Dr João Paulo Ortopedista

Dr João Paulo Ortopedista Está pagina foi criada com intuito de estabelecer um vínculo com os pacientes e prestar esclarecim

03/06/2026

Do diagnóstico à linha de chegada! 🏃‍♂️💨
O caminho pós-cirurgia de LCA exige paciência e muita disciplina, mas ver o resultado final é o que faz tudo valer a pena. Hoje, o Diego Canovas é a prova viva de que, com o acompanhamento certo e dedicação na reabilitação, é possível voltar às atividades que a gente ama com segurança.
Ver você correndo e ativo novamente é a nossa maior recompensa! Parabéns pela sua força, Diego Canovas. Que venham muitos quilômetros pela frente! 🚀
Recuperação Joelho VidaAtiva

19/05/2026

Cirurgia de hoje: Tratamento de Osteocondrite Dissecante (OCD). 🩺
Muitas vezes, a instabilidade de um fragmento osteocondral exige intervenção cirúrgica precisa. O desafio aqui é realizar uma fixação estável e anatômica.
No vídeo, vocês podem ver o aspecto da lesão e a etapa de fixação utilizando parafusos cônicos sem cabeça. Esse tipo de implante é excelente para casos como este, pois f**a totalmente inserido no osso/cartilagem, promovendo a união óssea sem risco de irritação dos tecidos vizinhos.
O sucesso da recuperação começa com um planejamento cirúrgico minucioso. Vamos em frente com a reabilitação!
Cirurgiao Osteocondrite

18/05/2026

🛑 O perigo do “tá sem dor, tá curado” no joelho!
Você já viu o caso do Rodrigo, fora da Copa do Mundo por causa de uma lesão no LCA (Ligamento Cruzado Anterior). Mas o que acontece quando um atleta amador decide ignorar o mesmo diagnóstico? 🤦‍♂️
No vídeo de hoje, eu conto a história de um paciente (e amigo) que teve uma lesão isolada do LCA. Sem dor após 3 semanas, ele resolveu testar o joelho no futebol: “Vamos ver se precisa de cirurgia mesmo...”
O resultado? No primeiro lance, uma nova entorse. E o que era uma lesão “simples” de LCA virou também uma lesão no menisco lateral. 💔
⚠️ O grande erro da instabilidade
A ausência de dor não signif**a que o joelho está estável. Voltar a praticar esportes de mudança de direção com o LCA rompido é uma roleta russa para a sua cartilagem e para os seus meniscos.
Assista ao vídeo para entender por que a cirurgia e o repouso na fase certa não são capricho médico, são proteção para o futuro das suas articulações!
💬 Agora me conta aqui nos comentários: você já conheceu alguém que tentou “testar” o joelho antes da hora e se deu mal?
Futebol ESaudeDoJoelho LesaoNoMenisco FisioterapiaEsportiva ReelsDeSaude

15/05/2026

Título: Rapidez agora ou saúde para sempre? 🦵✨
Muitos pacientes chegam ao consultório com uma pressa compreensível de voltar às atividades, mas meu papel é olhar para o seu joelho no longo prazo. Existe uma diferença crucial entre dois procedimentos comuns:
1️⃣ Meniscectomia Parcial (Retirada):
• A vantagem: Recuperação muito rápida e retorno precoce aos esportes.
• O custo: Ao retirar parte do menisco, aumentamos a pressão sobre a cartilagem. O resultado? Um risco muito maior de evoluir com artrose precoce e dor crônica daqui a alguns anos.
2️⃣ Sutura de Menisco (Preservação):
• O desafio: A biologia exige tempo. A recuperação é mais lenta, exige um protocolo de fisioterapia mais rigoroso e paciência com o uso de muletas.
• A recompensa: Você mantém o seu “amortecedor” natural. Isso preserva a articulação e protege o seu joelho contra o desgaste prematuro.
A minha filosofia é clara: sempre que a lesão permite, a prioridade é a preservação. O tempo “perdido” na reabilitação hoje é o tempo que você ganha de vida útil para o seu joelho no futuro.
Você já teve que escolher entre uma solução rápida e uma solução duradoura? Comente aqui embaixo! 👇
MedicinaEsportiva Artrose

