Mulheres que se Curam

Mulheres que se Curam A proposta do movimento mulheres que se curam é trabalhar nossas questões em rodas de diálogo que Isso tudo através de conversas, conteúdos, cursos e práticas!

O movimento mulheres que se curam tem como missão apoiar todas as mulheres a se sentirem livres para serem elas mesmas, amarem cada parte sua e perceberem a potência de ser mulher.

Uma carta para a mulher que está voltando para siMe diz quem é você.Não esse você que todo mundo conhece.Quero conhecer ...
11/08/2026

Uma carta para a mulher que está voltando para si

Me diz quem é você.
Não esse você que todo mundo conhece.
Quero conhecer a mulher que sobra quando chega a hora de dormir.
Quando não tem ninguém olhando.
Quando você não precisa agradar.
Quando não precisa provar nada.

Essa pergunta me atravessou de um jeito que eu não esperava.
Porque, quando pensamos em amor, desejamos conhecer o outro por inteiro.

Mas será que nós mesmas nos conhecemos?

Se alguém me perguntasse hoje quem eu sou...
Será que eu saberia responder?
Eu sei do que gosto?
Do que tenho vontade?
Ou apenas aprendi a ser aquilo que esperavam de mim?

Ao olhar para a minha história — e, às vezes, ainda para o meu presente — percebo quantas vezes ouvi:
“Pra ti está sempre tudo bem.”

E talvez realmente estivesse.
Ou talvez eu tivesse aprendido a me adaptar.
Aos namorados.
Às amizades.
À família.
Durante muito tempo achei que isso era uma qualidade.

Hoje também me pergunto:
Até que ponto eu estava me adaptando... e até que ponto eu estava me abandonando?

Quantas vezes eu queria dizer “não” e disse “sim”?
Quantas vezes me esforcei para caber no mundo de alguém porque tinha medo de deixar de ser amada?

Na época eu chamava isso de amor.
Hoje percebo que, muitas vezes, era medo.
Medo de decepcionar.
Medo de perder.
Medo de não pertencer.

Hoje tenho tentado fazer perguntas diferentes.
O que eu realmente quero?
Estou indo porque tenho vontade.....ou porque tenho medo de desagradar?
E se eu disser “não”?
O que de pior pode acontecer?

Talvez algumas pessoas se afastem.
Mas, se eu preciso deixar de ser quem sou para continuar sendo amada...
Será que isso é amor?
Ou será que era apenas um amor condicionado à mulher que eu tentava ser?

Hoje eu escolho outra coisa.
Escolho conhecer a mulher que existe quando ninguém está olhando.
Escolho respeitar a minha vontade, mesmo quando ainda não sei exatamente qual é a resposta.

Porque voltar para si também é isso.
É reaprender a escutar uma voz que ficou em silêncio por muito tempo.
Que a gente se conheça um pouco mais a cada dia.
Se acolha um pouco mais a cada dia.
E, principalmente...
se escolha. 🌹
Por Patrícia Cassariego

Habitar a própria pele parece simples. Mas quantas vezes passamos a vida tentando caber?Caber no que esperavam de nós.No...
10/08/2026

Habitar a própria pele parece simples. Mas quantas vezes passamos a vida tentando caber?

Caber no que esperavam de nós.
No que disseram que era bonito.
No que consideravam adequado.
No relacionamento.
Na família.
Na maternidade.
No trabalho.
Na ideia do que uma mulher “deveria” ser.

E, de tanto nos adaptarmos, às vezes começamos a confundir aquilo que aprendemos a ser com aquilo que realmente somos.

Habitar a própria pele é fazer o caminho de volta.

É conseguir olhar para si e se reconhecer.

É perceber seus desejos sem imediatamente se perguntar o que os outros vão pensar.

É ocupar espaço sem sentir que precisa pedir desculpas.

É reconhecer a própria beleza, a própria sensualidade, a própria voz, as próprias escolhas e até as partes que ainda estão sendo construídas.

Não é sobre chegar a uma versão perfeita de si.

É sobre sentir-se cada vez mais segura para existir exatamente como você é.

E é justamente essa a jornada que vamos viver no próximo Portal do Mulheres que se Curam. 🌹

PORTAL 3 — A Mulher que Habita a Própria Pele

Uma jornada para mulheres que desejam sentir-se seguras para existir exatamente como são.

📅 24 a 28 de agosto
📲 Pelo WhatsApp
✨ Reflexões • Exercícios • Meditações • Partilhas
🌹 Investimento: R$ 37,00

Para se inscrever, me chame no privado.

Talvez você não precise se tornar uma nova mulher.

Talvez esteja na hora de começar a habitar a mulher que já existe em você.

