolhem.Muitas ...
27/08/2026

27 DE AGOSTO | DIA DO PSICÓLOGO

Há profissões que escolhemos.
E há aquelas que, de algum modo, também nos escolhem.

Muitas vezes, a vocação para cuidar da vida psíquica não nasce apenas dos livros, das teorias ou da formação acadêmica.

Ela pode começar muito antes.

Em algum encontro com a dor.
Em uma perda, uma ruptura, uma experiência familiar ou diante de uma realidade social que nos revelou o quanto o ser humano pode sofrer quando perde a conexão consigo mesmo, com o outro e com o sentido de sua existência.

Para muitos psicólogos, algo vivido, testemunhado ou profundamente percebido transforma-se, ao longo do tempo, em uma pergunta:

O que fragmenta o ser humano — e o que pode ajudá-lo a se reintegrar?

Talvez aí esteja uma das raízes mais profundas desta profissão.

Transformar sensibilidade em escuta.
Experiência em compreensão.
Conhecimento em responsabilidade.
E presença em possibilidade de transformação.

Ser psicólogo não é retirar do outro a sua dor, nem oferecer respostas prontas.

É sustentar um espaço ético e humano no qual aquilo que estava confuso possa ser compreendido; o que estava silenciado possa encontrar palavra; e o que estava fragmentado possa buscar novos caminhos de integração.

E esse cuidado ultrapassa o indivíduo.

Onde existem pessoas, existem vínculos, famílias, grupos, organizações e instituições que também podem adoecer em suas relações e reproduzir sofrimento.

Por isso, cuidar da saúde psíquica é também cuidar da qualidade humana das relações e dos espaços que construímos coletivamente.

Neste 27 de agosto, minha homenagem aos profissionais que colocam conhecimento, escuta, ética e humanidade a serviço de uma das tarefas mais delicadas do nosso tempo:

ajudar o ser humano a reencontrar inteireza onde a vida produziu fragmentação.

Feliz Dia do Psicólogo!

Erica Brandt
Psicoterapeuta Integrativa

SÉRIE: ESPIRITUALIDADE ENCARNADAVivendo o sagrado em tempos de grande transição.EM CADA NASCIMENTO, HÁ UMA MORTEHá momen...
26/08/2026

SÉRIE: ESPIRITUALIDADE ENCARNADA
Vivendo o sagrado em tempos de grande transição.

EM CADA NASCIMENTO, HÁ UMA MORTE

Há momentos em que a vida não nos pede uma escolha entre o certo e o errado.

Pede que reconheçamos o que já terminou.

Em cada novo nascimento da consciência, algo precisa morrer: uma antiga identidade, uma crença, uma expectativa, uma forma de se relacionar ou um modo de viver que um dia nos protegeu, mas já não corresponde a quem estamos nos tornando.

No processo de individuação, crescer também é reconhecer essas mortes simbólicas.

E é justamente aí que pode surgir a angústia:

Estou fazendo a escolha certa?
E se eu estiver errando?

Nem sempre a vida oferece garantias. Há escolhas cujo sentido só se revela depois que temos coragem de atravessá-las.

Talvez a maturidade da consciência esteja menos em saber se uma escolha será “boa” ou “ruim” e mais em perguntar:

Esta escolha corresponde à consciência que sou hoje?
Ela favorece vida, verdade e inteireza em mim?
Ou preserva aquilo que tenho medo de deixar morrer?

Espiritualidade encarnada também é reconhecer quando um ciclo se completou, honrar o que ele nos ofereceu e permitir que termine.

Sem negar a história.
Sem transformar o passado em erro.
Sem exigir do futuro garantias.

Porque há finais que não representam fracasso.

Representam espaço. Espaço para que algo mais consciente possa nascer.

Talvez a vida se torne mais fluida não quando desaparecem as incertezas, mas quando aprendemos a atravessá-las sem abandonar a nós mesmos.

Há uma vida que só pode começar quando consentimos em finalizar aquilo que já cumpriu seu propósito.

