Jr. Souza - Psicoterapia Psicanalítica

Jr. Souza - Psicoterapia Psicanalítica Psicólogo & Psicanalista especialista no acompanhamento psicoterapêutico para TDAH, Transtornos de Ansiedade, Transtornos Depressivos e Autoconhecimento.

Acompanhamento Terapêutico (AT), Clínico Presencial e On-line! 😉✨

23/07/2026

A maior preocupação de saúde do mundo não é mais o câncer. De acordo com o levantamento global da Ipsos (2025), realizado com mais de 23 mil pessoas em 31 países, a saúde mental assumiu o primeiro lugar como a maior preocupação de saúde da população mundial, com 45% dos entrevistados.

No Brasil, esse número é ainda mais alarmante: 52% dos brasileiros apontam a saúde mental como sua principal preocupação. Os dados são preocupantes. Em 2024, o Brasil registrou 472 mil afastamentos do trabalho por transtornos mentais, o maior número da série histórica do INSS. A Organização Mundial da Saúde revela que mais de 1 bilhão de pessoas no mundo convivem com algum transtorno mental, sendo a depressão e a ansiedade as condições de maior prevalência.

Sobretudo, o que me leva a refletir nessa questão é me perguntar sobre o que está por trás desses números e principalmente, sobre que eles revelam desse modelo de vida que aderimos?

Freud, em "O mal-estar na civilização" (1930), já nos alertava que viver em sociedade, lidar com suas exigências e renunciar a parte de nossos desejos gera, inevitavelmente, sofrimento.

O que vivemos hoje é o reflexo amplificado dessa tensão: uma sobrecarga emocional que se acumula até o ponto de ruptura.

O sintoma não é o inimigo. Ele é a voz do seu inconsciente pedindo passagem. É a única forma que a mente tem de dizer que algo não vai bem, que você precisa parar, e se atentar sobre o que está vivendo. Se você tem se sentido sobrecarregado, ansioso, deprimido ou simplesmente perdido no "olho desse furacão", saiba que você não está sozinho nessa!

Aqueles números não são apenas estatísticas. São pessoas reais, como você, que precisaram de ajuda e encontraram! É hora de olhar para dentro e cuidar de quem é mais importante: você mesmo!

—Junior L. Souza--
*Psicólogo Clínico de Orientação Psicanalítica.
*Especialista em Psicoterapia para casos de TDAH, Transtornos de Ansiedade e Transtornos Depressivos.
*Atendimento de adolescentes, adultos e idosos em modalidade presencial e on-line.

*Contato: WhatsApp — (51) 9.8401-6948

10/07/2026

O nosso "eu" não é exatamente o senhor em sua própria casa. Um dos maiores desafios da subjetividade contemporânea é: o inconsciente na era digital.

Quando Freud formulou o conceito de narcisismo primário, ele apontou que a libido inicialmente se volta para o próprio eu. Na contemporaneidade, no entanto, esse narcisismo ganha uma nova e potente roupagem algorítmica. Vivemos sob o que o filósofo Byung-Chul H. denomina como "sociedade do desempenho", onde nos tornamos os nossos próprios exploradores, presos em um ciclo de autovigilância e cobrança incessante por likes e validação externa.

Essa hiperconectividade transforma a nossa psique em um palco de exibicionismo constante. Sucumbimos a uma fragmentação da nossa identidade diante dos espelhos virtuais das redes sociais. Vivenciamos a materialização de um "estágio do espelho" digital, onde construímos uma imagem idealizada e perfeita, nos alienando de nossos verdadeiros desejos e conflitos.

J. Lacan nos ensinou que "o inconsciente é estruturado como uma linguagem". Hoje, essa linguagem é mediada por máquinas, algoritmos e dados, criando o que podemos chamar de um inconsciente digital. Somos constantemente convocados a responder a esse Outro digital, moldando nossos afetos e comportamentos para agradar a platéia invisível da internet.

Como Christian Dunker alerta, as redes sociais geram uma "macrocefalia egóica", pois o ego cresce sem a verdadeira referência do outro, que é fundamental para regular as nossas fantasias e desejos.

Frente a esse cenário de exaustão psíquica e ansiedade exacerbada, a psicanálise se mostra mais urgente do que nunca. A psicoterapia oferece o espaço ideal e fundamental para ressignificarmos a nossa relação com a tecnologia, permitindo que o desejo e a singularidade possam emergir novamente, para além das estatísticas e da performance esperada.

Me diz aí: como tem lidado com a sua imagem no espelho digital?

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Junior L. Souza
Psicólogo Clínico de orientação Psicanalítica.

Atendimento de adolescentes, adultos e idosos em modalidade presencial e online.