Às vezes, o problema não é falta de autoestima.É que passamos tanto tempo tentando ser quem esperavam de nós... que esqu...
06/08/2026

Às vezes, o problema não é falta de autoestima.
É que passamos tanto tempo tentando ser quem esperavam de nós... que esquecemos quem realmente somos.

Aprendemos a ocupar pouco espaço.
A pedir desculpas.
A esconder partes de nós.
A acreditar que sermos intensas era um problema.
Que desejar era exagero.
Que brilhar incomodava.
Mas *nenhuma mulher nasceu pequena.*
Ela apenas aprendeu a diminuir a própria luz.

🌹*O Portal 3 – A Mulher que Habita a Própria Pele* é um convite para fazer o caminho de volta.
Não para se tornar outra mulher.
Mas para habitar quem você sempre foi.

Ao longo de cinco dias, vamos refletir sobre identidade, autenticidade, autoestima, corpo, presença e potência feminina por meio de reflexões, exercícios, meditações e partilhas.

✨*Uma jornada para mulheres que desejam habitar quem realmente são.*

📅 24 a 28 de agosto
📲 Grupo exclusivo no WhatsApp
💛 Investimento: R$ 37,00

Se você sente que chegou a hora de ocupar o seu lugar no mundo sem pedir desculpas por existir, essa jornada é para você.

Me chama no direct ou pelo WhatsApp para garantir sua vaga.

🌹
Patrícia Cassariego
Terapias femininas com Patrícia Cassariego

Esses dias tirei essa foto.Quando olhei para ela, só conseguia enxergar a frase atrás de mim:“Me quiero libre.”Pensei em...
21/07/2026

Esses dias tirei essa foto.
Quando olhei para ela, só conseguia enxergar a frase atrás de mim:

“Me quiero libre.”

Pensei em postar.
Mas antes mesmo de publicar comecei a conversar comigo.

Comecei a explicar.

“Não é esse tipo de liberdade...”

“Não estou falando de promiscuidade...”

“Não significa não querer um relacionamento...”

“Não significa fazer tudo o que der vontade...”

E então percebi uma coisa.

Até para desejar ser livre eu senti que precisava me justificar.

Talvez porque, durante muito tempo, tenham nos ensinado que uma mulher livre é apenas uma mulher sexualmente livre.

Mas a liberdade que eu busco mora em outro lugar.

É a liberdade de ser quem eu sou.

De rir alto.

De gostar do meu corpo.

De ocupar espaço.

De não diminuir minhas ideias para parecer mais agradável.

De não esconder minha inteligência para não intimidar ninguém.

De vestir o que faz sentido para mim.

De dizer “não”.

De mudar de opinião.

De descansar.

De criar.

De amar sem desaparecer.

De permanecer inteira, mesmo quando escolho caminhar ao lado de alguém.

Tenho tatuada no braço a frase “Viver com liberdade.”

Não porque eu tenha conquistado isso definitivamente.

Mas porque preciso lembrar todos os dias.

Lembrar da mulher que, durante muito tempo, acreditou que precisava se moldar para caber.
Que confundiu pertencimento com autoabandono.

Hoje, liberdade, para mim, não é um estado civil.
É um compromisso.

O compromisso de não voltar a me abandonar.

E talvez a maior liberdade que uma mulher possa viver seja exatamente essa:

continuar sendo ela, independentemente de quem esteja ao seu lado.
Por Patrícia Cassariego

Você não é aquilo que deu errado.Sua vida não se resume ao momento difícil que está vivendo.Você é muito maior do que a ...
17/07/2026

Você não é aquilo que deu errado.

Sua vida não se resume ao momento difícil que está vivendo.

Você é muito maior do que a sua dor.

Você pode muito mais.

E, acima de tudo...

merece muito mais do que aprendeu a aceitar.

Com carinho,

Patrícia

🌹

P.S.: Se você sentiu que esse texto era para você, talvez o Portal 2 também seja. As inscrições estão abertas no link da bio.

O autoabandono raramente acontece de uma vez.Ele costuma ser silencioso.Começa em pequenas escolhas.Você deixa um compro...
15/07/2026

O autoabandono raramente acontece de uma vez.
Ele costuma ser silencioso.
Começa em pequenas escolhas.

Você deixa um compromisso seu para estar disponível.
Cancela um plano que te faria bem.
Engole uma conversa difícil.
Deixa um sonho para “quando sobrar tempo”.
E, quando percebe, já não sabe mais onde foi parar aquela mulher cheia de planos, desejos e autonomia.

O mais difícil é que, muitas vezes, ninguém pediu que você fizesse isso.
Você simplesmente aprendeu que amar significava colocar a si mesma em segundo plano.

Mas amor não deveria exigir esse preço.