— Erica Brandt
Psicoterapeuta Integrativa | Moduladora Informacional

A ARTE DE CONSTRUIR RELAÇÕES CONSCIENTESPorque toda relação começa dentro de nós.NEM TUDO O QUE DÓI COMEÇOU NESTA RELAÇÃ...
24/08/2026

A ARTE DE CONSTRUIR RELAÇÕES CONSCIENTES

Porque toda relação começa dentro de nós.

NEM TUDO O QUE DÓI COMEÇOU NESTA RELAÇÃO

Às vezes, uma palavra machuca mais do que esperávamos.

Um silêncio parece abandono.
Uma discordância é sentida como rejeição.
Uma necessidade de espaço é interpretada como falta de amor.

Mas será que estamos respondendo apenas ao que acontece agora?

Cada pessoa chega a uma relação trazendo sua história afetiva: experiências de cuidado e desamparo, confiança e decepção, pertencimento e rejeição.

Por isso, algumas situações do presente podem tocar lugares emocionais muito mais antigos.

O parceiro pode acionar uma ferida que não foi ele quem criou.

Perceber isso não significa justificar comportamentos inadequados nem retirar a responsabilidade do outro.

Significa desenvolver discernimento para diferenciar:

o que está acontecendo entre nós agora
e o que esse acontecimento despertou da minha história.

Sem essa consciência, podemos cobrar provas constantes de amor, controlar para não sentir insegurança, atacar antes de sermos feridos ou nos afastar antes que alguém possa nos abandonar.

Aquilo que um dia nos protegeu pode, hoje, dificultar a intimidade que desejamos construir.

O autoconhecimento abre outra possibilidade:

“Isso que aconteceu entre nós me afetou, mas percebo que também tocou algo antigo em mim.”

E uma pergunta pode transformar nossa maneira de nos relacionarmos:

“Estou respondendo à pessoa que está diante de mim ou a alguém que minha história ainda mantém dentro de mim?”

Relacionamentos conscientes não apagam o passado.

Impedem que o passado continue decidindo a maneira como amamos no presente.

Conhecer a própria história é não obrigar o outro a repeti-la.

— Erica Brandt
Psicoterapeuta Integrativa | Moduladora Informacional

22/08/2026

"Pequenos Ensinamentos que Você Encontra na Natureza."

QUANDO O VENTO CHEGA, A ÁRVORE DANÇA

Há momentos em que a natureza não apenas se move.
Ela parece nos ensinar.

O vento atravessa as copas das araucárias e, por alguns instantes, elas parecem dançar em círculo.

As raízes permanecem.
Os troncos sustentam.
Mas as copas se permitem mover.

Talvez exista aí uma sabedoria importante para nós.

Ao longo da vida, aprendemos que precisamos ser fortes.
Mas, algumas vezes, confundimos força com rigidez.

Queremos permanecer firmes diante das mudanças, das incertezas, dos ventos inesperados.

E a natureza nos mostra outro caminho:

é possível estar profundamente enraizado
e, ainda assim, permitir-se mover.

A árvore não luta contra cada rajada.
Também não abandona suas raízes.

Ela responde ao vento com flexibilidade.

Talvez amadurecer seja também aprender essa dança:

saber o que em nós precisa permanecer
e o que precisa acompanhar o movimento da vida.

Porque nem todo vento vem para nos derrubar.

Alguns chegam apenas para nos ensinar
uma nova maneira de dançar.

— Erica Brandt
Psicoterapeuta Integrativa
Moduladora Informacional

SÉRIE 60+ | CONSCIÊNCIA E MATURIDADEO QUE VOCÊ JÁ PODE DEIXAR PARA TRÁS?Chega um momento da vida em que amadurecer já nã...
20/08/2026

SÉRIE 60+ | CONSCIÊNCIA E MATURIDADE

O QUE VOCÊ JÁ PODE DEIXAR PARA TRÁS?

Chega um momento da vida em que amadurecer já não significa acrescentar.

Significa também retirar.

Retirar pesos.

Expectativas.

Culpas antigas.

Necessidades de aprovação.

Responsabilidades que assumimos por todos.