Para agendamento de consultas e outras informa

23/06/2026

"Ser psicanalista é como ser uma superfície onde o outro se reflete, não como imagem estática, mas como fluxo, permitindo que as sombras ganhem contorno e os vazios sejam nomeados."

Jr. L. Souza

Seja bem vindo, Junho! Faça psicoterapia! 🌻🌾.. Junior L. Souza Psicólogo Clínico de Orientação Psicanalítica CRP 07/3315...
01/06/2026

Seja bem vindo, Junho!
Faça psicoterapia! 🌻🌾
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Junior L. Souza
Psicólogo Clínico de
Orientação Psicanalítica
CRP 07/33157

Agendamentos de consultas e outras informações pelo whatsapp: (51) 9.8401-6948
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24/05/2026

Você já parou para pensar que o verdadeiro domínio sobre sua vida começa no controle da sua própria mente?

A psicanálise nos e ensina que somos regidos por forças muito mais profundas do que imaginamos: o inconsciente! Jung sabiamente disse: "Até que você torne o inconsciente consciente, ele direcionará sua vida e você o chamará de destino." Essa vasta e misteriosa parte de nós é a verdadeira orquestradora de nossas emoções, pensamentos e ações.
Ela molda nossa realidade, muitas vezes sem que percebamos. É por isso que, ao mergulharmos no autoconhecimento e compreendermos as dinâmicas do nosso mundo interno, tomamos as rédeas de nossas vidas, podendo ditar, decisivamente, onde queremos chegar.

Pouco se fala sobre a grandiosa importância do autoconhecimento. A influência da mente humana vai além do comportamento; ela se manifesta diretamente no corpo físico.
A psicossomática, um campo intrinsecamente ligado à psicanálise, explora de maneira conflitos emocionais e traumas não resolvidos podem se traduzir em adoecimento físico. Nosso corpo, muitas vezes, fala o que a mente tenta calar, sendo o resultado direto de nossas batalhas internas. Compreender essa interconexão é fundamental para uma saúde integral.

Já ouviu falar em Parapsicologia?
A Parapsicologia é o campo de estudo que investiga os fenômenos "psi" — eventos que sugerem uma interação entre a mente e ambiente que ainda não explicado pelas leis físicas ou biológicas conhecidas.
Em resumo, ela foca em dois grandes pilares: percepção Extrassensorial (PES) e a Psicocinese (PK).

A parapsicologia nos oferece insights fascinantes. Joseph Banks Rhine, considerado o pai da parapsicologia moderna, dedicou sua vida a investigar fenômenos como a percepção extrassensorial (PES) e a psicocinese. Suas pesquisas, embora controversas, abriram portas para questionar os limites da mente e sua interação com o mundo que conhecemos e nossa interação com estados sutis de matéria, sugerindo que há mais em nossa capacidade mental do que a ciência convencional pode explicar.
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20/05/2026

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20/05/2026

O TDAH é frequentemente compreendido por suas características desafiadoras, como a desatenção, hiperatividade e impulsividade. No entanto, é crucial reconhecer a complexidade desse neurodesenvolvimento, que também se manifesta em qualidades notáveis e genuínas. Pessoas com TDAH são frequentemente descritas como criativas, inteligentes e divertidas, capazes de um aprofundamento intenso em assuntos de seu interesse. Contudo, essa grandiosidade muitas vezes coexiste com ambivalências significativas. A baixa autoestima é uma consequência comum, alimentada por um histórico de críticas e feedbacks negativos, tanto no ambiente familiar quanto social. A procrastinação, por sua vez, não é meramente uma escolha, mas uma limitação nas funções cognitivas essenciais, dificultando a organização e a conclusão de tarefas.

A dificuldade na tomada de decisão e a pouca organização são aspectos que podem anular o vasto potencial desses indivíduos, criando um ciclo de desmotivação e sentimentos negativos.

Sob a ótica psicanalítica, essa discrepante ambivalência pode ser compreendida como um conflito na constituição da subjetividade. A grandiosidade e a criatividade genuínas, muitas vezes, chocam-se com um ambiente que falha em oferecer o suporte necessário para a integração dessas capacidades. Quando o meio externo é excessivamente crítico ou desorganizado, o indivíduo pode introjetar uma imagem de insuficiência, onde o "eu" se vê fragmentado entre o potencial latente e a incapacidade de realização prática. Assim, a história pregressa e o ambiente fortalecem a descrença, fazendo com que o sujeito anule suas próprias virtudes em favor de uma identidade marcada pela falha e pela baixa autoestima.

Compreender essas ambivalências através da escuta clínica permite resgatar o sujeito por trás do diagnóstico, promovendo um espaço onde a singularidade possa emergir e as potências criativas encontrem caminhos para se manifestar de forma integrada.