12/05/2026

Adeus à instabilidade! 👋🦵

A instabilidade patelofemoral crônica não é apenas uma “sensação de falseio”; é uma condição que limita movimentos simples e gera desgaste articular precoce.
Neste vídeo, mostro o antes e depois de um caso complexo. No início, a patela sem estabilidade adequada. Para corrigir, realizamos:
1. Reconstrução do ligamento patelofemoral: para devolver a sustentação medial.
2. Osteotomia da tuberosidade anterior da tíbia (ATAT): para realinhar o vetor de força e garantir que a patela deslize no trilho correto.
O resultado final mostra uma articulação centralizada e estável. A cirurgia é o caminho para que o paciente recupere a confiança em cada passo.

04/05/2026

“Lesão parcial de 50% no tendão patelar: cirurgia ou fisioterapia? 🤔
Muita gente chega ao consultório assustada com esse número, mas a resposta não é ‘sim ou não’, é estratégia.
Na grande maioria dos casos de lesões parciais, a gente começa com o tratamento conservador. Por que? Porque o tendão tem um potencial de cicatrização muito bom se a carga for controlada corretamente.
Nós focamos em:
1️⃣ Controle da carga: Ajustar o que você faz no dia a dia e nos treinos.
2️⃣ Reabilitação específ**a: Exercícios de força progressiva, com foco na fase excêntrica, que é o ‘pulo do gato’ para o tendão patelar.
Quando a cirurgia entra em jogo?
Se após um protocolo de reabilitação bem feito (geralmente de 3 a 6 meses) a dor persistir, se houver falha funcional importante ou se a qualidade desse tecido estiver muito ruim na ressonância.
A regra de ouro é: não se trata apenas o exame de imagem, a gente trata o paciente! 🦴
Você tem uma lesão parecida e está em dúvida sobre o caminho a seguir? Manda aqui nos comentários ou agende uma avaliação para traçarmos o seu plano de recuperação. 👇
medicinaesportiva dicasdoespecialista”

04/05/2026

“Como saber se o meu caso de luxação de patela é cirúrgico? Essa é a pergunta que mais recebo no consultório. 🤔
Não existe uma resposta única, pois a indicação depende de uma equação que envolve a sua anatomia, o seu nível de atividade e o estado das suas estruturas articulares.
Para tomar essa decisão, avaliamos três pontos principais:
1️⃣ O seu histórico: Já houve mais de um episódio? Quando a luxação se torna recorrente, a chance de sucesso apenas com fisioterapia diminui, e a cirurgia passa a ser a melhor opção para proteger sua articulação.
2️⃣ O estado do joelho: Através da ressonância, verif**amos se houve lesão de cartilagem, fragmentos ósseos soltos ou se o principal ligamento estabilizador (o LPFM) rompeu de forma signif**ativa.
3️⃣ Fatores anatômicos: Se o seu joelho apresenta alterações de alinhamento ou formato (como patela alta ou displasia da tróclea), o fortalecimento muscular pode não ser suficiente para conter a instabilidade.
O objetivo da cirurgia não é apenas ‘colocar no lugar’, mas devolver a segurança para você voltar às suas atividades sem medo de um novo falseio.
Está em dúvida se o seu caso tem indicação cirúrgica? O primeiro passo é uma avaliação clínica detalhada para analisar esses critérios. Não espere um novo episódio para buscar ajuda! 🦴🩺
medicinaesportiva dicasdoespecialista”