Papéis que cumprimos por tanto tempo que quase esquecemos quem éramos antes deles.

Durante a vida, aprendemos a carregar.

Carregamos histórias familiares, compromissos, preocupações, perdas, sonhos que não aconteceram e até versões antigas de nós mesmas.

Algumas dessas experiências nos fortaleceram.

Outras já cumpriram sua função.

Mas nem sempre percebemos quando chegou a hora de soltá-las.

E talvez uma das grandes sabedorias da maturidade seja justamente esta:

compreender que honrar o passado não significa continuar carregando tudo o que veio dele.

Podemos agradecer pelo que vivemos sem permanecer presas ao que terminou.

Podemos amar alguém sem assumir sua vida.

Podemos reconhecer nossos erros sem continuar nos punindo.

Podemos compreender nossa história familiar sem repetir todos os seus padrões.

Podemos mudar de ideia sem negar quem fomos.

E podemos encerrar ciclos sem considerar que fracassamos.

Há coisas que precisam ser integradas.

Outras precisam ser transformadas.

E algumas simplesmente precisam ser deixadas para trás.

A segunda metade da vida pode nos oferecer uma oportunidade preciosa:

viajar mais leves.

Não porque nossa história tenha desaparecido, mas porque finalmente aprendemos a distinguir aquilo que faz parte de nós daquilo que apenas estivemos carregando.

Talvez hoje a pergunta não seja apenas:

“O que ainda quero construir?”

Mas também:

“O que já não preciso levar comigo?”

Porque abrir espaço também é uma forma de crescer.

E, algumas vezes, o próximo capítulo da nossa vida só consegue começar quando nossas mãos já não estão ocupadas segurando o que terminou.


Erica Brandt
Psicoterapeuta Integrativa • Moduladora Informacional

Olhar • Sentir • Compreender • Integrar • Agir • Expandir

Para reflexão:
Se você pudesse deixar hoje um único peso para trás, qual

19/08/2026

SÉRIE | ESPIRITUALIDADE ENCARNADA
Vivendo o sagrado em tempos de grande transição.

ASSUNÇÃO — QUANDO A CONSCIÊNCIA SE ELEVA

Ao longo dos séculos, grandes artistas buscaram representar um dos mistérios mais profundos da tradição cristã: a Assunção de Maria.

Contemplar essas obras é mais do que admirar sua beleza.

É permitir que a imagem nos faça uma pergunta:

O que, em nós, também precisa se elevar?

A elevação da consciência não significa afastar-se da vida, do corpo ou da realidade.
Ao contrário.

Significa aprender a viver o cotidiano a partir de um lugar interior mais amplo — onde nossas escolhas deixam de ser conduzidas apenas pelo medo, pela reação, pelo julgamento e pelos condicionamentos.

Maria, elevada ao Céu em corpo e alma, pode ser contemplada também como uma poderosa imagem de integração.

Nada precisa ser abandonado.
Tudo pode ser transformado.

O humano não é negado pelo espiritual.
É atravessado por ele.

Talvez esse seja um dos grandes convites deste tempo:

não fugir da Terra em busca do Céu, mas permitir que algo do Céu se manifeste através de nós na Terra.

Expandir a consciência é elevar a qualidade daquilo que pensamos, sentimos, escolhemos e oferecemos ao mundo.

Neste mês de agosto, em que a tradição cristã reverencia a Assunção de Nossa Senhora, que a beleza dessas obras nos recorde:

toda verdadeira ascensão interior começa quando o sagrado encontra espaço para encarnar em nossa maneira de viver.

— Erica Brandt
Psicoterapeuta Integrativa
Moduladora Informacional

Endereço

Centro Da Consciência E Nutrição: Rua: Antenor Lemos, 127/02 Bairro: Menino Deus
Porto Alegre, RS
90850-100

Horário de Funcionamento

Terça-feira 08:00 - 12:00
15:00 - 19:00
Quarta-feira 08:00 - 12:00
15:00 - 19:00
Quinta-feira 08:30 - 11:30
15:00 - 19:00

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