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Jr. Souza
Psicólogo Clínico de Orientação Psicanalítica Especialista em Psicoterapia para TDAH.

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18/05/2026

É comum associar o tratamento do TDAH exclusivamente ao uso de medicamentos. Contudo, estudos recentes têm demonstrado que, embora a medicação seja uma ferramenta valiosa, ela não é a solução completa para os desafios complexos que o TDAH apresenta.

Pesquisas publicadas em 2025, indicam que os fármacos atuam na regulação neurobiológica, melhorando o foco e controlando a impulsividade. No entanto, eles não abordam as causas mais profundas ou os padrões comportamentais e emocionais que se sedimentam ao longo da vida de um indivíduo com TDAH. Um estudo na revista Cell, sugere que os estimulantes podem atuar em áreas ligadas à recompensa, o que pode levar a um foco em atividades que não necessariamente contribuem para o bem-estar ou propósito subjetivo do paciente. O uso isolado da medicação pode, assim, mascarar sintomas sem tratar a desregulação emocional profunda, um dos pilares do TDAH em adultos.

É neste cenário que a psicoterapia de orientação psicanalítica emerge como um pilar fundamental e transformador. Diferente de abordagens puramente comportamentais, a psicanálise oferece um espaço para o indivíduo com TDAH explorar o sentido de sua desatenção.

O que a mente está tentando evitar ou comunicar através da dispersão? Essa é uma pergunta central que a psicanálise busca responder, permitindo uma compreensão mais profunda da subjetividade.

A psicanálise foca na construção de um espaço seguro para elaborar a angústia, a frustração e o sentimento de inadequação que frequentemente acompanham o TDAH. Os ganhos da análise são estruturantes e duradouros, permanecendo mesmo na ausência de intervenção química, ao contrário do efeito transitório dos psicofármacos.

Integrar a psicoterapia psicanalítica ao tratamento do TDAH não é apenas complementar; é essencial para uma jornada de autoconhecimento e desenvolvimento de estratégias de enfrentamento que vão além da superfície dos sintomas. É um convite para uma vida com mais sentido, regulação emocional e autonomia.
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Psicólogo Clínico de Orientação Psicanalítica Jr. Souza
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É comum associar o tratamento do TDAH exclusivamente ao uso de medicamentos. Contudo, estudos recentes têm demonstrado q...
17/05/2026

É comum associar o tratamento do TDAH exclusivamente ao uso de medicamentos. Contudo, estudos recentes têm demonstrado que, embora a medicação seja uma ferramenta valiosa, ela não é a solução completa para os desafios complexos que o TDAH apresenta.Pesquisas publicadas em 2025, como as destacadas no British Journal of Psychiatry, indicam que os fármacos atuam na regulação neurobiológica, melhorando o foco e controlando a impulsividade. No entanto, eles não abordam as causas mais profundas ou os padrões comportamentais e emocionais que se sedimentam ao longo da vida de um indivíduo com TDAH.

Um estudo na revista Cell, também de 2025, sugere que os estimulantes podem atuar em áreas ligadas à recompensa, o que pode levar a um foco em atividades que não necessariamente contribuem para o bem-estar ou propósito subjetivo do paciente.

O uso isolado da medicação pode, assim, mascarar sintomas sem tratar a desregulação emocional profunda, um dos pilares do TDAH em adultos.

neste cenário que a psicoterapia de orientação psicanalítica emerge como um pilar fundamental e transformador. Diferente de abordagens puramente comportamentais, a psicanálise oferece um espaço para o indivíduo com TDAH explorar o sentido de sua desatenção. O que a mente está tentando evitar ou comunicar através da dispersão? Essa é uma pergunta central que a psicanálise busca responder, permitindo uma compreensão mais profunda da subjetividade.

A psicanálise foca na construção de um espaço seguro para elaborar a angústia, a frustração e o sentimento de inadequação que frequentemente acompanham o TDAH. Através da relação terapêutica, conhecida como transferência, o paciente é auxiliado a organizar suas funções egoicas, a se apropriar de sua própria história e a construir narrativas que o libertam de ser apenas um "objeto" do diagnóstico e do remédio.

Integrar a psicoterapia psicanalítica ao tratamento do TDAH não é apenas complementar; é essencial para uma jornada de autoconhecimento e desenvolvimento de estratégias de enfrentamento que vão além da superfície dos sintomas. É um convite para uma vida com mais sentido, regulação emocional e autonomia.

5 benefícios da Psicoterapia de Orientação Psicanalítica.
21/04/2026

5 benefícios da Psicoterapia de Orientação Psicanalítica.

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