🌹 Em qual desses sinais você mais se reconheceu?
Conta para mim nos comentários.
Inscrições abertas para o Portal 2 - Amar sem se abandonar

Um dia você apenas percebe.....que já não sabe mais quem é.E talvez pense que nunca mais conseguirá voltar a ser quem er...
14/07/2026

Um dia você apenas percebe...
..que já não sabe mais quem é.

E talvez pense que nunca mais conseguirá voltar a ser quem era.

Mas deixa eu te contar uma coisa.

Talvez você realmente não volte.

E isso não é, necessariamente, algo ruim.

Porque voltar para si não significa voltar para a mulher que você era antes da dor.

Significa voltar para a parte de você que ficou esquecida.

Talvez essa seja a jornada mais bonita da nossa vida.

Com carinho,

Patrícia

🌹

P.S.: Se você sentiu que esse texto era para você, talvez o Portal 2 também seja. As inscrições estão abertas no link da bio.

As inscrições para o Portal 2 — Amar sem se Abandonar estão abertas. 🌹Depois do Portal 1, muitas mulheres perceberam o q...
13/07/2026

As inscrições para o Portal 2 — Amar sem se Abandonar estão abertas. 🌹

Depois do Portal 1, muitas mulheres perceberam o quanto haviam se desconectado do próprio corpo, dos próprios desejos e da própria essência.

Mas existe um passo seguinte nessa jornada.
Porque voltar para si é apenas o começo.
O verdadeiro desafio é conseguir permanecer em si quando o amor acontece.

Ao longo da vida, muitas de nós aprendemos que amar significava ceder.
Silenciar.
Esperar.
Nos adaptar.
Colocar o outro em primeiro lugar.
E, aos poucos, fomos confundindo amor com autoabandono.

Neste Portal, vamos olhar para esses padrões com consciência e acolhimento.
Não para culpar quem fomos.
Mas para construir uma nova forma de nos relacionarmos.

Uma forma em que o amor pelo outro não exija o abandono de nós mesmas.

Durante cinco dias, vamos percorrer juntas esse caminho por meio de reflexões, exercícios terapêuticos, práticas de escrita, meditações e partilhas em um grupo temporário no WhatsApp.
E, no sábado pela manhã, nos encontraremos ao vivo para um último movimento coletivo de integração e encerramento da jornada do portal 2.

Se você sente que chegou o momento de aprender a amar sem deixar de ser quem é, esse Portal é para você.

🌹 Portal 2 — Amar sem se Abandonar
📅 20 a 24 de julho
💻 Encontro ao vivo: 25 de julho
📲 Grupo temporário no WhatsApp
As inscrições já estão abertas. Espero caminhar ao seu lado nessa jornada.

Quando foi a primeira vez que você aprendeu que precisava merecer amor?Nem sempre aprendemos que somos dignas de amor si...
10/07/2026

Quando foi a primeira vez que você aprendeu que precisava merecer amor?

Nem sempre aprendemos que somos dignas de amor simplesmente por existir.

Muitas de nós aprendemos que era preciso ser boazinha.
Tirar boas notas.
Não dar trabalho.
Cuidar dos outros.
Engolir o choro.
Ser compreensiva.
Ser forte.
Ser perfeita.
Aos poucos, essa lógica vai crescendo junto com a gente.

E, sem perceber, começamos a acreditar que o amor precisa ser conquistado.
Que precisamos fazer por merecer.
Talvez seja justamente por isso que, quando entramos em um relacionamento, nos esforçamos tanto para sermos suficientes.
Cedemos.
Silenciamos.
Nos adaptamos.

Porque, lá no fundo, ainda existe uma menina tentando provar que merece ser amada.
Mas o amor não deveria depender de desempenho.
Nem de perfeição.
Nem de quanto você consegue se sacrificar.

🌹 Talvez a pergunta mais importante não seja “como amar melhor?”, mas:
Quando foi a primeira vez que eu acreditei que precisava merecer amor?

O problema nunca foi amar.Foi acreditar que, para amar, era preciso deixar de ser quem somos.Aprendemos, desde muito ced...
09/07/2026

O problema nunca foi amar.

Foi acreditar que, para amar, era preciso deixar de ser quem somos.

Aprendemos, desde muito cedo, que amar significava ceder.

Silenciar.

Esperar.

Nos adaptar.

Como se o amor dependesse da nossa capacidade de abrir mão de nós mesmas.

Também aprendemos que, para sermos escolhidas, precisávamos ser menos.

Menos intensas.

Menos ambiciosas.

Menos livres.

Menos nós.

Mas amor não deveria exigir esse preço.

Porque um amor que só existe quando você desaparece... nunca foi amor.

🌹 Permanecer em si também é uma forma de amar.
🚺

Endereço

Avenida Tramandaí 446 Ipanema
Porto Alegre, RS
91760-050

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