04/05/2026

🦵 Dor na patela que não passa? Entenda o Edema Ósseo.
Você fez a infiltração de ácido hialurônico, seguiu as orientações, mas a dor ao correr continua? Se o seu laudo aponta condropatia grau 3 e edema ósseo, o buraco pode ser um pouco mais embaixo — ou melhor, dentro do osso.
O edema ósseo é um sinal de que o osso subcondral (aquele logo abaixo da cartilagem) está sofrendo uma sobrecarga que ele não consegue absorver. Quando chegamos nesse estágio, a infiltração ajuda na lubrif**ação e no ambiente inflamatório, mas ela sozinha não “ensina” o joelho a suportar o impacto da corrida.
O que fazer para evoluir?
1. Gerenciamento de Carga (Paciência é chave): O osso demora mais para remodelar que o músculo. Se dói para correr, precisamos retroceder um passo. Substituir temporariamente o impacto por atividades de baixo impacto (bike ou natação) permite que o edema diminua.
2. Fortalecimento Específico: Não é apenas “fazer perna”. O foco deve ser em exercícios de isometria inicial (que não agridem a articulação) evoluindo para força excêntrica de quadríceps e, crucialmente, fortalecimento de glúteo médio para estabilizar o quadril.
3. Análise Biomecânica: Como está sua pisada? E a cadência da sua corrida? Às vezes, pequenos ajustes no gesto esportivo reduzem drasticamente a pressão na patela.
4. Terapia por Ondas de Choque: Em casos de edema persistente, essa pode ser uma ferramenta valiosa para estimular a cicatrização óssea.
A infiltração é uma excelente aliada, mas ela é a “janela de oportunidade” para você fortalecer sem dor, e não a cura definitiva. O tratamento da condropatia é um processo contínuo de reequilíbrio muscular.
Já passou por isso ou conhece alguém que sofre com o “osso batendo no osso”? Compartilhe este vídeo! 👇

30/04/2026

**”Luxação de Patela: A cirurgia é sempre o único caminho? 🤔”**
> Quando a patela (o osso da frente do joelho) sai do lugar, o impacto emocional e físico é grande. Mas a boa notícia é que a resposta para essa pergunta é: **nem sempre.**
> Na grande maioria dos primeiros episódios, onde não há fragmentos ósseos soltos na articulação, o tratamento conservador é a nossa primeira escolha. O foco principal não é apenas “esperar cicatrizar”, mas sim um trabalho intenso de **reabilitação funcional**.
> **O que fazemos no tratamento sem cirurgia?**
> 1. **Controle da dor e do inchaço:** Fase inicial para devolver a mobilidade.
> 2. **Fortalecimento do VMO:** Ativação do músculo vasto medial oblíquo para estabilizar a patela.
> 3. **Equilíbrio de Quadril e Core:** Um quadril forte impede que o fêmur rode para dentro, o que protege o joelho.
> A cirurgia geralmente é indicada apenas quando há lesões associadas na cartilagem ou quando o paciente sofre de **instabilidade crônica** (o joelho sai do lugar repetitivamente). Se foi a sua primeira vez, uma fisioterapia bem executada pode ser a sua cura!
> 📲 Quer saber qual o melhor protocolo para o seu joelho? Clique no link da bio e agende uma consulta.

29/04/2026

“Sim, infelizmente quem já luxou a patela tem, sim, uma predisposição maior a novos episódios. ⚠️
Isso acontece porque, na primeira luxação, o principal estabilizador da patela (o ligamento patelofemoral medial) sofre um estiramento ou ruptura. Se esse ligamento cicatrizar de forma ‘frouxa’, o joelho perde parte da sua trava de segurança natural.
Além disso, muitas vezes a luxação não é um evento isolado, mas o resultado de fatores anatômicos do próprio paciente — como o formato da tróclea, o alinhamento do joelho ou a altura da patela.
Por isso, o fortalecimento muscular focado e o controle proprioceptivo são fundamentais após o primeiro episódio. Eles ajudam a ‘compensar’ essa perda de estabilidade passiva. O objetivo é evitar que o joelho volte a sair do lugar e, principalmente, proteger a cartilagem a longo prazo. 🦴💪
Teve um episódio de luxação? A avaliação especializada é essencial para entender o risco individual e traçar o melhor plano de prevenção!

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