Dr Márcio Boff

Dr Márcio Boff O Dr. Márcio Fernando Boff é médico cirurgião oncológico e cirurgião geral. Foco em tumores do fígado, pâncreas, vias biliares e aparelho digestivo.

Atualmente é cirurgião oncológico que atua principalmente em oncologia do Aparelho Digestivo e Tumores Cutâneo Cirurgião Oncológico | Hospital Mãe de Deus – Porto Alegre/RS

Especialista em cirurgia minimamente invasiva e robótica. Planejamento, precisão e estratégia no cuidado oncológico.

Na oncologia, a Inteligência Artificial deve ser vista como aliada, não como substituta.Ela pode apoiar análises, amplia...
27/07/2026

Na oncologia, a Inteligência Artificial deve ser vista como aliada, não como substituta.

Ela pode apoiar análises, ampliar a leitura de dados e contribuir para planejamentos mais precisos e individualizados.

Mas o olhar decisivo continua sendo do médico.

O julgamento clínico, a experiência, a escuta e a relação médico-paciente são fundamentais para transformar informação em cuidado seguro.

A inovação só faz sentido quando melhora a precisão, a segurança e a experiência do paciente.

14/07/2026

Neste trecho da conversa no Méricast, explico como a robótica vem transformando a cirurgia.

Não como substituição do cirurgião, mas como uma plataforma capaz de ampliar a precisão, a visualização e a segurança durante o procedimento.

A cirurgia robótica permite movimentos mais delicados, melhor acesso a determinadas regiões e maior controle técnico, sempre conduzida pela experiência e pelo julgamento do cirurgião.

Talvez o futuro da cirurgia não esteja em substituir o médico, mas em potencializar sua capacidade de cuidar com ainda mais precisão.

Assista ao vídeo.

O mês de julho marca duas datas importantes na oncologia: o Dia do Oncologista, em 9/07, e o Dia do Cirurgião Oncológico...
09/07/2026

O mês de julho marca duas datas importantes na oncologia: o Dia do Oncologista, em 9/07, e o Dia do Cirurgião Oncológico, em 17/07.

São especialidades com atuações diferentes, mas profundamente complementares dentro da jornada do paciente com câncer.

Enquanto o oncologista clínico acompanha tratamentos sistêmicos, como quimioterapia, imunoterapia e terapias-alvo, o cirurgião oncológico atua no planejamento e na realização da cirurgia, quando ela faz parte da melhor estratégia terapêutica.

Mais do que funções distintas, essas áreas compartilham o mesmo propósito: oferecer um cuidado individualizado, preciso e centrado no paciente.

Muitos pacientes chegam à consulta com medo da cirurgia oncológica. E parte desse receio ainda vem de informações antiga...
07/07/2026

Muitos pacientes chegam à consulta com medo da cirurgia oncológica. E parte desse receio ainda vem de informações antigas, distorcidas ou incompletas.

A cirurgia oncológica evoluiu muito nos últimos anos. Hoje, o planejamento cirúrgico, a técnica e a tecnologia permitem abordagens mais precisas, seguras e individualizadas.

Neste post, reuni alguns mitos que ainda geram dúvidas e que merecem ser esclarecidos.

O bloco cirúrgico é a parte mais visível de uma cirurgia.Mas, antes de chegar ali, existe uma sequência de decisões: aná...
30/06/2026

O bloco cirúrgico é a parte mais visível de uma cirurgia.

Mas, antes de chegar ali, existe uma sequência de decisões: análise de exames, discussão do caso, definição da melhor abordagem, preparo do paciente, organização da equipe e escolha dos recursos mais adequados.

Na cirurgia oncológica, esse planejamento é ainda mais importante.

A tecnologia, incluindo técnicas minimamente invasivas e robóticas, pode ampliar possibilidades em casos selecionados.

Nos bastidores do bloco, a precisão e o cuidado caminham juntos.





Existe uma ideia comum de que a recuperação cirúrgica depende apenas do tipo de cirurgia ou da “força” do paciente.Na pr...
23/06/2026

Existe uma ideia comum de que a recuperação cirúrgica depende apenas do tipo de cirurgia ou da “força” do paciente.

Na prática, a recuperação começa antes do centro cirúrgico.

Ela envolve avaliação clínica, estado nutricional, preparo físico, controle de doenças associadas, planejamento anestésico, técnica cirúrgica e acompanhamento no pós-operatório.

A cirurgia minimamente invasiva pode trazer benefícios importantes quando bem indicada, mas não deve ser vista como garantia isolada de recuperação fácil.

Em cirurgia oncológica, especialmente em tumores digestivos, o resultado depende de uma sequência de decisões bem tomadas.

Recuperar bem não é acaso. É planejamento.




18/06/2026

Na cirurgia do aparelho digestivo, alguns dos momentos mais delicados envolvem conexão.

Conectar uma estrutura à outra, reconstruir trajetos, preservar tecidos e conduzir movimentos em regiões complexas exige precisão, estabilidade e domínio técnico.

Neste trecho da entrevista no Méricast, explico como a cirurgia robótica tem contribuído para esse cenário: com mínima manipulação dos tecidos, maior precisão dos movimentos e mais qualidade na execução cirúrgica.





Alguns sintomas digestivos são comuns e, na maioria das vezes, têm causas benignas.Mas existe uma diferença importante e...
15/06/2026

Alguns sintomas digestivos são comuns e, na maioria das vezes, têm causas benignas.

Mas existe uma diferença importante entre um desconforto passageiro e um sinal que persiste, piora ou começa a interferir na rotina.

Dor abdominal frequente, sangue nas fezes, perda de peso sem explicação, dificuldade para engolir, icterícia ou alteração intestinal persistente merecem investigação.

Na cirurgia oncológica, muitas decisões dependem do momento em que a doença é diagnosticada. Por isso, observar o corpo e buscar avaliação médica não é exagero: é cuidado.

Sintomas não fecham diagnóstico sozinhos.
Mas ignorá-los pode atrasar uma investigação importante.

Se algo mudou no seu corpo, procure avaliação especializada.





É comum que o paciente associe o tratamento oncológico à primeira intervenção.Uma cirurgia ou um tratamento inicial cost...
28/05/2026

É comum que o paciente associe o tratamento oncológico à primeira intervenção.

Uma cirurgia ou um tratamento inicial costuma ser visto como o momento principal.

Mas, na prática, cada etapa influencia diretamente a próxima.

Resultados precisam ser interpretados dentro do contexto da doença, da resposta ao tratamento e das possibilidades terapêuticas disponíveis.

É isso que define se o próximo passo deve ser mantido, ajustado ou completamente replanejado.

A evolução da cirurgia não está apenas nos instrumentos, mas na forma como eles ampliam o que é possível fazer com segur...
26/05/2026

A evolução da cirurgia não está apenas nos instrumentos, mas na forma como eles ampliam o que é possível fazer com segurança.

A cirurgia robótica trouxe avanços importantes em visualização, precisão e controle dos movimentos, especialmente em regiões anatômicas mais complexas.

Isso não significa substituir técnicas já consolidadas, mas expandir possibilidades quando existe indicação adequada.

Na prática, a tecnologia não define o resultado sozinha. Ela precisa estar associada a planejamento, critério e experiência.

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